Autoconhecimento: meu processo de coaching

Tenho a sorte de minha melhor amiga ser coaching e uma excelente profissional de desenvolvimento humano. Há anos venho acompanhando seu processo de transformação e imersão pelo autoconhecimento e ela me guia e me orienta durante o meu – profissionalmente e off work também.

Como a vida é uma grande troca, aprendemos muito juntas. Meu primeiro processo foi em 2015. Na época, minha vida pessoal ia bem, mas sentia um buraco imenso com relação à vida profissional. Me sentia perdida, sem saber que direção seguir.

Trabalhei fortemente essa questão profissional, mas o processo engloba sua vida como um todo, e todas as áreas inseridas nela, não apenas a profissional. O que foi ótimo para me aprofundar mais e me conhecer melhor. Fiz descobertas importantes e que ainda hoje ajudam a me nortear.

Foram dez encontros com longas e esclarecedoras conversas, além da aplicação de ferramentas específicas para ajudar a encontrar o caminho.

Cinco anos depois (curiosamente no mesmo mês em que fiz o processo pela primeira vez), me vi um pouco perdida novamente, com algumas dúvidas e um certo desânimo em com alguns aspectos da minha vida. Recorri à minha fiel escudeira, que agora, mais experiente e com a bagagem mais ampla me guiou novamente.

Trabalhamos ferramentas como linguagens de conexão, sentimentos e necessidades, road map entre outras, que me ajudaram a descobrir muita coisa nova sobre mim mesma. Um mergulho interno profundo e até uma espécie de balanço das mudanças nesses cinco anos. Pude ver que alguns valores e necessidades continuam os mesmos, enquanto outros se transformaram trazendo novos sonhos e necessidades.

A parte boa de trabalhar em um processo como esse com alguém tão próxima é que ela me conhece muito bem, mas apesar disso, não deixou esse conhecimento ao meu respeito e nossa relação de amizade interferir nas conversas e orientações.

Após ambos os processos saí mais leve, com muito mais respostas do que quando cheguei, aprendendo a me observar melhor, identificar, aceitar e acolher cada sentimento e emoção. Com novos passos a serem dados dali em diante. E o melhor: esse caminho foi traçado por mim. Esse é o encanto dos processos de autoconhecimento: o profissional te guia, mas só você é responsável pela sua própria vida.

Para quem tiver interesse em conhecer o trabalho da Flávia, ela tem uma página rica em conteúdos de autodesenvolvimento e liderança no Instagram @liderdesi.de. Por lá você pode entrar em contato para saber qual é o programa mais indicado para você. E aqui no blog tem uma área só com textos lindos dela sobre o tema sempre mais linkados ao universo materno. É só buscar por autoconhecimento no campo de busca.

Espero que tenham gostado de saber um pouco mais sobre a minha jornada e esse mergulho interno.

Como os livros podem nos guiar na jornada do autoconhecimento

É incrível como naturalmente acontece quando estamos conectadas com nós mesmas e vivendo de maneira atenta no momento presente. As mensagens surgem como pequenos sinais em conversas com amigos, cenas de filmes e séries e também, claro, através dos livros.

Basta dar o primeiro passo e o universo te responde. Comecei a perceber como minhas leituras, aparentemente disconexas, começaram a fazer sentido e complementar umas às outras.

Exatamente o que você precisa aprender naquele momento. O que você precisa ouvir/ler naquele momento.

Vou fazer um post falando especificamente sobre os títulos. Mas minha lista tem fluído muito bem por assuntos diversos e preenchendo meus vazios, me fazendo aprender o que preciso e tirando crenças limitantes do meu caminho.

A propósito, a leitura atual é “A Coragem de ser Imperfeito”, de Brené Brown, que fala sobre vulnerabilidade e vem me ajudando muito a me abrir mais e expor minhas vulnerabilidades on e off-line.

Experimente enveredar pelo caminho do autoconhecimento com leituras gostosas e que enriquecem sua vida, te fazem crescer como pessoa, se conhecer melhor e oferecer sua melhor versão para si mesma e para todos que convivem com você!

Update: esse texto foi escrito no fim do ano passado, quando estava lendo esse livro. Depois dele, já vieram outros que continuam se completando e me enriquecendo com conhecimento e mensagens que aquecem o coração.

Minha jornada de autoconhecimento

Olhar para dentro de si não é fácil. Pode ser clichê o que vou falar, mas é como encarar um espelho com todas as suas sombras, os defeitos que você mais odeia e trazer à luz

A jornada pelo autoconhecimento não é fácil, mas é bonita e recompensadora.

É como pegar uma tela em branco e ir traçando novas cores e nuances. Algumas delas você talvez até já. tenha visto, mas vai vivendo tão no automático que não percebe.

Meu caminho

Não sei dizer exatamente quando começou, mas acredito que minha busca por me conhecer tenha se intensificado com a chegada da maternidade.

Durante o maternar é preciso revisitar nossa infância, criação e observar alguns comportamentos para entender como educar e saber que exemplos queremos deixar. Isso porque meu filho só tem 2 anos. Imagino que ainda tenha muito pela frente.

Certa vez ouvi uma frase que dizia que ter filhos é o maior exercício de autoconhecimento que existe. Ainda nem era mãe quando ouvi, mas nunca esqueci. E hoje concordo muito.

Os livros também são grandes companheiros. Sem perceber, fui emendando um livro no outro e todos se complementavam nos ensinamentos: atenção plena, ouvir o eu interior, intuição, cocriação, ser cuidadoso com as palavras que diz aos outros… Eu lia um, e o próximo reforçava esse, e assim foi.

Por fim, a busca por terapias de autoconhecimento são um presente que traz embrulhado tudo que estava escondido sob nossos mecanismos de defesa e esquecimento ou de fuga mesmo. Raízes que trazemos da nossa criação e carregamos como se fossem nossas. Aprendi que devo enxergar, honrar e aceitar, mas não levar comigo o que não me pertence. O passado foi imprescindível para me tornar o que sou hoje.

Passei pelo primeiro processo de coaching em 2015 e agora, recentemente, passei por outro. É incrível enxergar as mudanças, e a construção do meu eu em evolução. Muito do que sonhava lá, conquistei, algumas coisas desisti ou mudei a rota e outras novas foram surgindo. E tudo faz parte da caminhada e dos aprendizados.

Daqui a algum tempo, quando fizer de novo, tenho certeza que muita coisa vai ter mudado também. E assim é a vida.

Quis dividir um pouquinho dessa minha trajetória aqui porque é um assunto bastante abordado no blog, mas nunca havia falado sobre o que eu faço para me tornar uma pessoa melhor e me ajudar a conquistar meus objetivos. Acredito que todos deveriam ter a oportunidade de fazer.

Quem você quer ser quando envelhecer?

Levando em consideração todas as mudanças que estamos experienciando enquanto sociedade e inclusive a expectativa de vida que está bem maior, essa é uma pergunta que todos nós devemos responder.

E não existe certo ou errado e sim aquilo que faz sentido para cada um de nós.

Temos visto muitas pessoas da terceira idade compondo times no mercado de trabalho e até mesmo se reinventando depois de deixá-lo, por ainda estarem capacitados para produzir. E essa, com certeza, será a nossa realidade um dia.

Te convido a refletir sobre isso, visualizar quem você deseja ser quando envelhecer. O que você deseja estar fazendo, quais as conquistas que farão parte da sua lista, quais atividades estará realizando e como estará aproveitando a fase.

Claro que esse planejamento pode mudar com os anos, mas, que estrada pegar se não soubermos para onde estamos indo, não é mesmo?

Mais que estratégico, esse planejamento deve ser orgânico. Um planejamento orgânico é aquele que considera as consequências que nossas escolhas causam nas pessoas que amamos e que são importantes para nós.

Assim como desejar uma vaga de emprego em outro país sem considerar a falta que sentirão de você e o efeito que deixar a sua mãe triste te causa, planejar a sua velhice sem considerar os sentimentos das pessoas a seu redor também pode ser prejudicial.

Ao descobrir quem você quer ser quando envelhecer, alinhando com a consideração dos efeitos que essas escolhas causam ao externo, você estará apta a traçar um plano com grandes chances de realização.

Lembre-se de tirar um tempo específico para essa projeção e, depois de criar seu mapa do futuro, voltar para o momento presente para entrar em ação. A vida acontece no agora e se manter projetada, só acarreta ansiedade.

Ouse sonhar grande. Além de dar o mesmo trabalho que sonhar pequeno, desafios baixos nunca motivam o suficiente para nos tirar da zona de conforto.

Que você seja uma realizadora até o último dia da sua vida!

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Qual o medo que te motiva?

Estudos apontam que agimos motivados pelo medo ou pelo amor.

Super acredito nessa teoria e, apesar de procurar me mover pelo amor, sempre identifico medos como motivadores.

Apesar do que algumas pessoas pensam, o medo pode ser um sentimento muito valioso quando utilizado de forma positiva, ou seja, identificar sinais de alerta para melhor planejamento ou então como motivador.

No texto de hoje quero te convidar a refletir sobre quais medos têm sido motivadores das suas ações, bem como quais deles ainda não são, mas podem ser.

Costumo dizer aos meus clientes que todos nós temos um quartinho da bagunça interno, onde ficam guardados todos os sentimentos e pensamentos que não queremos mexer, limpar, organizar e até mesmo desapegar. Assim como os quartinhos de bagunça que temos em casa, esses quartinhos internos estão cheios de energia parada que precisam fluir e que influenciam diretamente nas nossas ações e resultados.

Claro que o objetivo aqui não é que você limpe todo o seu quartinho de bagunça interno de uma vez, até porque isso exige tempo, maturidade e, às vezes, ajuda profissional direcionada. O convite é para que você ilumine os medos que você provavelmente tem nesse quartinho e veja quais deles te motivam ou possam motivar a agir em direção aos seus sonhos.

Sabe aquela pessoa que trabalha além do seu próprio limite, às vezes? Ela provavelmente está agindo motivada pelo medo de perder seu emprego, por exemplo.

Quantas ações suas são motivadas pelos seus medos? 

Quantas ações são motivadas pelo amor?

Quais ações você tem procrastinado hoje que podem ser motivadas pelo medo do que possa acontecer se você não fizer?

Ser inteligente emocionalmente também significa saber sentir e usar cada sentimento a seu favor e todos (TODOS) os seus sentimentos devem ser utilizados de forma positiva.

Sentimentos são mensagens, aprenda a interpretá-las.

Vem comigo nessa?

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Troque o “tenho que” por “eu escolho/quero”

Quanto peso e responsabilidade carrega uma frase que começa com “eu tenho que”, não é mesmo?

Estudos demonstram que parte de nós, ao longo da vida, desenvolve certa resistência a obrigações, como se algo que poderia ou que já seria feito por você, perdesse todo prazer quando alguém te diz que tem que fazer.

Você é desse time? Eu sou!

Essa foi uma das características que eu descobri na minha jornada de autoconhecimento e, por tê-la trazido para a consciência, consigo lidar muito melhor com as coisas que as pessoas me pedem para fazer hoje em dia.

Que tal se nós tirássemos esse peso do ter que fazer? Afinal de contas “NÓS NÃO SOMOS OBRIGADAS A NADA”! rsrs

Tudo é uma questão de escolha e até mesmo quando dizemos que temos algo para fazer é porque escolhemos adicionar aquilo na nossa programação. Além de que tudo fica bem mais leve, também, quando nos conscientizamos dos motivos pelos quais fizemos essas escolhas.

E aqui você pode até lembrar daquele ditado popular que diz que nós não fazemos só o que queremos, mas eu te afirmo que aquelas coisas que você não escolhe ter que fazer são frutos de outra escolha que você fez na sua vida.

Baseada na neurociência e em como nós podemos controlar e trabalhar estrategicamente com a nossa mente, vou deixar algumas dicas de como falar a si mesma sobre algumas atividades que talvez não sejam tão prazerosas ou então que, unidas ao peso do “tem que”, tornam maçantes.

Ao invés de “Tenho que limpar a casa”, diga: “Eu escolho limpar a casa, pois assim tudo fica cheiroso, organizado e saudável para mim e para minha família.

Ao invés de “Tenho que ir trabalhar”, diga: “Eu escolho fazer esse trabalho, porque é através dele que eu ganho o dinheiro que me permite pagar as contas, estudar e proporciona momentos de lazer e diversão para mim e para minha família”.

Ao invés de “Tenho que estudar”, diga: “Eu escolho estudar para a minha prova, para que eu possa tirar uma nota satisfatória e estar ainda mais perto de me formar e conquistar uma carreira profissional de sucesso”.

Para quem já me acompanha e usa o Caderninho do Tem Quê, pode começar a chamá-lo de Caderninho das Escolhas, quem ainda não conhece essa ferramenta, volte alguns posts e aprenda algo que vai te ajudar a desfrutar melhor o seu tempo.

Luz e sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Quem você não é?

Don Miguel Ruiz afirma, em seu livro As três Perguntas, que a maneira mais fácil de descobrir quem você é, é descobrindo quem você não é.

E essa pesquisa deve ser mais sincera e detalhada possível.

“Quem somos nós?”

Essa é uma pergunta banalizada, levando em conta que todos temos uma gama de informações prontas para essa resposta. Informações que não passam da superfície, que tem mais cara de roteiro feito para agradar público de todos os gostos.

Isso tem a ver com o mecanicismo da padronização que o inconsciente coletivo traz e com a nossa necessidade de aceitação social e sensação de pertencimento, mas isso é papo para outro dia.

Vamos focar em quem nós não somos, nas qualidades que nós não temos, nos defeitos que nós não temos, nas habilidades que nós não temos, nas fraquezas que nós não temos e por aí vai.

Sem julgamento, trabalhe apenas com fatos.

Se você não puder ser totalmente sincera consigo mesma, não poderá ser com mais ninguém. Acredite nisso!

Se tem dificuldade em falar disso, em identificar seus pontos de melhoria, provavelmente tem dificuldade em aceitar feedbacks e até críticas construtivas.

Dê a devida atenção a isso, pois é daí que vem as pistas para a nossa evolução.

Escolha um dia e um horário em que você possa se concentrar nessa expedição rumo a você mesma, pegue seu caderno de jornada e responda com muita sinceridade e detalhe:

QUEM EU NÃO SOU?

Leia com muito amor e aceitação o que escreveu e aproveite os insights. Numa próxima oportunidade falamos de quem somos.

Boa semana, luz e sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Educação emocional – a nossa responsabilidade por um mundo melhor

A pandemia deixou claro que educação não é responsabilidade exclusiva do ambiente escolar.

Pudemos sentir na pele a dificuldade de ensinar, nos sensibilizar e valorizar ainda mais os profissionais que passam a maior parte do dia com filhos de lares e culturas diversas.

Eu, particularmente, achei essa parte uma ótima oportunidade de exercitar ou desenvolver a tão falada empatia.

Aplico treinamentos em ambientes escolares e sempre procuro despertar ou reascender nos professores a responsabilidade e privilégio de fazer parte diretamente da criação da nova sociedade.

Assim como eles, também somos responsáveis por esse novo mundo, afinal nossas crianças de hoje serão os adultos de amanhã.

A pergunta não deve ser mais aquela de que mundo você quer deixar para os seus filhos, mas sim: Que filhos você tem preparado para o mundo?

As duas últimas gerações não possuem preparo emocional suficiente para lidar com as necessidades desse novo momento. Claro, que passamos tempo desenvolvendo tantas outras competências consideradas mais importantes, mas inteligência emocional não foi uma delas.

Hoje, mais do que nunca é necessário o desenvolvimento da inteligência emocional. O despertar para a humanização, a nossa reintegração com a natureza e recursos ambientais e, a melhoria nas relações entre a sociedade nunca esteve tão em evidência.

Nós temos responsabilidade na geração dessa nova sociedade e o nosso papel quanto pais e cuidadores é ensinar, através do exemplo, nossos filhos a terem inteligência emocional e todas as habilidades que a compõe, não só para serem adultos bem-sucedidos em todas áreas, mas como adultos capazes de conduzir um novo modelo de sociedade.

Adultos melhores, criam crianças melhores.

Boa semana, responsabilidade, luz e sucesso.


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @lidersesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Seja inteira!

Você não precisa ser completa. Se livre de uma vez por todas desse compromisso.

Um dos maiores causadores de stress, principalmente nas mamães, é a ideia que existe no subconsciente coletivo que devemos dar conta de tudo sempre.

Já reparou como o ser humano tem a natureza do descontentamento?

Estamos vivendo e até usufruindo do que um dia já foi um desejo, mas sempre buscando mais e ser mais. Claro que esse descontentamento, quando moderado, é essencial para que continuemos evoluindo, mas ele mal dosado traz sensação de impotência e improdutividade.

Penso que só damos conta de tudo, quando esse tudo foi planejado dentro das nossas possibilidades reais. Se de fato fizemos uma autoavaliação correta de nossas habilidades, tempo e necessidades e essas se alinharam perfeitamente.

E o que eu vejo são pessoas querendo fazer mais do que é possível, ser completas e muito raramente sendo inteiras. Entregando tudo o que tem para aquele momento e descobrindo o que ainda não tem para então aprender.

Tudo bem não saber tudo, não ser boa em tudo, se eu for inteira no que estou fazendo e sendo.

Ser inteira também exige autoconhecimento.

É preciso clareza para enxergar até onde podemos ir e o que precisamos para ir além.

Quero te deixar uma reflexão: Você está buscando ser completa ou entregando o melhor que você é hoje em tudo que faz?

Livre-se desse compromisso de ser completa e seja inteira em cada um dos papéis que você assume (mãe, esposa, amiga, filha, profissional).

Eu garanto muito mais êxito e leveza!

Boa semana, luz e sucesso.


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

A relação entre autoconhecimento e criação de filhos

O autoconhecimento tem sido um tema frequente na vida já há algum tempo. E, dia desses, parei para pensar e pude notar que se intensificou ainda mais depois do nascimento do Otto.

Eu sou aquela pessoa das teorias e dos livros. Gosto de me pautar em quem entende mais do que eu para tomar minhas decisões e poder medir o que funciona pra mim e o que não.

Depois que Otto nasceu eu tinha a preocupação de cuidar dele da melhor maneira e entender como funciona o universo dos bebês. Mas além disso, passei a ter uma preocupação de como cuidar de mim para poder ser uma boa mãe e cuidar bem dele.

E é aí que entra o autoconhecimento. Sabe aquela frase “para ver a mudança no mundo, seja você a mudança primeiro”? Ela se aplica perfeitamente para os filhos também. A gente precisa estar bem e refletir isso para poder cuidar bem.

A mudança vem de dentro pra fora. Reflete nas nossas atitudes e, consequentemente, no comportamento e atitude dos nossos filhos. E é incrível ver essa magia acontecendo. Estou só no início dessa caminhada, tenho muito a aprender ainda, mas já colho frutos.

Não sou perfeita, cometo falhas. Me sinto mal quando isso acontece. Mas consigo enxergar a situação sob outro ângulo e saber onde errei para poder melhorar depois. Isso é autoconhecimento também.

Apesar de muitas pessoas torcerem o nariz para esse assunto, ele é fundamental para todas as áreas da vida: no trabalho, nas relações interpessoais, na construção da sua marca pessoal – todos nós temos uma- e, claro, na criação dos filhos. Quanto antes as pessoas se derem conta disso, melhor será para elas e para o mundo. Quem também está nessa jornada?

O que você está pensando?

Conforme o post da semana passada sobre o poder do autoconhecimento (clique aqui para ler), hoje começa uma série de exercícios de domínio pessoal e eu sugiro que você tenha um diário de jornada para anotar seus aprendizados, resultados, sentimentos e insights de cada exercício.

Você já deve ter ouvido em algum lugar que você não é o que pensa. Ou então, que se você pensa que pode, está certa. E se pensa que não pode, também.

A verdade é que a nossa mente é um sistema maravilhoso quando sabemos manusear. O primeiro passo é tornar-se consciente do que a sua mente diz, ou seja, de quais conversas estão rolando.

Comece pelo seu primeiro pensamento da manhã, perceba e anote o que vem na sua cabeça assim que você acorda. Vá anotando os pensamentos que identifica e classifique quais deles te elevam e quais te atrasam, abalam ou desanimam. Perceba se seus pensamentos te colocam numa posição de entusiasmo e otimismo, ou se te levam para um lugar de medo e insegurança.

Anote também quanto tempo você permanece nesses posicionamentos, quanta energia você gasta nesses pensamentos.

Dificilmente a sua conversa mental é neutra, então analise com carinho e perceba com sinceridade os caminhos. Para ajudar, você pode colocar um alarme no seu celular para tocar a cada meia hora e te chamar para essa atividade de autopercepção. Confie, será divertido e enriquecedor. Persista, porque a prática vai torná-la uma pessoa melhor.

No final do dia, leia suas anotações, reflita sobre o exercício e escreva sobre:

✓ A frequência com que se pegou pensando coisas negativas sobre você (autocrítica) ou sobre o seu futuro;

✓ A frequência com que você julga e critica outras pessoas, desde a maneira que se vestem até características físicas e comportamentos;

✓ A frequência com que você se compara com os outros, se sentindo melhor ou pior;

✓ Quanto tempo você gasta culpando os outros pelas situações que acontecem no seu dia e pelos seus sentimentos.

Capriche na entrega desse exercício e aproveite os benefícios. Quem fizer comenta aqui para que possamos trocar e nos ajudar.

Luz e Sucesso.


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

O real poder do autoconhecimento

O mundo já mudou e quem ainda não percebeu, na certa está em estado de sofrimento e com a sensação de estar perdido.

Não existe velho e nem novo normal, cada vez menos existirão padrões. Melhor ainda, o significado de padrão será o mais subjetivo de todos, o seu “normal” será aquele que faz sentido para você, te faz melhor e te permite viver com leveza.

O autoconhecimento entra como elemento essencial para uma Era em busca de propósito, afinal de contas como viver o seu melhor sem se conhecer, não é mesmo?

Hoje existe uma gama de ferramentas que se complementam e geram autoconhecimento, tem para quem é racional e tem dificuldade de se entregar, tem para quem é cético, tem para gosta de se conectar com energias multidimensionais. Tem para acessar traumas do passado, tem para alinhar as energias familiares, tem para planejamento estratégico eficiente, para descobrir de fato onde você está e como chegar aonde deseja.

A verdade é que você só precisa buscar e se conscientizar que, assim como um personal trainer faz toda a diferença no seu treino físico, um profissional capacitado pode te ajudar, e muito, a lidar emocionalmente com a vida. Que é uma das maiores dificuldades da sociedade, há anos.

Não existe outro caminho para o sucesso material, realização profissional e bons relacionamentos que não comece de dentro para fora. Enquanto você não cuidar de si mesma, descobrir quem você é, curar feridas e se amar de verdade, o externo não responderá às suas expectativas, em outras palavras, nunca estará bom o suficiente. Você viverá uma vida de altos e baixos, sem sentido.

Escrevi uma série de exercícios de domínio pessoal para as próximas semanas, que irá te ajudar nesse processo e despertar a sua liderança pessoal.

Fique ligada e, por enquanto, vá se preparando para o mundo das infinitas possibilidades que se abre quando você aceita ajuda.

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Conheça e pratique a escrita terapêutica

A escrita é uma das ferramentas mais fáceis e rápidas para quem se preocupa com a sua saúde mental e emocional.

Não tem segredo, você precisa de alguns minutos sem interrupções, papel, caneta e vontade de organizar todas as inúmeras ideias que sua mente carrega. Você não precisa ser escritor e nem ter talento especifico para a escrita, afinal de contas é para analise sua.

Separe 5 minutos dos seu dia e escreva tudo o que vier, sem julgamentos, não precisa fazer sentido. Vá tirando da sua mente todas as ideias que se misturam, como se estivesse esvaziando. Fazendo isso por 10 dias consecutivos, já será possível notar o quanto se sentirá mais calma, menos ansiosa e estressada.

Existem muitos benefícios nessa técnica, como por exemplo, o autoconhecimento. Já que é possível saber mais sobre você pelas coisas que você escreve, avaliando as ideias, sonhos, vontades, sentimentos. Se no momento da escrita você estiver triste e vier a escrever sobre isso, verá que muitas coisas novas poderão ser encontradas por trás da situação que lhe gerou a sensação de tristeza.

Também ajuda a encontrar soluções para problemas, a princípio irresolúveis, ao escrever sobre o problema você se coloca como expectador e então é capaz de enxergar pontos que talvez não tivesse visto, quando estava totalmente envolvida emocionalmente.

Ajuda ainda a organizar os pensamentos. Nas primeiras vezes que praticar poderá perceber que muda de assunto com rapidez, isso é porque existem ideias variadas sendo processadas ao mesmo tempo. Essa ferramenta te ajuda a colocar tudo no lugar e você sentirá tranquilidade tanto para decidir como para se comunicar em relação a elas.

Poderia falar mais sobre os benefícios, mas prefiro que você mesma me diga. Comece a praticar a escrita terapêutica e depois volte aqui para dividir os resultados que experimentou e inspirar mais mamães a fazer também.

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Não sofra, cocrie

Uma das práticas mais comuns entre os seres humanos é sofrer por antecedência, viver projetado no futuro, imaginando o pior resultado para os seus anseios.

Conhecido também como ansiedade, o hábito de imaginar negativamente e alimentar sentimentos como medo ou tristeza em relação àquilo que desejamos assola mais da metade da população.

A Neurociência traz inúmeros estudos sobre o assunto e o que eu gosto de destacar é o “goze” por antecipação. O nosso cérebro não distingue o real do imaginário e atua sempre em momento presente, ou seja, se você imaginar o que você deseja que aconteça em determinada situação agora, despertará sentimentos positivos imediatamente.

Além disso, as teorias da física quântica e lei da atração ensinam seus adeptos a cocriarem suas realidades desejadas através da sensação de gratidão por aquilo que ainda não aconteceu. Como assim? Nós utilizamos a vantagem de poder sentir no agora aquilo que imaginamos como se já estivesse acontecendo e enviamos a mensagem limpa ao Universo daquilo que desejamos conquistar.

O cérebro por sua vez, que além desses segredos que revelei acima, também atua de forma inconsciente para fazer valer aquilo que visualizamos, busca formas e caminhos para a realização.

Depois dessas informações eu duvido que você continue gastando energia imaginando o pior das hipóteses acontecendo e sofrendo por antecedência. Concentre-se em imaginar o melhor se concretizando, sinta as emoções positivas e de quebra ainda cocrie a realidade desejada!

É com você!

Luz e Sucesso,

Flávia Gimenes


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

 

As 5 linguagens de conexão

Um assunto que eu adoro falar, escrever e ouvir. Baseada no livro As 5 Linguagens do Amor, essa teoria nos ajuda entender mais e, de quebra, entender o outro.

Nada melhor para esse momento tão introspectivo e ao mesmo tempo de convívio integral com os nossos mais próximos.

Estudos demonstram que somos negligentes na ação de entender e nos esforçamos menos para nos conectar com aqueles que são mais próximos de nós, como família por exemplo. Por estar tão do lado, tratamos como se a conexão fosse óbvia e obrigatória e, nem sempre, ela é.

Existem 5 linguagens pelas quais comunicação carinho, amor e conexão. São elas:

PRESENTES

Algumas pessoas demonstram seus sentimentos e criam conexões através da entrega de mimos, lembranças e presentes. São aquelas pessoas que gostam de fazer surpresas.

TEMPO DE QUALIDADE

Pessoas que se conectam através dessa linguagem são aquelas que ficam horas no telefone, que sempre arranjam um tempo para visitar, que adoram passar tempo junto com quem ama, ainda que não seja fazendo nada de tão importante.

ATOS DE SERVIÇO

Pessoas que gostam de fazer favores, que estão sempre ligadas em algo que o outro está precisando para ele então suprir ou facilitar. Essas pessoas se conectam pela linguagem dos atos de serviço, elas demonstram seu carinho e atenção fazendo algo por ou para você.

PALAVRAS DE AFIRMAÇÃO

Os declamadores se comunicam por essa linguagem. Aqui estão aqueles que gostam de verbalizar o quanto gostam, entregam palavras de reconhecimento e elogios.

TOQUE FÍSICO

Os que se utilizam dessa linguagem às vezes são vistos como “grudentos”, mas não tem nada a ver, é a só a forma que eles têm de se conectar, receber e demonstrar carinho. São os que gostam de cafuné, abraço, beijo e tocam na pessoa quando falam.

E aí? Descobriu qual a sua linguagem?

É importante lembrar que, geralmente, esperamos receber o carinho e que as conexões aconteçam na nossa linguagem e nem sempre isso é possível. Então vale a pena explicar sobre a sua linguagem e também entender a linguagem das pessoas, recebendo o seu carinho e se conectando através da linguagem delas também.

Luz e Sucesso,

Flávia Gimenes


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Não leve nada para o lado pessoal

Recentemente, recebi uma indicação de livro do Universo. Por quatro vezes, em situações totalmente distintas, ele se apresentou e eu entendi que deveria me alimentar do seu conteúdo para já.

O Livro se chama Os quatro compromissos, de Don Miguel Ruiz. Ele o intitula como um guia prático para a liberdade pessoal, o que está super alinhado com as minhas crenças relacionadas ao poder da liderança pessoal.

E por falar em crenças, elas são a base dos ensinamentos que ele compartilha no livro e eu quero chamar a atenção para o segundo compromisso que ele apresenta que é o de não levar nada para o lado pessoal.

Ele ilumina a ideia de que qualquer opinião vem embasada no sistema de crenças de quem a emite, ou seja, no que o detentor acredita e viveu em experiências. E é preciso que nos lembremos disso não só quando recebemos uma crítica, mas também como um elogio.

Nada é realmente sobre você quando vem do outro, sempre virá com o olhar daquilo que ele acredita, por isso não devemos levar nada para o lado pessoal e sim, filtrar tudo com a nossa verdade e sistema de crenças.

Quando você compra a opinião do outro, faz dela a sua verdade, integra aquilo no seu sistema de crenças.

Busque conhecer-te mais a cada dia, assim terás bem claro quais tuas virtudes e quais seus pontos de melhoria e, NÃO LEVE NADA PARA O LADO PESSOAL.

Luz e Sucesso,

Flávia Gimenes.


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Como lidar com procrastinação

O ato de procrastinar faz parte da realidade de todo ser humano, sem exceção. A diferença das pessoas que produzem e conquistam resultados para aquelas que não o fazem, se chama procrastinação consciente.

Sim, elas também procrastinam e têm dias improdutivos na sua jornada, mas quando isso acontece elas seguem um passo a passo que ajuda muito e eu vou ensiná-lo para você.

O primeiro passo é a ACEITAÇÃO. É preciso acolher-se quando as coisas não saem como você gostaria ou quando não conseguiu cumprir com a agenda que você se programou. Caso contrário, vai entrar no círculo vicioso infernal (como diria Mark Manson), você se sentirá culpado por sentir culpa por algo que você mesmo determinou.

Confuso, eu sei. Mas é super verdade! Na Jornada do Autoconhecimento onde estamos observando nossos pensamentos e entendendo nossos sentimentos é comum isso acontecer, então vamos nos aceitar e acolher.

Segundo passo é a INVESTIGAÇÃO. Entenda os motivos pelos quais você tem procrastinado, o que você fez no lugar de fazer aquilo. Veja se estão bem claros os motivos pelos quais você colocou aquela tarefa na sua agenda.

Terceiro passo é a MUDANÇA. Depois de levantar todas as informações referentes ao ato de procrastinar determinada tarefa, proponha-se mudar a tática. Se você notou que está faltando motivação, faça uma lista dos benefícios que aquela atividade te trará.

Se percebeu que o problema está na complexidade, veja uma forma que possa fazer para que seja mais tranquila, talvez se fizer em mais dias ou fragmentar essa atividade. Um pouco por dia é sempre melhor que nada.

Quanto mais controle da situação, mais autoconfiança para realizar você terá.

Muitas vezes, ao fazer esse passo a passo, você perceberá que talvez aquela atividade nem era assim tão importante e necessária, ela pode servir para a vida de outro, mas não para a sua. Bem como poderá identificar algumas necessidades suas do momento que estavam escondidas atrás dessa procrastinação.

Tenha consciência da sua procrastinação e a torne sua aliada.

Luz e Sucesso,

Flávia Gimenes


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

O que você fala, seu cérebro acredita

Você sabia que o seu cérebro não distingue o que é real do imaginário?

Parece papo de maluca, mas não é não!

Os seus pensamentos geram sentimentos e influenciam as suas ações e comportamento fisiológico, prova disso é a nossa capacidade de sofrer por horas ou dias por uma situação ruim que durou apenas 10 minutos.

Faça um exercício agora. Lembre-se do dia mais feliz da sua vida com detalhes, você com certeza sentiu algo positivo e pode até mesmo ter soltado um sorriso involuntário. É assim, tudo o que você pensa e fala o seu cérebro entende como verdade e processa no momento presente.

Todas as frases que você repete com frequência são registradas no seu sistema e seu cérebro passa os dias ratificando essas mensagens. Por isso a importância de observar quais verdades você vem gravando no seu subconsciente.

Dias atrás observei em mim uma mania de repetir a frase “a vida não é fácil”. Que péssima verdade para registrar, não é mesmo? Pensa em como os meus sabotadores internos trabalham diariamente para ratificar essa dificuldade em viver.

Talvez você já deve ter identificado algumas verdades registradas no seu cérebro que atrapalham ao invés de alavancar seus projetos e rotina. Então, a dica de hoje é que você crie afirmações positivas para a substituição desses registros. Repita a si mesma seus mantras pessoais e não pare até que tenham sido devidamente registrados no seu subconsciente.

Qual foi o meu mantra positivo criado para substituir aquele?

“A minha vida é maravilhosa e tudo vem a mim com facilidade, alegria e glória.”

Que você seja capaz de dizer a si mesma somente verdades que te impulsionam.

Luz e Sucesso!!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeura, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Quando a antiga vida faz falta

Já se pegou pensando em como era feliz e não sabia? Ou em como aproveitaria melhor uma
época que não volta mais?

É normal isso acontecer quando falta clareza sobre o nosso momento presente, ou seja,
quando não conseguimos enxergar na totalidade quais as responsabilidades e quais os
benefícios que essa nova fase te entrega.

Sentir saudade de fases, ciclos e situações passadas é essencial, faz parte da estrutura de
orgulho e admiração da nossa história. O que não podemos fazer é negligenciar nosso
presente e desejar voltar a uma realidade que, observando de longe, nos parece mais fácil e
tranquila.

É muito falado de que uma das principais causas da depressão é viver no passado, mas
remoendo dores, frustrações e traumas. Mas também é possível viver no passado visitando
situações positivas e fazer do presente uma fase assustadora e ruim.

Encontre a clareza do seu momento presente. Entenda e aceite que todas as suas experiências
te trouxeram até aqui e que, ainda que de maneira inconsciente, você criou a realidade que
você vive hoje e ela é perfeita para a sua evolução.

Ao visitar o passado recolha recursos que possam te ajudar a viver da melhor forma as
responsabilidades e prazeres que seu momento atual te oferece.

Entregue-se e aprenda tudo o que puder, afinal os ciclos se abrem e fecham sem dia e horário
marcado, só cabe a nós fazer valer a pena.

Respire fundo! Viva o hoje! Seja grata!

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeura, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada. 

Inteligência emocional em quatro passos

 

A Inteligência Emocional é considerada a grande chave para o sucesso dos seres humanos.

Sentir é algo que as máquinas não podem fazer por nós, então que tal nos dedicarmos cada vez mais ao gerenciamento dessas emoções?

No momento enfrentamos uma crise planetária, fomos convidados a nos isolar e ter contato apenas conosco e com os aqueles que convivemos diretamente.

Um desafio para um mundo que não está tão acostumado a olhar para dentro e nem encarar seus problemas relacionais de frente.

A Inteligência Emocional é a caixinha de primeiros socorros essencial para os dias de hoje, principalmente, e eu gosto de dividi-la em 4 passos. São eles:

AUTORRESPONSABILIDADE

É nessa fase que o Piloto Automático é desligado e começamos a agir e não reagir.

Assistimos atentos às nossas ações, como se acompanhássemos um seriado. E então nos conscientizamos de que nossos resultados são sempre frutos das nossas ações e escolhas.

Até mesmo aquilo que alguém faz para nós, depende do nosso consentimento.  Se você quer desenvolver a sua Inteligência Emocional, aceite de que é o responsável por todos os resultados da sua vida, os bons e os ruins.

Autorresponsabilidade não é culpa, é liberdade.

AUTOCONHECIMENTO

O segundo passo é o autoconhecimento. Se deseja gerenciar as suas emoções, é preciso saber quem você é, do que você gosta, quais são seus talentos e habilidades e também quais as suas vulnerabilidades.

Para isso existem muitas ferramentas e profissionais espalhados por todos os cantos, com diferentes maneiras de te ajudar.

Leia livros e faça listas, escreva sobre você e sobre seus sentimentos, com frequência.

AUTOCOMPAIXÃO

Esse terceiro passo é muito importante, afinal de contas você está numa jornada de desenvolvimento e muita coisa vai mudar no caminho.

Na busca pela Inteligência Emocional você identificará comportamentos incoerentes com uma pessoa que entende e gerencia suas emoções, diálogos agressivos, atitudes impulsivas, etc.

E para todas essas situações você deverá acionar o botão da autocompaixão. Aceitar que até aqui você fez o melhor com as informações que você tinha e que daqui em diante pode fazer melhor.

Se abrace, se ame e se valorize, você está em evolução.

EMPATIA

Entender o outro é um dos principais passos para quem deseja ter Inteligência Emocional.

Aceitar e validar os sentimentos e intenções externas faz com que você consiga enxergar além do que uma discussão propõe, além do que uma briga expõe.

Além disso, só é empático aquele que carrega consigo a ideia de que todo mundo está certo dentro do seu ponto de vista e que nossa missão é respeitar e não convencer da nossa verdade.

Assim, há menos gasto de energia e melhor convivência em todos os grupos.

Espero que faça sentido para você trilhar esses 4 principais passos e iniciar o desenvolvimento da sua Inteligência Emocional.

A vida deve ser leve, feliz e abundante, esteja consciente para aproveitar.

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeura, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.