A importância do lúdico em período de isolamento

Já é sabido da importância do brincar e que crianças aprendem através de brincadeiras e vivências. Também já foi comprovado cientificamente que brincar não faz bem apenas para as crianças, mas também para os adultos: alivia o estresse.

Hoje, nesse contexto que vivemos, em que pais e filhos passam cada vez mais tempo juntos em casa, pode ser desafiador conciliar trabalho e brincadeiras com os filhos.

Nesse momento, qualidade é melhor que quantidade. Mais vale tirar pequenos períodos do dia para dar atenção às crianças, com brincadeiras curtas, mas de verdadeira interação por parte dos pais, do que passar o dia apagando incêndios, tentando fazer a criança se distrair enquanto você tenta trabalhar. Estabelecendo isso como rotina, eles passam a entender que tem o tempo deles, mas também tem os momentos em que precisam brincar sozinhos.

Aqui em casa já retomamos as aulas presenciais. Otto passa meio período na escola. Chega em casa por volta de 14h30, toma banho, faz um lanche e então tem a tarde livre para brincar. Como já gastou bastante energia na escola, fica tranquilo, brinca bastante sozinho.

Geralmente procuro deixar esse tempo para estar com ele. Mas se preciso trabalhar no computador, por exemplo, sento perto dele e ele me vê enquanto brinca, percebo que isso o deixa mais calmo.

À noite, começamos com a rotina de leitura antes de dormir visando diminuir o tempo na frente da televisão, que acaba agitando muito as crianças. Ele se mostrou bem animado com a novidade. Após a leitura, luzes apagadas e hora de dormir. São momentos de conexão entre nós e de tranquilidade minutos antes de pegar no sono, o que o faz dormir melhor.

Além de toda importância para o aprendizado e desenvolvimento, o brincar também deixa memórias e cria laços. Ainda que não se esteja brincando junto, é importante interagir, mostrar interesse. No futuro, esses vínculos estarão fortalecidos e esse período deixará boas memórias de um tempo caótico lá fora, mas de amor e companheirismo aqui dentro.

Looks com bota western

Bota lindíssima @paulatorresbrand de cano alto combinada com jeans skinny e blazer oversized

Dias mais fresquinhos chegando e a gente já fica querendo tirar as botas do armário. Quem também é assim? São muitos modelos, dos mais variados estilos e materiais. Mas hoje vamos falar especificamente do tipo western, aquela bota estilo country, de bico mais fino, salto grosso e baixo. Aparece com cano longo e curto, e algumas ainda possuem desenhos e aplicações. Ficam lindas com looks básicos de jeans, mas também arrasam com vestidos longos e midi fluidos. Veja as inspirações de como usar:

Onde encontrar:

Amaro
https://amaro.com/br/pt/c/moda-feminina/sapatos/botas/50000710_0002/bota-western-cano-curto-0/preto
Le Blog
https://www.leblogstore.com.br/bota-nobuck-dandara-arena/p
Paula Torres https://www.paulatorres.com.br/bota-berlim-militar-p1001220

A tendência do conforto chique para o home office

O estilo que traz o conforto chique como protagonista é a bola da vez. Com o home office cada vez mais em alta, a ideia de uma roupa que seja apresentável na chamada de vídeo e ao mesmo tempo super confortável para o tempo que está em casa, é o must have dos tempos atuais.

Estamos falando de roupas mais casuais, peças oversized, tricôs, chinelinhos de pelo super macios, conjuntos de moletom (já falei deles aqui)…

Porque nós queremos estar bonitas, chiques e confortáveis, sem perder o estilo. Veja algumas inspirações. E por aí, como está o seu conforto chique?

Imagens: Reprodução Instagram e Pinterest

Pandemia e mudança de comportamento nas compras de moda

comportamento de moda

A moda conta história e reflete o momento e o contexto que estamos vivendo. Com a pandemia e o lockdown não seria diferente. A vida de grande parte das pessoas mudou e se resume a pouquíssimas ou nenhuma saída de casa. Logo, a moda traduz isso na maneira de se vestir que também mudou para algo mais casual.

Ainda que se tenha reuniões on-line por vídeo, a busca por conforto e simplicidade (sem perder o estilo e a informação de moda) se tornou mandatária.

Donos de marcas de moda observam a mudança de comportamento e a tendência pela busca de tecidos de qualidade e boas modelagens que ofereçam conforto.

Os tricôs também aparecem como protagonistas por oferecerem sensação de aconchego e acolhimento (um pouco do que estamos precisando).

Parece que estamos caminhando para uma fase na moda sem muita extravagância, ao contrário, o simples, o atemporal, mas com toque de estilo e personalidade fazem os looks da vez. Aguardemos a próxima tendência.

Imagem: Pinterest

Como usar saia midi com bota e arrasar na meia-estação

Sei que o comprimento midi é meio controverso, especialmente porque quem não é tão alta pode achar que não favoreça, mas usando os truques certos de styling, dá para arrasar na produção. Invista em modelos com cintura mais alta para alongar a silhueta; use botas com o bico mais fino e deixe um pouco de pele à mostra, seja na canela ou nos punhos; se a bota for de cano mais longo, certifique-se de que a saia cubra tudo para dar um efeito mais bacana.

Dito isso, bora ver algumas inspirações para arrasar nessa estação!

Que tal? Qual foi seu look preferido? Agora já pode correr para o closet e montar o seu!

Imagens: Reprodução Instagram e Pinterest

Dica de série: O Paraíso e a serpente

Pode conter spoiler

A série da Netflix que está nos últimos dias entre os top 10 e tem sido comentada nas redes tem oito episódios de aproximadamente uma hora cada. Mas você fica tenso e grudado na tela, especialmente nos três primeiros episódios.

A história, que é baseada num caso real (guarde bem essa informação), se passa em Bangkok, na Tailândia dos anos 70. Um homem que se apresenta como Alain Gautier (mais adiante descobrimos que o verdadeiro nome é Charles Sobhraj, vendedor de gemas, leva a vida aplicando golpes em jovens do mundo todo que viajam ao país a passeio.

Ele é sedutor, convincente, sabe levar as pessoas no papo, e quando se vê, não restou nada para contar história. Ele dopa as pessoas colocando remédio nas bebidas e leva tudo que elas têm.

Mas ele não faz isso sozinho. Tem a ajuda do comparsa Ajay e da companheira Monique (ou Marie-Andrée) que o fazem passar por um homem de negócios bem sucedido e contribuem em todo o esquema.

Ele faz tudo com muita frieza e não procura se esconder de ninguém. Até que ele aplica o golpe e mata um jovem casal de holandeses. Esse caso cai nas mãos do incansável diplomata holandês que trabalha na embaixada da Tailândia, Herman Knippenberg, que sente cheiro de coisa estranha e começa a investigar.

Ele enfrenta muita resistência por parte das autoridades e inclusive da própria embaixada, mas não desiste e pouco a pouco vai desenrolando essa história, que passa a ficar pior quanto mais se descobre.

Afeganistão, Nepal e Índia são outros lugares por onde Alain passa cometendo seus crimes impunemente. Com a ajuda do casal francês Nadine e Remi, Knippenberg consegue reunir provas e monta um dossiê associando Alain a diversas mortes de jovens europeus.

O mais chocante é a tranquilidade e frieza de Alain para agir. Tanto Mariée quanto Ajay têm crises de consciência em alguns momentos. Mas ele não. Não demonstra tristeza, remorso, amor, compaixão, nada.

A história leva anos para ter um desfecho, mas ele acontece. Talvez não da maneira que se espera, mas acontece. E o que eu falei no início do texto sobre ser baseado em fatos reais, é que mais chocante ainda é pensar que esse homem existe e praticou todos esses crimes da maneira como foi retratado. Todos os personagens são reais (inclusive o macaquinho de estimação que aparece), apenas tiveram os nomes trocados para preservar sua intimidade. No fim, aparecem relatos sobre onde estão cada um deles. Emociona de ver.

Filme: Fuja

Sarah Paulson interpreta Diane, uma mãe superprotetora que cria a filha, Chloe, cadeirante – e portadora de doenças como asma, diabete e arritmia – longe de tudo e de todos. Ela estuda em casa e recebe ali todos os cuidados necessários.

Chloe é independente e se vira bem sozinha nas atividades diárias. Está sonhando com a hora de ir para a universidade e aguarda ansiosamente a resposta de sua aplicação.

Elas parecem viver muito bem – exceto pelo fato de Chloe não ter celular e não poder usar a internet sem a supervisão da mãe. Até que um fio solto chama atenção de Chloe. Sob a desculpa de troca de medicamento, Diane tenta dar à menina um remédio que ela descobre mais tarde ser algo perturbador.

O filme tem doses de suspense e mistério na medida. Sob a fachada de mãe dedicada e que ama muito a filha, aos poucos ela começa a revelar a verdadeira face e praticar abusos psicológicos com a menina.

O tempo todo o espectador se pergunta (pelo menos eu me perguntei rs) a possível explicação para Diane fazer tudo que faz com a filha. Existe um porquê, mas nada que justifique tamanha crueldade (e não vou detalhar para não dar spoiler rs). É um filme que prende, desperta curiosidade e flui super bem, apesar da temática de suspense e mistério. O final é surpreendente.

Obs.: O filme está disponível na Netflix

Lições de yoga – para dentro e fora do tapete

Respire

A primeira coisa que você aprende praticando yoga é respirar. Respirar fundo e na hora certa inspirar, expirar. Traz calma e consciência corporal.

Equilíbrio

Algumas posturas exigem mais equilíbrio (assim como algumas situações na vida). Você se concentra, foca, às vezes dá aquela balançadinha, mas que não deixa cair.

Flexibilidade

Talvez você não seja a pessoa mais flexível, mas com treino, tempo e persistência, vai ganhando espaço e, a cada respiração, conquista um pouquinho mais de flexibilidade.

Paciência

Algumas posturas não vão ser feitas logo na primeira vez. É preciso ser paciente para repetir até aperfeiçoar e conseguir.

Confiar no processo

Para chegar a algumas posturas específicas, existe uma ordem que é como um preparo, um aquecimento que vai preparar o seu corpo para chegar no objetivo final. Não adianta pular etapas, você precisa passar por todo o processo até estar preparado para chegar a tal pose.

Viver o momento presente

Aterrar, meditar, concentrar. São atitudes para estar no aqui e agora. Yoga propõe isso a cada asana: viver o momento presente.

Livro: A Biografia Humana

Através de uma metodologia própria, a psicóloga conduz os consultantes (ela não gosta de chamá-los de pacientes) por uma viagem pela própria vida, passado, origens, para tentar solucionar problemas do presente.

Ela explica sobre os personagens que muitas vezes “vestimos” para conseguir sobreviver após situações traumáticas vividas na infância.

As descobertas muitas vezes são surpreendentes. Interessante para quem tem filhos por mostrar como o discurso materno e atitudes do pai podem mudar drasticamente a maneira como a pessoa vive e se relaciona. Quem não tem, acaba olhando em perspectiva e tentando montar o quebra-cabeças da própria vida, relembrando da infância e adolescência para montar a própria biografia.

5 maneiras de atualizar o look de moletom com sapato cool

Já falei aqui que o moletom (principalmente os conjuntos) veio para ficar nesse nosso novo estilo de vida que pede conforto e estilo no home office.

Mas não é porque vamos usar moletom que precisamos ficar com o look boring – sem graça! E eu trouxe aqui as 5 maneiras de atualizar já esse look adicionando um sapato bem cool à produção!

Tênis

moletom cool 2

Quando se fala em moletom, logo se pensa em tênis. E por que não? Mas ele não precisa ser básico, pode ter um toque de fashionismo para dar vida ao look.

Mules

moletom cool 3

moletom cool 5

As mules são atualizadores instantâneos de look, deixando-os mais modernos. Esse modelo de pelinhos da Gucci então, nem se fala. E o melhor é que tem opções inspired tão lindas quanto o original!

Escarpim

moletom cool 6

moletom cool 7

Moletom e escarpim, por que não? Bateu a vontade de subir no salto e se sentir mais chique? Esse é o modelo perfeito.

Bota

moletom cool 8

moletom cool 9

Quando a gente pensa em moletom com botas, pode parecer estranho num primeiro momento, mas olhando esse look da Rihana dá pra ver que pode ser sim uma boa opção. Se quiser ousar ainda mais, aposte no modelo com print animal.

Mocassim

Para encerrar, o modelo clássico de mocassim pode ser o equilíbrio perfeito para o despojado que traz o moletom.

Qual seu modelo favorito? Me conta nos comentários!

Dica de série: Da decoração ao makeover

da decor ao makeover 1

Que todo mundo adora uma série de decoração/reforma não é novidade. Basta dar uma rápida espiada no catálogo de opções da Netflix e afins.

Da decoração ao makeover mostra a vida e o trabalho de Shea e Syd McGee, que renova desde pequenos cômodos ou ambientes até casas completas. Inclusive a casa dos sonhos do casal, que eles fazem do zero para viver com as duas filhas pequenas.

Além do estúdio de design de interiores, o casal tem uma loja móveis e decoração que parece ser uma sensação lá nos Estados Unidos. Eles não estão para brincadeira: tudo é de muito bom gosto, e tanto as peças da loja quanto os projetos de decoração fazem muito sucesso.

O bacana é que Shea, que encabeça e dirige cada projeto pessoalmente, consegue ler e interpretar os clientes, entendendo exatamente o que eles buscam. E ela comenta que não importa se é um budget mais modesto ou cifras milionárias, o importante é que o cliente sinta que a casa reflete seu estilo pessoal. Ela diz que o design não se resume a coisas bonitas. Ele tem o poder de mudar seu modo de viver na casa.

São apenas duas temporadas de seis episódios cada, mas fuçando na internet, descobri que eles já estão gravando a terceira temporada que deve ir ao ar ainda esse ano. Super indico para relaxar a mente se deliciar com imagens lindas de casas repaginadas e o cenário encantador de Utah, nos Estados Unidos.

da decor ao makeover 2

da decor ao makeover 4da decor ao makeover 5da decor ao makeover 6da decor ao makeover 7da decor ao makeover 8da decor ao makeover 9

Incentivando a autonomia nas crianças

Sempre busco encorajar Otto a ter autonomia e ser independente porque acredito que dessa forma ele vai crescer e se tornar um adulto mais forte e capaz. Mas já me peguei, nesse caminho, preocupada com a opinião alheia, o famoso julgamento: o que vão pensar? Que não sou uma boa mãe, não ajudo e deixo que ele “se vire sozinho”.

Eis que durante meus estudos aprendi que quando fazemos coisas pelas crianças, diminuímos a capacidade de aprendizagem delas.

Sim, porque é fazendo que se aprende a fazer. O simples ato de tomar água em um copo de vidro, por exemplo. Elas não vão saber logo de cara, vão derrubar água algumas vezes até entender como se faz.

Veja bem, não estamos o tempo todo com elas e em algum momento vamos falhar. Por isso, é importante que elas saibam agir de forma autônoma.

Claro que ser permissivo demais também não é legal. Mas encontrar um caminho entre o meio termo vai ser de grande valia para que as crianças não percam a vontade de aprender. Quando elas percebem que são capazes de fazer algo sozinhas, se sentem felizes, fazendo parte do meio em que vivem e encorajadas a aprender mais.

Moda: você vai querer usar parka

Vamos viajar um pouquinho na história para conhecer mais sobre essa peça icônica que aparece há tempos no mundo da moda. Originalmente, a parka foi criada por esquimós para se proteger do frio e da neve. Era feita de pele e pelo animal.

Tempos depois, na década de 60, a parka foi muito usada pelos mods (uma subcultura que teve origem em Londres) para se proteger das baixas temperaturas e também homenagear seus pais, pilotos combatentes na guerra. Nesta época, a peça era feita em verde militar com o escudo da Royal Air Force (Força Aérea Inglesa) bordado.

Muitos anos já se passaram e a parka foi se renovando e sendo adaptada para a moda, costumes e temperaturas de cada lugar. Além do verde tradicional, já vemos marcas brincando com as cores e materiais utilizados na confecção da peça.

É um casaco muito curinga, podemos usá-lo com jeans, short, vestido, enfim, as possibilidades são inúmeras. E com a chegada do outono por aqui, veremos muito nas composições dos looks das fashionistas.

Agora, repaginadas e modernas, as parkas também fazem sucesso em outras cores além do tradicional verde militar: tem rosa, azul, amarela, para todos os gostos.

Trouxe algumas maneiras de usar a peça e também onde encontrar alguns modelos.

Garimpei alguns modelos bem legais:

Amaro

Tem também de outras cores

https://amaro.com/br/pt/c/roupas-femininas/jaquetas/20025865_0033/jaqueta-parka-sarja-regulador/verde-militar

Renner

https://www.lojasrenner.com.br/p/-/A-551369795-br.lr?sku=551880067

Carol Bassi

https://www.cjfashion.com/parka-anemona-rosa-chiclete-5209-carol-bassi/p

Livro: Mulheres visíveis, mães invisíveis

Trata-se de uma coletânea de textos da psicopedagoga Argentina, Laura Gutman, que foram publicados em revistas espanholas.

Ela aborda a maternidade de maneira ampla, passando por gravidez, puerpério, criação de filhos, ser mãe e mulher, vida profissional, vida do casal, entre outros.

São textos bem profundos, e, ainda que tenham algumas linhas de pensamento com as quais não se concordo, me senti muito tocada pelo olhar da autora.

É um livro para pais e mães, especialmente grávidas e mães de bebês pequenos, mas também pode ser interessante para quem não tem filhos, já que aborda infância, pela qual todos nós passamos um dia e pode tocar o leitor de alguma forma.

Moda: tendências para ficar de olho

Conjuntos

Os conjuntinhos vieram com força ano passado e se tornaram opção número um quando a quarentena começou e tivemos que passar mais tempo em casa. Eles trazem o conforto que buscamos e confere estilo e informação de moda para quem não quer fazer feio mesmo em casa, especialmente com tantas reuniões on-line.

Esse ano ainda vamos ver muitos modelos de diferentes estilos: calça e blusa, short e blusa, saia e cropped, de moletom, de linho, de cetim (já dando spoiler da próxima tendência)…

Cetim

Essa é uma tendência que pode trazer um pouco de polêmica. Porém, é uma das que mais vai bombar, anote aí. As peças em cetim trazem o conceito do #workleisure, ou seja, peças que vão do trabalho ao lazer, sem perder o estilo. Tecidos macios e suaves ao toque são a marca dessa tendência, que traz peças chiques e ao mesmo tempo descontraídas e práticas.

Vamos ver inspirações!

Agora que já temos as referências de como usar, garimpei algumas opções bem legais!

conjunto cetim

Onde econtrar:

https://www.leblogstore.com.br/blusa-caetana-rosa-framboesa/p

https://www.leblogstore.com.br/calca-caetana-rosa-framboesa/p

slip dress leblog

Onde encontrar: 

https://www.leblogstore.com.br/vestido-charlotte-verde-esmeralda/p

conjunto curto leblog

Onde encontrar: 

https://www.leblogstore.com.br/conjunto-luara-rosa-himalaia/p

conjunto leblog

Onde encontrar: 

https://www.leblogstore.com.br/conjunto-maisa-marinho/p

conjunto preto leblog

Onde encontrar: 

https://www.leblogstore.com.br/conjunto-edna-preto/p

conjunto linho renner

Onde encontrar:

https://www.lojasrenner.com.br/p/-/A-553258010-br.lr?sku=553258061

https://www.lojasrenner.com.br/p/-/A-553245817-br.lr?sku=553245876

Imagens: Instagram, Pinterest e site das marcas indicadas

Viagem com criança: Grande Hotel São Pedro

Esse fim de semana estivemos no Grande Hotel São Pedro para comemorar o aniversário do Otto. Mostrei tudo no Instagram, está salvo nos destaques. Se você ainda não segue, vai lá @fabiolamininel.

Meu “namoro” com esse hotel começou há muito tempo, após várias indicações da Fernanda Floret, do blog @vestidademae. A curadoria dela é ótima e as indicações sempre são certeiras e de qualidade.

Tive um pouco de receio porque minha expectativa estava bem elevada. Mas ela foi totalmente atendida. O hotel é incrível e super kids frendly, além do atendimento impecável.

Gastronomia

O Grande Hotel é um hotel-escola do Centro Universitário do Senac, lá são formados profissionais de turismo e hotelaria que podem vivenciar a rotina de um grande hotel. Por isso, a gastronomia é um dos pontos altos de se hospedar lá. O padrão de qualidade é altíssimo.

Há uma variedade grande de opções tanto de pratos salgados quanto de doces (amo!) e todos têm, na minha opinião, o melhor: também são bonitos de ver. Sabe aquela expressão comer com os olhos? Cabe perfeitamente aqui.

Crianças

Como já mencionei, eles são muito preparados para receber crianças. No quarto tinha protetor nas tomadas, aquecedor de mamadeiras, lixeira para fraldas, disponibilizaram uma banheira (Otto já não usa mais, mas amou quando viu e ele mesmo levou para o box para tomar banho! Rs), até um sabonetinho infantil (achei fofo e atencioso), além do berço que geralmente outros hotéis também disponibilizam.

Existe a Copa do Bebê, com frutas disponíveis, micro-ondas, local para lavar e encher mamadeiras e a possibilidade de ter papinhas preparadas (valor à parte). Por conta da pandemia, está fechada, mas é possível fazer as solicitações na recepção e eles atendem prontamente. Foram inúmeras as vezes que pedimos para lavar mamadeiras e solicitamos água para enchê-las e preparar o tetê.

Há também um restaurante infantil, que funciona em horário diferenciado, começando um pouco mais cedo do que o dos adultos, para que os pais não tenham a preocupação com o horário das refeições dos pequenos. Há algumas opções, você escolhe e eles trazem o prato montado.

Parque aquático

Na minha opinião, era a maior atração do hotel para as crianças (na opinião do Otto não foi rs). É um complexo de piscinas e toboáguas com água climatizada, esguichos que saem do chão, piso antiderrapante, tudo pensado para crianças. Uma delícia! Otto ficou um pouco assustado de início, depois desceu inúmeras vezes no toboágua, mas, definitivamente, não foi a parte favorita dele.

Recreação / Brinquedoteca

Há turma de recreadores para crianças a partir de 5 anos. A programação diária (tanto para adultos quanto para crianças) é disponibilizada por um QR Code. Crianças menores de 5 anos podem participar de tudo, desde que estejam acompanhadas dos pais.

Os grupos são separados assim: Mini Clube (crianças de 5 e 6 anos), Muvuca (7 a 12 anos) e adolescentes. Atividades como pintura, contação de histórias e brincadeira na piscina estão na programação.

Para os adultos há caminhadas, aula de yoga, alongamento e workshop gastronômico. No sábado teve um workshop com harmonização de vinhos, mas as vagas são limitadas e precisa de inscrição. Eu acabei perdendo.

A atração para o Otto foi a brinquedoteca, com casinhas, mesinhas para desenhar, escorregador, ele ficou muito animado e não queria sair de lá.

Outros espaços

No prédio principal há um bar super gostoso e toda noite tem um pianista tocando.

Além do parque aquático, há outra área de piscinas, com espreguiçadeiras e um bar onde são servidos drinks, lanches e porções.

Tem também o Healthy Club, que oferece serviços de spa, como massagens e sauna (valores não incluídos na diária)

Atendimento

Acredito que também por ser um hotel-escola com treinamento de excelência, o atendimento dos funcionários é perfeito. Recepcionistas, garçons, manobristas, enfim, todo o staff é extremamente educado e solícito.

Bolo de aniversário

O que você precisa saber

O Grande Hotel fica a cerca de 180 Km de São Paulo, deu exatamente 2 horas da minha casa

É mais indicado fazer as reservas por telefone, já que há diferentes tipos de quartos e tarifas. Pelo telefone eles informam tudo certinho.

Durante a semana e em períodos de férias o hotel oferece pensão completa; durante a semana, meia pensão. Bebidas são todas à parte.

O hotel é acessível para deficientes e carrinhos de bebê. Há rampas e elevadores espalhados pelos pontos próximos a escadas.

Serviço

Grande Hotel São Pedro

Site: http://www.grandehotelsenac.com.br/br/sao-pedro

Telefone: (19) 3842-7642

Central de reservas: 0800 7700 790

Livro: A Grande Magia

Peguei a indicação na internet e essa leitura não poderia ter vindo em melhor momento! Elizabeth Gilbert, também autora do best seller Comer Rezar Amar, fala neste livro sobre viver de maneira criativa – sem medo.

Foram tantos insigths que não sei nem por onde começar. O livro é direcionado para todas as pessoas que vivem ou querem viver de sua arte. Entenda por arte atividades como música, escrita, pintura, dança, enfim. A autora nos desafia a viver mais motivados pela curiosidade do que pelo medo.

Isso porque muitas vezes sentimos medo de expor nossas artes, nossas criações. Especialmente nos dias atuais, onde todos são (ou podem ser) criadores de conteúdo e fazer disso sua arte. Temos ideias, mas morremos de medo de expô-las.

Temos medo porque nos preocupamos com a opinião e julgamento alheios. Elizabeth é categórica em dizer que não assume tarefas adicionais, como tentar policiar o que as pessoas pensam de seus livros depois de prontos. E acrescenta: “Você é livre, pois todo mundo está ocupado demais consigo mesmo para se preocupar com você”.

Inicialmente, ela se refere à inspiração e à criatividade como seres energéticos que vivem nos rodeando, esperando que um ser humano se aproprie e dê vida a eles. A esse fenômeno ela chama de grande magia.

Ele vem e vai, não se pode esperar que esteja o tempo todo disponível. É preciso deixar ir. E para alimentá-lo, ela aconselha, devemos estar em constante movimento. Não importa se a inspiração está presente ou não, ela se senta diariamente em sua escrivaninha e faz o que mais ama: escrever.

E quando a inspiração aparece, é preciso agarrá-la, pois se você perder o timing, ela vai pousar no colo de outra pessoa disposta a colocar tal ideia em prática. Como aconteceu em uma história super curiosa que ela divide logo no início do livro.

As lições que ela nos deixa nesse livro são muitas: ame seu trabalho, não desista do seu sonho, trabalhe duro, não se preocupe com o que os outros pensam e o principal: seja grato antes, durante e depois de todo o processo.

Autoconhecimento: meu processo de coaching

Tenho a sorte de minha melhor amiga ser coaching e uma excelente profissional de desenvolvimento humano. Há anos venho acompanhando seu processo de transformação e imersão pelo autoconhecimento e ela me guia e me orienta durante o meu – profissionalmente e off work também.

Como a vida é uma grande troca, aprendemos muito juntas. Meu primeiro processo foi em 2015. Na época, minha vida pessoal ia bem, mas sentia um buraco imenso com relação à vida profissional. Me sentia perdida, sem saber que direção seguir.

Trabalhei fortemente essa questão profissional, mas o processo engloba sua vida como um todo, e todas as áreas inseridas nela, não apenas a profissional. O que foi ótimo para me aprofundar mais e me conhecer melhor. Fiz descobertas importantes e que ainda hoje ajudam a me nortear.

Foram dez encontros com longas e esclarecedoras conversas, além da aplicação de ferramentas específicas para ajudar a encontrar o caminho.

Cinco anos depois (curiosamente no mesmo mês em que fiz o processo pela primeira vez), me vi um pouco perdida novamente, com algumas dúvidas e um certo desânimo em com alguns aspectos da minha vida. Recorri à minha fiel escudeira, que agora, mais experiente e com a bagagem mais ampla me guiou novamente.

Trabalhamos ferramentas como linguagens de conexão, sentimentos e necessidades, road map entre outras, que me ajudaram a descobrir muita coisa nova sobre mim mesma. Um mergulho interno profundo e até uma espécie de balanço das mudanças nesses cinco anos. Pude ver que alguns valores e necessidades continuam os mesmos, enquanto outros se transformaram trazendo novos sonhos e necessidades.

A parte boa de trabalhar em um processo como esse com alguém tão próxima é que ela me conhece muito bem, mas apesar disso, não deixou esse conhecimento ao meu respeito e nossa relação de amizade interferir nas conversas e orientações.

Após ambos os processos saí mais leve, com muito mais respostas do que quando cheguei, aprendendo a me observar melhor, identificar, aceitar e acolher cada sentimento e emoção. Com novos passos a serem dados dali em diante. E o melhor: esse caminho foi traçado por mim. Esse é o encanto dos processos de autoconhecimento: o profissional te guia, mas só você é responsável pela sua própria vida.

Para quem tiver interesse em conhecer o trabalho da Flávia, ela tem uma página rica em conteúdos de autodesenvolvimento e liderança no Instagram @liderdesi.de. Por lá você pode entrar em contato para saber qual é o programa mais indicado para você. E aqui no blog tem uma área só com textos lindos dela sobre o tema sempre mais linkados ao universo materno. É só buscar por autoconhecimento no campo de busca.

Espero que tenham gostado de saber um pouco mais sobre a minha jornada e esse mergulho interno.

Moda: a volta do twin set

Slow Style

Já falei por aqui que na moda alguns elementos vão e vem e são repaginados e adaptados ao novo momento do mundo e do fashionismo.

A peça da vez é o twin set, uma combinação de cardigã com blusa de tricô, formando um conjuntinho. Ele surgiu pela primeira vez nos anos 40, mas foi entre as décadas de 50 e 60 que ele fez mais sucesso.

A versão clássica é em tricô, mas as marcas também lançaram em malha e outros tecidos mais leves para ser usado também no verão e dias mais quentes.

Slow Style

Depois, já ressurgiu outras vezes em tempos mais recentes e é sempre uma boa pedida. Ótimo para usar na meia estação, ele já está voltando nessa próxima temporada e promete ser um hit desde as mais fashionistas até quem não liga muito para moda.

Reuni nesse post alguns modelos que prometem fazer a nossa cabeça nesse outono/inverno. Veja quanta inspiração linda para a gente usar e abusar!

Le Blog

Carol Bassi

Imagens: Instagram, Pinterest e Google

Livro: A coragem de ser imperfeito

Brené Brown é pesquisadora e estuda a vulnerabilidade há muitos anos. Uma palestra sua em um Ted Talks é sucesso na internet e Netflix (vale a pena conferir). E, como acho que cada livro aparece no momento certo da nossa vida, agora foi a vez desse que eu gostei muito.

Ela aborda principalmente a vulnerabilidade, mas também a vergonha e o medo de julgamentos que todos nós temos em algum momento da vida.

Ela defende a ideia de nos jogar, aparecer, nos mostrar. Sem medo. Sem vergonha.

“Em vez de nos sentarmos à beira do caminho e vivermos de julgamentos e críticas, nós devemos ousar aparecer e deixar que nos vejam. Isso é vulnerabilidade. Isso é a coragem de ser imperfeito. Isso é viver com ousadia.”

Falei que o livro veio a calhar para o momento, pois sempre fui muito tímida e com imensa dificuldade de exposição, especialmente agora, na era das mídias digitais. Ela, inclusive, cita a coragem de blogueiros e influenciadores que colocam o rosto diante de, muitas vezes, milhares de pessoas para expor posicionamentos e opiniões, passíveis de críticas e julgamentos.

No âmbito familiar, ela fala sobre como, enquanto mães e pais, estamos sujeitos ao estigma de bons e maus, sendo analisados e julgados muitas vezes. E frisa que não existe perfeição, temos que estar preparados para tomar decisões ruins e cometer erros nessa jornada.

Para mim, foi importante essa leitura para entender que todos somos imperfeitos, mas se supera aquele que tem coragem de caminhar para a arena da vida e dar o melhor de si. E como ela diz: “O desejo de nos expor nos transforma. Ele nos torna um pouco mais corajosos a cada vez.”

Ainda não estou totalmente segura para subir na arena da vida, mas tenho certeza que estou no caminho, com pequenos passos a cada dia. Com muita coragem e resiliência chegarei lá.

Como os livros podem nos guiar na jornada do autoconhecimento

É incrível como naturalmente acontece quando estamos conectadas com nós mesmas e vivendo de maneira atenta no momento presente. As mensagens surgem como pequenos sinais em conversas com amigos, cenas de filmes e séries e também, claro, através dos livros.

Basta dar o primeiro passo e o universo te responde. Comecei a perceber como minhas leituras, aparentemente disconexas, começaram a fazer sentido e complementar umas às outras.

Exatamente o que você precisa aprender naquele momento. O que você precisa ouvir/ler naquele momento.

Vou fazer um post falando especificamente sobre os títulos. Mas minha lista tem fluído muito bem por assuntos diversos e preenchendo meus vazios, me fazendo aprender o que preciso e tirando crenças limitantes do meu caminho.

A propósito, a leitura atual é “A Coragem de ser Imperfeito”, de Brené Brown, que fala sobre vulnerabilidade e vem me ajudando muito a me abrir mais e expor minhas vulnerabilidades on e off-line.

Experimente enveredar pelo caminho do autoconhecimento com leituras gostosas e que enriquecem sua vida, te fazem crescer como pessoa, se conhecer melhor e oferecer sua melhor versão para si mesma e para todos que convivem com você!

Update: esse texto foi escrito no fim do ano passado, quando estava lendo esse livro. Depois dele, já vieram outros que continuam se completando e me enriquecendo com conhecimento e mensagens que aquecem o coração.

Minha jornada de autoconhecimento

Olhar para dentro de si não é fácil. Pode ser clichê o que vou falar, mas é como encarar um espelho com todas as suas sombras, os defeitos que você mais odeia e trazer à luz

A jornada pelo autoconhecimento não é fácil, mas é bonita e recompensadora.

É como pegar uma tela em branco e ir traçando novas cores e nuances. Algumas delas você talvez até já. tenha visto, mas vai vivendo tão no automático que não percebe.

Meu caminho

Não sei dizer exatamente quando começou, mas acredito que minha busca por me conhecer tenha se intensificado com a chegada da maternidade.

Durante o maternar é preciso revisitar nossa infância, criação e observar alguns comportamentos para entender como educar e saber que exemplos queremos deixar. Isso porque meu filho só tem 2 anos. Imagino que ainda tenha muito pela frente.

Certa vez ouvi uma frase que dizia que ter filhos é o maior exercício de autoconhecimento que existe. Ainda nem era mãe quando ouvi, mas nunca esqueci. E hoje concordo muito.

Os livros também são grandes companheiros. Sem perceber, fui emendando um livro no outro e todos se complementavam nos ensinamentos: atenção plena, ouvir o eu interior, intuição, cocriação, ser cuidadoso com as palavras que diz aos outros… Eu lia um, e o próximo reforçava esse, e assim foi.

Por fim, a busca por terapias de autoconhecimento são um presente que traz embrulhado tudo que estava escondido sob nossos mecanismos de defesa e esquecimento ou de fuga mesmo. Raízes que trazemos da nossa criação e carregamos como se fossem nossas. Aprendi que devo enxergar, honrar e aceitar, mas não levar comigo o que não me pertence. O passado foi imprescindível para me tornar o que sou hoje.

Passei pelo primeiro processo de coaching em 2015 e agora, recentemente, passei por outro. É incrível enxergar as mudanças, e a construção do meu eu em evolução. Muito do que sonhava lá, conquistei, algumas coisas desisti ou mudei a rota e outras novas foram surgindo. E tudo faz parte da caminhada e dos aprendizados.

Daqui a algum tempo, quando fizer de novo, tenho certeza que muita coisa vai ter mudado também. E assim é a vida.

Quis dividir um pouquinho dessa minha trajetória aqui porque é um assunto bastante abordado no blog, mas nunca havia falado sobre o que eu faço para me tornar uma pessoa melhor e me ajudar a conquistar meus objetivos. Acredito que todos deveriam ter a oportunidade de fazer.

Moda: a volta dos tamancos transparentes

Daquelas peças polêmicas que super fazem a gente pagar a língua, sabe? rs Sempre olhava e pensava: ok, não gosto muito. Mas aí fui me acostumando com o visual e me rendi a essa tendência.

Por ser transparente, ele suaviza o visual e pode ser a peça perfeita para arrematar aquele look protagonista mais chamativo sem brigar com a produção.

O bacana é que essa versão repaginada que estamos vendo agora veio com salto bloco, que dá altura e elegância, garantindo aquela postura mais chique, mas sem cansar, já que fica super confortável.

Separei alguns looks para dar ideia de como usar e no fim incluí alguns modelos que encontrei para comprar. O meu é da Zara.

Onde encontrar:

Renner

https://www.lojasrenner.com.br/p/-/A-552103016-br.lr?sku=552103024

Zara (modelo igual ao meu)

https://www.zara.com/br/en/share/vinyl-mules-with-methacrylate-heel-p12304510.html?utm_campaign=productShare&utm_medium=mobile_sharing_iOS&utm_source=red_social_movil&v1=86438918

Via Marte

https://www.stz.com.br/tamanco-via-marte-salto-grosso-tiras-vinil-rose-2015851-5153754-p1136134

C&A

https://www.cea.com.br/tamanco-feminino-oneself-salto-bloco-medio-com-tiras-em-vinil-bege-9973442-bege/p

Fotos: Instagram e Pinterest

Filme: Soul, lançamento da Disney

A nova animação da Disney Pixar, lançada recentemente, é daqueles filmes infantis que conversam muito mais com os adultos do que com os pequenos. Otto não piscou!

A história gira em torno de Joe Gardner, músico que trabalha como professor numa escola de música para adolescentes, mas sonha mesmo em tocar numa grande banda de jazz em Nova York.

Joe é aceito em um teste e tem a chance que ele tanto esperou na vida: tocar na principal banda de jazz da cidade. Porém, nesse grande dia, acontece um acidente que o leva para o pré-vida, um lugar onde as almas ganham personalidade antes de ir para a Terra. Lá, ele tem a oportunidade de fazer uma autoanálise e “revisar” sua vida.

Quando ele consegue tocar com a banda, mesmo tendo feito sucesso, ele sai de lá com a sensação de: “ah, então era isso?”, com certo desapontamento. E então ele ouve a história do peixe, que foi uma das que mais mexeu comigo:

O peixe foi até um ancião e disse: “Estou procurando um negócio, um tal de oceano.”

“O oceano?” O ancião falou. “Você está no oceano.”

“Isso?” Disse o peixe. “Isso aqui é água. O que eu quero é o oceano.”

Às vezes, passamos nossa vida esperando pelos grandes feitos, os acontecimentos incríveis, a ideia mirabolante, e esquecemos que a vida acontece todos os dias, nas menores coisas. E precisamos apreciar todas elas.

Temas como propósito, viver intensamente, viver o momento presente, conhecer sua missão de vida e aproveitar a jornada, sem esperar apenas pelo “grande dia”, “o final feliz” e encontrar a felicidade nos pequenos momentos diários são alguns abordados.

Já deu pra perceber o quanto eu gostei, né? Poderia ficar aqui escrevendo muito mais. Mas vou me limitar a dizer: assistam! Vale muito a pena!

5 looks de inspiração para o réveillon

Última semana do ano, e não qualquer ano. 2020 foi atípico, foi desafiador, foi transformador. E vai deixar marcas diferentes em cada um de nós.

Muitos vem esperando esse momento há muito tempo e agora está chegando a hora de nos despedirmos desse ano diferentão.

Mas não é porque foi um ano mais difícil que vamos sair dele assim, de qualquer jeito. A virada merece um look bacana independente de onde vamos passar.

Fiz uma seleção de 5 looks para inspirar. Tem curto, longo, mídi, pegada mais praiana ou cheia de brilho. E você, já escolheu o seu?

Fotos: Pinterest e Instagram

Lições de fim de ano

O ano está acabando e algumas pessoas já estão se preparando para as resoluções de fim de ano, momento em que escrevem tudo aquilo que não conseguiram realizar no ano que finda e tudo aquilo que esperam do próximo ano.

É uma prática de escrita terapêutica muito válida, afinal de contas é importante dedicar um tempo para imaginar os resultados que deseja, colocando intenção e sentimento. Isso ajuda muito na realização quando complementado com ação, é claro.

Mas eu quero chamar atenção para os sentimentos que são despertados quando pensamos naquilo que não conseguimos realizar, nos planos que fizemos no final do ano anterior e que por diversos motivos, não se concretizaram.

É importante que para cada um deles você encontre um aprendizado.

Olhe com atenção para cada um desses planos e entenda os “porquês” deles não terem acontecido. Quais foram as causas, o que aconteceu no seu ano que não teria acontecido se aquilo que você colocou no planejamento tivesse dado certo?

Caso esse mesmo desejo e plano entre para a lista do próximo ano, ter clareza do que não funcionou e do que precisará ser feito para que ele se realize é ter um mapa muito mais completo nas mãos.

Não é só repetir planos ano após ano, é entender os motivadores de cada um. É perceber se algum deles já não faz o menor sentido compor a sua lista e você continua repetindo ele e se sentindo improdutiva à toa.

Uma retrospectiva saudável não é aquela que só acessa os acontecimentos, mas que reflete sobre como eles agregaram, em resultado ou em aprendizado, crescimento.

O ano de 2020 trouxe muitos desafios, histórias de fracasso, medo, saudades. Mas cada uma dessas situações ensinou algo. É só saber procurar.

Inclua também no seu exercício de lições de fim de ano, coisas que aconteceram que não estavam na lista que você tinha feito.

Algumas coisas ficam para trás porque outras aparecem, mas se não estivermos atentas, deixamos passar. Lamentando apenas pelo que não deu certo.

O que cada um dos fracassos que você experimentou esse ano te ensinou?

Quais foram as suas conquistas, você comemorou todas elas?

O que os acontecimentos externos despertaram em você, tanto de bom como de ruim?

Os planos que não puderam ser concretizados devido os acontecimentos externos (pandemia, desemprego, isolamento) continuam sendo desejados? Como fazer com que eles sejam menos influenciados por fatores como esses?

Boas lições e resoluções de fim ano!

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Fortaleça o músculo da empatia

Natal chegando, época de reunir a família, de encontrar os amigos, de confraternizar no trabalho, de comprar presentes, de viajar.

Época também de muita tristeza para aqueles que não têm família, para aqueles que perderam alguém da família recentemente, de estresse e correria para quem trabalha no comércio e varejo, para quem não terá condições financeiras para comemorar a data como gostariam.

O natal desperta um senso de união e colaboração, pessoas costumam apadrinhar crianças e fazer doações.

Momento propício para falarmos de empatia.

A Nova Era em que já estamos tem a empatia como uma necessidade escancarada (ouvi de muitos clientes esse ano o quanto gostariam que as pessoas tivessem empatia por eles) e como uma habilidade desejada, quando percebiam que também estavam sendo pouco empáticos com os outros.

Ser empático é ouvir para entender. É calar os julgamentos e enxergar aquilo da maneira que está acontecendo, pura e simples, sem nenhuma projeção.

Não é ouvir ou conhecer a dificuldade de alguém e pensar ou dizer o que você faria naquela situação. É validar os sentimentos e as limitações que aquela pessoa tem enquanto vive aquilo.

É ajudar, dentro das suas possibilidades, a amenizar as limitações da pessoa para enfrentar aquele problema e não resolver por ela.

Ser empático é não diminuir ou menosprezar a dor do outro.

Comecei esse texto falando de problemas considerados grandes, mas a empatia está sendo solicitada o tempo todo, nas pequenas coisas, conversas e relações.

Não é só no Natal que esse espírito da colaboração e compaixão tem que estar desperto em nós, o ano todo acontecem situações em que ele é necessário.

A empatia é um músculo que deve ser exercitado e fortalecido.

Não é difícil de entender como se faz, mas não é tão simples de praticar. Exige atenção plena, auto-observação, comprometimento consigo e com o próximo de construir uma sociedade melhor.

Eu quero ser empática e que sejam empáticos comigo. 

E você? 


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

O lado sombra do autoamor

O amor-próprio é tão óbvio e tão difícil ao mesmo tempo.

Quantas pessoas você conhece que não se amam em primeiro lugar, tem dificuldade em se autovalorizar, buscam incessantemente em outras pessoas reconhecimento e carinho.

Pode ser você mesmo, pode ser aquela amiga que está sempre sofrendo com os seus relacionamentos, aquele amigo que não consegue se pronunciar, não arrisca, não corre atrás dos seus sonhos ou aquela pessoa que cuida de todo mundo menos de si mesma.

O amor-próprio não é tão simples de conquistar porque ele exige que amemos o nosso lado sombra também. Que aceitemos nossos defeitos, que nos perdoemos pelos nossos erros.

Só depois que nos tornarmos capaz de amar absolutamente tudo em nós é que conquistamos o autoamor genuíno.

A maior parte das pessoas costumam praticar o autoamor só quando acertam ou então mantêm o foco sempre naquilo em que precisam melhorar, aprender, desenvolver e mudar. Então experimentam aquela sensação de fraqueza, de decepção e tristeza.

Olham no espelho e julgam a si mesmos como incompletos, incapazes e impõem condição para o autoamor.

“Quando eu me tornar tal coisa, aí sim.”

“Quando eu emagrecer…”

“Quando eu arrumar alguém…”

Quando sentimos amor puro e grande por alguém costumamos dizer que amamos até mesmo seus defeitos. É uma forma de dizer que o que sentimos é tão forte que compensa aquilo que não gosta na pessoa.

Essa receita vale para o autoamor também, é se amar a ponto de se acolher quando errar, de se desculpar quando não conseguir atingir as próprias expectativas, se perdoar quando perceber que agiu mal ou descobrir que poderia ter feito diferente.

Enquanto você não amar seu lado sombra não estará praticando o amor-próprio. Estará sempre no vermelho na conta do autoamor e atraindo o mesmo nível de amor que dá a si mesmo.

Só depois de aceitar algo você se torna capaz de transformar.

Se você nega, não existe. O que não existe não precisa ser mudado, melhorado ou perdoado.

Pense nisso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Quantidade x Qualidade

“Eu preciso de mais tempo.”

“Ah…se eu tivesse tempo.”

Antes as pessoas reclamavam de forma inconsciente pela falta de tempo, hoje parece que isso começou a ser alvo de atenção e questionamento.

Uma coisa é certa, de nada adianta conseguirmos mais tempo, se não sabemos aproveitar com qualidade. Do que adianta ter mais daquilo que não sabemos como utilizar, não é mesmo?

O tal do foco (habilidade desejada por muitos) tem um fator chave: a concentração. Estar concentrado significa que está dedicando total atenção para aquilo que está fazendo.

O foco é o que faz o seu tempo ter qualidade, não importa a quantidade em minutos e segundos que você tenha.

Se você tiver uma hora para brincar com o seu filho, dedique toda a sua atenção a ele e ao que estiverem fazendo juntos nesses sessenta minutos. Olhe nos olhos dele, decore seu sorriso, sinta o cheirinho dele, ouça o que ele diz. Vai parecer que essa hora passou voando, mas esse é mais um sinal de que você aproveitou bem esse tempo.

Quando temos a impressão de que o tempo está “se arrastando” é porque estamos ansiando estar em outro lugar, fazendo outra coisa. Ou seja, com atenção zero.

Todos nós temos 24 horas por dia para fazermos aquilo que quisermos e que precisamos, a maneira como vamos nos dedicar a cada fração de segundo é que fará a diferença e trará a satisfação.

Ao parar para comer, sinta o gosto da comida, mastigue consciente.

Quando estiver tomando banho, sinta a temperatura da água, massageie seu corpo, sinta o cheiro que shampoo deixa nos seus cabelos. Quando você escolheu para comprar, escolheu pela fragrância que provavelmente faz tempo que não percebe.

Quando estiver em um grupo presencial, desconecte-se do celular. Encontros presenciais são tão raros hoje em dia.

Quando estiver assistindo ou lendo algo, dedique atenção. É naquele momento que o seu repertório mental está recebendo informações.

Ao abraçar alguém, sinta o calor do abraço. Ao beijar alguém, faça com todo o seu corpo.

Quando estiver trabalhando, foque no que estiver fazendo. Assim será mais produtivo e eficiente.

Antes de desejar ter mais tempo, perceba como você aproveita o que você tem.


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Quem você quer ser quando envelhecer?

Levando em consideração todas as mudanças que estamos experienciando enquanto sociedade e inclusive a expectativa de vida que está bem maior, essa é uma pergunta que todos nós devemos responder.

E não existe certo ou errado e sim aquilo que faz sentido para cada um de nós.

Temos visto muitas pessoas da terceira idade compondo times no mercado de trabalho e até mesmo se reinventando depois de deixá-lo, por ainda estarem capacitados para produzir. E essa, com certeza, será a nossa realidade um dia.

Te convido a refletir sobre isso, visualizar quem você deseja ser quando envelhecer. O que você deseja estar fazendo, quais as conquistas que farão parte da sua lista, quais atividades estará realizando e como estará aproveitando a fase.

Claro que esse planejamento pode mudar com os anos, mas, que estrada pegar se não soubermos para onde estamos indo, não é mesmo?

Mais que estratégico, esse planejamento deve ser orgânico. Um planejamento orgânico é aquele que considera as consequências que nossas escolhas causam nas pessoas que amamos e que são importantes para nós.

Assim como desejar uma vaga de emprego em outro país sem considerar a falta que sentirão de você e o efeito que deixar a sua mãe triste te causa, planejar a sua velhice sem considerar os sentimentos das pessoas a seu redor também pode ser prejudicial.

Ao descobrir quem você quer ser quando envelhecer, alinhando com a consideração dos efeitos que essas escolhas causam ao externo, você estará apta a traçar um plano com grandes chances de realização.

Lembre-se de tirar um tempo específico para essa projeção e, depois de criar seu mapa do futuro, voltar para o momento presente para entrar em ação. A vida acontece no agora e se manter projetada, só acarreta ansiedade.

Ouse sonhar grande. Além de dar o mesmo trabalho que sonhar pequeno, desafios baixos nunca motivam o suficiente para nos tirar da zona de conforto.

Que você seja uma realizadora até o último dia da sua vida!

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Autoconhecimento salva

E não só aqueles que têm depressão, ansiedade, burnout ou qualquer outra doença emocional atestada.

O autoconhecimento salva:

Quem quer se relacionar melhor com as pessoas;

Quem quer ser autoconfiante;

Quem quer se descobrir profissionalmente;

Quem quer fazer escolhas mais assertivas;

Quem quer ganhar dinheiro;

Quem quer guardar dinheiro; 

Quem quer emagrecer; 

Quem quer gerir melhor o seu tempo;

Quem quer criar melhor os filhos;

Quem quer iniciar um projeto empacado;

Quem quer ser um melhor profissional;

Quem quer gerenciar melhor as emoções e os impulsos…

Essas e outras pessoas podem ser salvas pelo autoconhecimento, uma vez que não existe mudança sem ponto de partida e o ponto de partida da sua vida é você.

Você descobrir quem você é, como você está para então planejar o caminho que te leva aonde você quer chegar.

Se não estiver aberto para buscar ajuda profissional para desenvolver o autoconhecimento, a descoberta de si mesmo, leia livros de autoajuda e desenvolvimento pessoal, assista vídeos sobre o tema, mas faça.

Gosto de dizer que adquirir autoconhecimento é como comprar uma caixa de ferramentas da vida, quanto mais você aprende sobre a caixa, melhor usa as ferramentas.

A caixa você já tem, mas será que conhece bem e sabe usar todas as ferramentas que tem dentro dela?

Descubra-se (salve-se)!

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Meu bebê nasceu prematuro e vai receber alta. O que preciso saber?

O momento da alta de um bebê prematuro é acompanhado de sentimentos muito intensos e diversos por parte dos pais e familiares. Alegria, alívio, ansiedade, medo, cansaço são emoções frequentes para os pais dos bebês prematuros muito pequenos, que podem ter ficado internados por um tempo muito longo, 3 a 4 meses, ou até mais. É também um momento de muitas dúvidas.

A proximidade e o vínculo entre a família e a equipe cuidadora (neonatologistas, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, e outros profissionais), construídos no dia a dia, facilita a programação da alta, que começa a ser organizada com bastante antecedência.

São muitos os critérios para a alta de um prematuro, e uma família segura e preparada para levar seu bebê para casa é um deles, sendo tão importante quanto alcançar um peso mínimo seguro, por exemplo.

É muito interessante o que acontece com as famílias no decorrer da internação: elas vão, gradualmente, aprendendo a entender a complexidade dos cuidados de uma UTI Neonatal, recebem notícias boas, notícias ruins e continuam caminhando com a equipe. Dessa forma, seguem mais confiantes diante de tantos acontecimentos durante toda a internação. Até que chega o momento em que já participam dos cuidados de seus bebês, recebendo treinamentos diários pela equipe cuidadora, tudo já fazendo parte do preparo para a alta hospitalar.

Com a compreensão de que há critérios muito claros para a alta segura, os pais e toda família aprendem e entendem que todo o cuidado precisa continuar após a alta, e sua importância nesse processo, juntamente com a equipe de profissionais.

Estamos, então, no momento do Seguimento do Prematuro, que acontecerá nos consultórios ou ambulatórios de Pediatria, sob os cuidados do pediatra/neonatologista capacitado para este cuidado tão específico, que requer, obrigatoriamente, protocolos de acompanhamento, equipes multiprofissionais, exames laboratoriais e/ou de imagem.

Os bebês que nascem prematuros, especialmente os menores que 35 semanas e aqueles com peso inferior a 2500g, irão precisar de seguimento com atenção no seu crescimento e desenvolvimento; no calendário de vacinação. Já os menores que 1500g e/ ou <32 semanas precisarão ainda de avaliação especializada como:

– Oftalmologista infantil, para acompanhamento do desenvolvimento da visão, mesmo para os bebês que não tiveram a retinopatia da prematuridade como complicação;

– Fisioterapeuta e/ou terapeuta ocupacional, para ajudar nos marcos do desenvolvimento e atuar nos atrasos quando presentes;

– Fonoaudiólogo especialista em audição e linguagem para acompanhar o desenvolvimento da fala, intervindo se for o caso;

– Psicólogo, para o cuidado às famílias, bem como para realizar avaliações específicas do neurodesenvolvimento.

Outros especialistas poderão ser necessários dependendo das complicações que o bebê apresentou durante a internação.

Então, a nossa resposta para a pergunta que abre esse texto é:

“É fundamental que a família saiba que o acompanhamento do seu bebê pós alta é tão importante quanto foi a sua internação na UTI e que esse seguimento rigoroso, com pediatra capacitado e tantos outros profissionais, poderá fazer toda a diferença na qualidade de vida do seu bebê”.  

————————————————————————-

Esse texto foi escrito pela Dra. Juliana Bottino Navarro, pediatra e membro do Departamento Científico da Sociedade de Pediatria de São Paulo

Quem você seria sem os seus problemas?

Verdade seja dita, somos bem criativos quando o assunto é problema. Tanto na hora de criá-los, como para resolvê-los.

Já dizia Murilo Gun, criatividade é a arte de resolver problemas e que problema é tudo aquilo que precisamos para criar algo.

Parece complexo, mas não é!

Tudo que exige uma resolução é um problema, até mesmo eleger o cardápio do almoço.

Pense na sua vida sem os seus problemas, normal que o primeiro pensamento seja algo relacionado a uma vida perfeita.

E se eu te dissesse que você seria incapaz de viver sem eles, que não deixaria de criá-los?

É isso mesmo!

Nós precisamos dos problemas que criamos todos os dias para crescer, para conviver, para tornar mais divertida essa nossa aventura que é viver.

Te convido, a partir desse texto, a começar a enxergar seus problemas com mais carinho e escolher de maneira consciente por quanto tempo os quer na sua vida, ou seja, quando você vai resolver ou deixar de enxergar como um problema, se for taxado como irremediável.

O clichê “o que não tem remédio, remediado está” cai como uma luva aqui.

Se tem algum problema na sua vida que você não vê jeito para resolver, porque ele ainda é um problema para você?

Não seja masoquista e se obrigue a sofrer por isso, aprenda a conviver com aquilo que não vai mudar e comece a enxergar com outros olhos.

Quando estiver pronta para aceitar que é você mesmo quem cria os seus problemas, irá desfrutar de uma vida mais leve.

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Beleza: resenha do secador Marula da Gama

Semana passada compartilhei no meu IG (@fabiolamininel) minha nova aquisição: um secador da Gama. Estava procurando um modelo bom, que fosse potente e me permitisse secar o cabelo mais rapidamente, já que o meu era antigo e estava me tomando muito tempo nessa tarefa tão simples.

Escolhi o modelo Marula, da Gama. O principal diferencial dele é que é auto bivolt, ou seja, ele se adapta automaticamente à tensão do local onde você está (ótimo para viagens, geralmente os hotéis oferecem, mas nem sempre são bons, e em muitas cidades e outros países a tensão é 220V). Depois, a potência. Dentre os modelos que eu vi, esse era o mais forte, com 2400W.

Sua descrição também diz que ele emite íons e óleo de marula, que é antioxidante e protege de danos os cabelos naturais e com química. Possui seis combinações de temperatura e duas velocidades, além de ar frio e cabo de seis metros.

O que eu achei

Estou usando na tomada 110V e o resultado já foi incrível. Sei que no 220V é ainda mais forte.

O jato de ar é bem forte e quente, mas não a ponto de queimar. Eu consigo secar meu cabelo todo em apenas 10 minutos. Eu demorava quase meia hora com meu secador antigo. Também não sei se é impressão, mas estava achando meu cabelo meio opaco, e agora parece que ele está com mais brilho e mais macio.

O meu objetivo principal era reduzir o tempo de secagem e ele foi atingido com sucesso, mesmo tendo muito cabelo (muito mesmo). O resultado macio e com brilho é bônus e eu já amei.

O preço dele é um pouco mais alto em comparação a modelos similares em potência, mas que não são bivolt. Paguei 399, mas achei que valeu super o investimento.

Teatro: Mãe fora da caixa

A atriz Miá Melo estrela esse monólogo baseado no livro homônimo da escritora Thaís Vilarinho (que também tem o insta @maeforadacaixa) e que trata desse assunto tão amplo e que traz emoções das mais variadas: a maternidade.

O enredo da peça gira em torno da mãe de uma menina de 7 anos que se vê frente a frente com um teste de gravidez, prestes a descobrir se terá outro filho. Nesse meio tempo, ela relembra toda jornada até ali: o bebê recém-nascido, as noites em claro, as primeiras palavrinhas e o desabrochar do amor incondicional.

É impossível não se identificar com, ao menos, uma das situações descritas. Posso falar por mim, que me enxerguei em quase todas. Algumas um pouco levadas ao extremo do extremo (na minha percepção), podendo assustar um pouco quem ainda não é mãe ou pai, mas não por isso menos engraçado ou totalmente fora da realidade.

Miá interage muitas vezes com o público ao longo da peça. Havia mães, pais e “não-mães e não-pais” e todos se envolveram e se emocionaram, riram e choraram. Em alguns momentos achei que a história dela se misturava à da personagem, tamanha troca dela com o público, dividindo também situações pessoais de seu maternar.

São abordados temas como puerpério, ainda pouco falado, mas tão importante da vida das recém-mães; o construção do amor incondicional (já falei sobre o tema aqui); os pitacos e palpites disfarçados de “dicas” que todo mundo adora dar para as mães; a culpa; os julgamentos; a loucura dos primeiros meses com um recém-nascido…

E para finalizar de maneira especial, essa foi a primeira sessão após a pausa do teatro por conta da pandemia de coronavírus. Miá ficou muito emocionada, contagiando o público que também estava ali se adaptando a essa nova forma de curtir o entretenimento. Mas de maneira segura e responsável.

Não vejo motivos para não assistir a essa peça que fica em cartaz até dia 22/11, no Teatro das Artes, dentro do Shopping Eldorado. Sessões às sextas, 21h, e sábados e domingos, às 17h30.

Livro: Síndrome da impostora

Esse livro escrito pela Rafa Brites, apresentadora, escritora e facilitadora de jornadas, fala sobre aquele sentimento que acredito ser comum em todas nós – ou pelo menos, a maioria: a sensação de vergonha, embaraço e paralisação que nos faz duvidar de nós mesmas o tempo todo.

A síndrome da impostora, acredite, acomete muito mais gente do que você imagina. Muitas delas, mulheres notáveis e com grandes feitos para a sociedade e para o mundo. Mas, por algum motivo, elas não se acham boas o suficientes e acreditam que, em algum momento, “suas máscaras vão cair”.

Dedicada a ajudar pessoas no que ela chama de revolução pessoal, Rafa compartilha nesse livro situações que nos trazem esses sentimentos e nos convida a fazer uma viagem interna para tirarmos a síndrome da impostora da nossa vida.

Digo para dentro porque, além de as respostas estarem todas dentro de nós, é importante também saber que enquanto estivermos procurando aprovação externa, nunca seremos boas o suficiente. Se nossa medição for sempre pela régua alheia, o resultado nunca vai ser bom, afinal, o outro é diferente da gente.

E aproveito para tocar num ponto que sempre venho falando aqui e no meu Instagram @fabiolamininel (se ainda não segue, é só clicar para seguir): a importância do autoconhecimento. Quanto mais nos conhecemos, entendemos nossos sentimentos e vulnerabilidades, melhor podemos lidar com situações como a síndrome da impostora.

“…antes mesmo de nos apresentar ao mundo, temos que saber quem somos. O caminho do autoconhecimento é o capítulo inicial de toda mudança.”

Esses e muitos outros insights preciosos são compartilhamos nesse livro com o qual eu não poderia me identificar mais. Acredito que todo mundo vai se reconhecer em pelo menos um dos exemplos citados. Leitura valiosa para quem sofre da síndrome da impostora, para quem busca o autoconhecimento e para todas as outras pessoas, especialmente as mulheres. Indico muito!

“A ideia é que, quanto mais nos amamos, mais aceitamos nossas vulnerabilidades.”

Quando a palavra te custa a felicidade

Já se viu apegada em alguma opinião que tem te custado a sua felicidade, pelo fato de achar que opiniões são intransponíveis?

É muito comum a crença de que mudar de opinião é sinônimo de fraqueza ou dualidade.

Já pude ouvir frases como: “quem muda de opinião, não tem opinião”.

Para quem está trilhando a Jornada do Autoconhecimento isso é reconhecido como crença limitante, já que dependendo do momento em que você está vivendo e fase de evolução que está experimentando, é super normal que perceba que algumas opiniões não fazem mais sentido e nem são coerentes com a sua realidade atual e com a pessoa que é ou está se tornando.

Outra coisa bem comum é descobrir que muitas opiniões que carregamos são baseadas em experiências de terceiros. Isso mesmo, acreditamos em muitas coisas porque alguém nos disse que é e nem sequer experimentamos ou questionamos.

O texto de hoje te entrega a liberdade de mudar de opinião, principalmente quando ela estiver te custando a felicidade.

Pare de se cobrar ou de fazer coisas, só porque um dia você disse que tinha que ser assim ou, porque acha que as pessoas esperam que você faça, quando quem você é hoje já não vê mais sentido em ser assim.

Faça diferente e pronto.

Manifeste diferente e pronto.

A primeira coerência que te leva a ser feliz é de fazer aquilo que te faz bem, que está alinhado com os seus valores, que te orgulha.

Não tenha medo de mudar, não se preocupe com a reação das outras pessoas. Quando a mudança é para o bem, não tem como dar errado.

Se as pessoas são capazes de se acostumar com o que é ruim, imagina com o que é bom?

Se livre do peso de ser quem um dia você disse que era, porque você vai mudar muito ainda e crescer. É para isso que estamos aqui, para evoluir.

Exercício de hoje: mude uma opinião que não está fazendo o menor sentido com quem você quer ser.

Boa liberdade!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Sobre se perder e se encontrar na maternidade

Senti que a maternidade nos rouba um pouco de nós mesmas. Com a chegada do filho, deixamos um pouco de lado quem costumávamos ser para abrir espaço a uma nova pessoa, uma mãe que nasceu.

Ainda que se tenha uma super rede de apoio, é atrás da mãe que a criança vai no banheiro, naqueles (supostos) únicos momentinhos de paz, é a mãe que leva a criança junto em todos os compromissos quando não tem com deixar e é a mãe que normalmente passa a maior parte do tempo cuidando, brincando e amparando.

No meio dessa rotina, em dias mais intensos em que passo o tempo todinho com meu filho, tem hora que pareço não escutar meus próprios pensamentos, tamanha energia e atenção demandadas.

Outro dia dei uma saidinha rápida enquanto ele estava na escola: fui até o laboratório tirar sangue (programão). Entrei no carro, liguei o som alto, sentindo o vento no rosto, fui pensando na vida, nos meus sentimentos… E me dei conta: essa sou eu novamente. Curtindo um momentinho que seja da individualidade que eu tanto prezo.

A maternidade tem dessas coisas. Mas à vezes é bom voltar a enxergar algo que tínhamos, era tão comum e que talvez não tenhamos dado a devida importância. Para, então, agora perceber o privilégio que é viver esse momento, ainda que só por alguns instantes e se sentir grata por isso…

Aprenda a honrar sua história

Recentemente ouvi sobre como precisamos criar histórias sobre nós mesmos. Refleti sobre essa fala e, de fato, percebi que isso é uma verdade para mim.

Na jornada do autoconhecimento somos lembrados, constantemente, de acessar e honrar nossas experiências passadas, nossos ancestrais, tudo aquilo que nos trouxe até aqui.

Honrar não se confunde com carregar e nem repetir padrões, mas sim de acolher e amar tudo o que já fomos um dia.

E qual a melhor maneira de fazer isso e alinhar todas essas nossas fases, se não contanto uma boa história sobre nós?

Penso que todos nós daríamos um ótimo livro, afinal de contas quem não teve um drama, uma história bem triste para contar? Ou então um dia bem engraçado, cheio de bons momentos para narrar? Um amor que se foi, um bom amigo que fez, uma arte que aprontou?

É preciso que aceitemos que todas as situações da nossa vida, boas e ruins, são responsáveis pelo que somos agora, unidas a fatores natos de personalidade, dons e, para quem acredita, signo, posição planetária no dia do nascimento e propósito de vida.

Quem já acompanha meus conteúdos, conhece a escrita terapêutica. É uma ferramenta leve e muito eficiente para o desenvolvimento pessoal e gerenciamento das emoções.

Vou deixar como exercício uma escrita terapêutica sobre a sua história. Separe um caderno ou algumas folhas para contar um pouco de você para a pessoa mais importante da sua vida, você mesma!

Não se cobre em lembrar desde os primeiros anos de vida, comece de onde sentir vontade. Se não quiser narrar por fases, narre por histórias específicas. O objetivo aqui é que você acesse suas memórias e honre cada uma delas, reconheça como elas te fizeram crescer e te marcaram, de forma positiva ou negativa, não importa.

Lembre-se que todos nós podemos escrever comédia e drama, baseados em nossa própria vida. A maneira como você escolhe enxergar e contar é que faz a diferença.

Faça quantas vezes quiser esse exercício, quanto mais em contato com a sua história, maior será a sua consciência em relação as suas fortalezas, pontos de melhoria, aprendizados e fatos que se repetem, por falta deles.

Saiba que eu honro e admiro a sua história.

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Tendência de moda: tamancos

Na moda, as tendências vão e vem e são estilizadas quando reaparecem. É o caso do tamanco (agora também chamado de mule de salto baixo). Ele já foi hit em meados dos anos 90 e as grifes de moda o trouxeram de volta tornando objeto de desejo.

Vez ou outra assisto episódios de Sex And the City (sucesso que foi ao ar entre 1998 e 2004) e dia desses assisti um em que a protagonista, Carrie Bradshaw, apaixonada por moda, usava tamanquinhos idênticos aos que estamos vendo atualmente. Foi como voltar no tempo.

Cenas da série Sex And The City

Nessa temporada eles estouraram com os modelos da grife Bottega Venetta que caíram no gosto das fashionistas mais antenadas. Os tamancos de bico quadrado e textura acolchoada já foram reproduzidos por marcas mundo afora e editam os mais diversos looks.

Eu também me rendi a essa tendência com um modelo da Zara de bico quadrado e textura acolchoada, mas numa cor neutra: off white; o outro modelo da Renner é todo trançado e de cor vibrante: rosa chiclete.

Fiquei com medo de comprar e ficar encostado no armário, mas eles são fáceis de combinar, além de serem super confortáveis com saltos médio e baixo.

Dá pra usar com vestido, calça jeans, short, saia, macacão, enfim. São infinitas possibilidades. Reuni aqui looks meus que editei com tamanco e mais alguns da internet pra gente se inspirar.

Livro: Pais que evoluem

Educar não é instintivo. Educar de forma assertiva é ciência. Precisamos compreender como nossas palavras e atitudes como pais influenciarão a vida dos nossos filhos por muitos e muitos anos.

Li esse livro recentemente e foi muito especial. Não é mais um livro sobre como educar os filhos, sobre técnicas para acabar com as birras ou tantas fórmulas mágicas que vemos por aí quando o assunto é criação de filhos.

Ele fala, principalmente, sobre autoconhecimento. Para conhecer e criar bem nossos filhos, precisamos primeiro nos conhecer muito bem, entender nossos sentimentos e saber por que tomamos certas decisões.

A autora, educadora parental e especialista em inteligência emocional e perfil comportamental, começa falando sobre a nossa infância. A maneira como fomos criados, as crenças que adquirimos de nossos pais e cuidadores refletem diretamente na nossa maneira de ser mãe ou pai.

Ela conta que ficava perdida quando tinha dois filhos pequenos e não sabia como reagir às birras e outros comportamentos das crianças. O maternar não estava sendo leve e prazeroso, mas a estava esgotando emocionalmente. Só quando ela entendeu que precisava mudar o próprio mindset (maneira de pensar e agir), é que o comportamento de seus filhos iria mudar, as coisas tomaram outro rumo e ela deu uma guinada em sua jornada da maternidade.

Através do livro pude revisitar momentos da minha infância e criação de modo geral e também me aprofundar mais na jornada do autoconhecimento. Quando vivemos o momento presente e nos tornamos conscientes de nossas ações, tudo flui melhor, inclusive na maternidade/paternidade.

A autora nos convida a uma importante reflexão: educar não é instintivo e também não basta se autoconhecer para educar bem. Educar exige conhecimento. Não existe receita e ninguém nos ensina. Mas precisamos aprender como desenvolver essa importante missão.

A leitura é leve, de fácil compreensão e nos leva a importantes reflexões e a nos voltarmos para dentro de nós primeiro para então podermos nos doar e ajudarmos nossas crianças a se desenvolverem em seu potencial máximo.

Leitura bem válida para pais que buscam uma comunicação mais assertiva com os filhos e também para aqueles que estão buscando se conhecer melhor para assim poder exercer uma criação com apego e ajudar os filhos a se desenvolverem para se tornarem adultos confiantes e capazes.

Dica de série: Emily em Paris

Essa série delicinha da Netflix é do mesmo criador de Sex and The City, fator de alta credibilidade e indicador de sucesso pra mim, já que sou apaixonada pela antecessora.

Emily é uma jovem que trabalha numa empresa de marketing em Chicago e, após uma mudança de planos repentina – sua chefe, que ia a Paris, descobre que está grávida e não poderá viajar – aceita passar um ano na cidade luz e levar um pouco da visão americana para a filial de lá.

Porém, quando ela chega na empresa, percebe que o emprego dos sonhos não era exatamente o que ela imaginava. Ela sofre rejeição e uma certa resistência dos novos colegas de trabalho. Ah, tem um detalhe: ela foi pra lá sem falar francês!

Mas isso não foi motivo para ela perder o rebolado. Com muita resiliência, bom humor e competência, ela mostra a que veio.

Quando chega à cidade, ela cria um perfil no Instagram para dividir sua nova vida, o @emilyinparis. Com um olhar apurado e criatividade, ela vai compartilhando cliques que se tornam cada vez mais populares.

E é esse olhar sobre o marketing nas redes sociais que ela tenta levar para os clientes da empresa em que trabalha, mas sua chefe não bota fé. Eles têm um modelo de trabalho e não querem se abrir para mudanças. Além disso, a história também fala um pouco sobre a diferença de estilo de vida entre franceses e americanos. Esses mais voltados para muito trabalho e fazer dinheiro, e aqueles, num estilo mais “slow”, acreditam que trabalham para viver, e não o contrário.

Até que um post de Emily ganha milhares de compartilhamentos e é repostado por Carla Bruni. Em outro momento, seu perfil se destaca tanto que uma grande marca de beleza a convida para ser sua embaixadora, como influenciadora digital.

Além de ser uma história gostosa de acompanhar, ela mostra a importância e real influência do marketing digital. Para tantas pessoas que trabalham com isso hoje, serve também de inspiração e fonte de criatividade. Com um olhar particular da cidade ou de algum produto específico somado a uma boa legenda, Emily consegue emplacar um conteúdo de impacto e relevância. O desejo de todos que trabalham nessa área hoje.

Acho que mais do que uma história bacana, a série traz esse olhar sobre o marketing digital, sobre a resiliência de uma menina que não desiste da nova vida e de defender aquilo em que acredita. E, por último, mas não menos importante, tudo isso é mostrado com um certo glamour trazido pela moda nos looks da Emily e suas amigas e também nos clientes da empresa. O que eu amo e me faz encher os olhos!

Você também já assistiu? O que achou?

Abaixo um bônus com algumas fotos de looks!

Qual o medo que te motiva?

Estudos apontam que agimos motivados pelo medo ou pelo amor.

Super acredito nessa teoria e, apesar de procurar me mover pelo amor, sempre identifico medos como motivadores.

Apesar do que algumas pessoas pensam, o medo pode ser um sentimento muito valioso quando utilizado de forma positiva, ou seja, identificar sinais de alerta para melhor planejamento ou então como motivador.

No texto de hoje quero te convidar a refletir sobre quais medos têm sido motivadores das suas ações, bem como quais deles ainda não são, mas podem ser.

Costumo dizer aos meus clientes que todos nós temos um quartinho da bagunça interno, onde ficam guardados todos os sentimentos e pensamentos que não queremos mexer, limpar, organizar e até mesmo desapegar. Assim como os quartinhos de bagunça que temos em casa, esses quartinhos internos estão cheios de energia parada que precisam fluir e que influenciam diretamente nas nossas ações e resultados.

Claro que o objetivo aqui não é que você limpe todo o seu quartinho de bagunça interno de uma vez, até porque isso exige tempo, maturidade e, às vezes, ajuda profissional direcionada. O convite é para que você ilumine os medos que você provavelmente tem nesse quartinho e veja quais deles te motivam ou possam motivar a agir em direção aos seus sonhos.

Sabe aquela pessoa que trabalha além do seu próprio limite, às vezes? Ela provavelmente está agindo motivada pelo medo de perder seu emprego, por exemplo.

Quantas ações suas são motivadas pelos seus medos? 

Quantas ações são motivadas pelo amor?

Quais ações você tem procrastinado hoje que podem ser motivadas pelo medo do que possa acontecer se você não fizer?

Ser inteligente emocionalmente também significa saber sentir e usar cada sentimento a seu favor e todos (TODOS) os seus sentimentos devem ser utilizados de forma positiva.

Sentimentos são mensagens, aprenda a interpretá-las.

Vem comigo nessa?

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Mente ocupada não recebe respostas

As respostas que você vive esperando estão todas dentro de você.

Claro que você já deve ter lido isso em algum lugar ou até mesmo ouvido em algum vídeo ou palestra de inteligência emocional.

Ouvimos, tomamos a consciência, mas parece que quanto mais sabemos que as respostas estão dentro de nós, mais difícil fica de acessá-las. 

Então buscamos e pedimos os sinais para forças maiores nas quais temos fé e mesmo assim não conseguimos receber, já que elas vêm em forma de intuição e intuição e mente ocupada não combinam.

O segredo para resolver problemas é sair do estado de consciência em que ele foi criado. 

É preciso silenciar a mente, sair do problema, se afastar para enxergar melhor. Do mesmo jeito que nos permite resolver tão fácil o problema de uma outra pessoa.

Para silenciar a mente é preciso praticar. Desafie-se a ficar em silêncio alguns minutos do dia, somente deixando os pensamentos passaram e prestando atenção no som que a quietude faz, dependendo de onde estiver ouvirá som de pássaros, cachorrinhos latindo, carros passando. Não importa o som que ouvirá de fora, o que importa é calar dentro.

Uma outra dica que eu sempre dou para quem está com a mente ocupada demais com preocupações ou ideias é sentar e escrever tudo no papel.

Essa escrita terapêutica irá te ajudar a desocupar a mente e pode ser que a resposta que você está buscando saia no papel no meio de tantas outras ideias. Não precisa ter nexo e nem roteiro, é só escrever o que vier.

Faça os exercícios e perceba aquele que mais te ajuda a acessar as respostas e se conectar com a sua intuição.

Luz e sucesso!

 


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @lidersesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Troque o “tenho que” por “eu escolho/quero”

Quanto peso e responsabilidade carrega uma frase que começa com “eu tenho que”, não é mesmo?

Estudos demonstram que parte de nós, ao longo da vida, desenvolve certa resistência a obrigações, como se algo que poderia ou que já seria feito por você, perdesse todo prazer quando alguém te diz que tem que fazer.

Você é desse time? Eu sou!

Essa foi uma das características que eu descobri na minha jornada de autoconhecimento e, por tê-la trazido para a consciência, consigo lidar muito melhor com as coisas que as pessoas me pedem para fazer hoje em dia.

Que tal se nós tirássemos esse peso do ter que fazer? Afinal de contas “NÓS NÃO SOMOS OBRIGADAS A NADA”! rsrs

Tudo é uma questão de escolha e até mesmo quando dizemos que temos algo para fazer é porque escolhemos adicionar aquilo na nossa programação. Além de que tudo fica bem mais leve, também, quando nos conscientizamos dos motivos pelos quais fizemos essas escolhas.

E aqui você pode até lembrar daquele ditado popular que diz que nós não fazemos só o que queremos, mas eu te afirmo que aquelas coisas que você não escolhe ter que fazer são frutos de outra escolha que você fez na sua vida.

Baseada na neurociência e em como nós podemos controlar e trabalhar estrategicamente com a nossa mente, vou deixar algumas dicas de como falar a si mesma sobre algumas atividades que talvez não sejam tão prazerosas ou então que, unidas ao peso do “tem que”, tornam maçantes.

Ao invés de “Tenho que limpar a casa”, diga: “Eu escolho limpar a casa, pois assim tudo fica cheiroso, organizado e saudável para mim e para minha família.

Ao invés de “Tenho que ir trabalhar”, diga: “Eu escolho fazer esse trabalho, porque é através dele que eu ganho o dinheiro que me permite pagar as contas, estudar e proporciona momentos de lazer e diversão para mim e para minha família”.

Ao invés de “Tenho que estudar”, diga: “Eu escolho estudar para a minha prova, para que eu possa tirar uma nota satisfatória e estar ainda mais perto de me formar e conquistar uma carreira profissional de sucesso”.

Para quem já me acompanha e usa o Caderninho do Tem Quê, pode começar a chamá-lo de Caderninho das Escolhas, quem ainda não conhece essa ferramenta, volte alguns posts e aprenda algo que vai te ajudar a desfrutar melhor o seu tempo.

Luz e sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Club Med Rio das Pedras com criança

Estivemos no Club Med Rio das Pedras, em Mangaratiba, próximo a Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Foram três noites no resort e vou contar um pouco das minhas impressões.

De cara já preciso dizer que, apesar de o resort estar operando com capacidade reduzida, achei bem cheio para o período. Parece que está todo mundo tirando o atraso de meses trancados em casa.

Todos os funcionários trabalhando com máscaras, pessoal da limpeza dos quartos usa também luvas e avental. Os hóspedes devem utilizar a máscaras enquanto circulam pelas áreas.

Check-in/check-out

Você para seu carro na entrada e os funcionários te recebem, retiram suas malas do carro e te direcionam para o check-in. O horário de entrada é 16h. Nós chegamos meio dia e, por uma taxa de R$ 133, pudemos almoçar e já curtir as dependências do resort. Se o quarto fica pronto antes desse horário (como aconteceu com a gente) os funcionários ligam para avisar e passar o número da acomodação.

No check-out precisamos deixar o quarto até meio dia, mas podemos almoçar e aproveitar o hotel até às 15h.

Acomodações

Ficamos em um quarto com vista para o mar. Tamanho bom, forneceram berço para o Otto sem custo extra. Limpeza super rigorosa (no check-in você preenche um formulário e diz se autoriza ou não a limpeza durante sua estada). E achei bacana que além da limpeza pela manhã, como é de praxe, a equipe também passa no quarto no fim da tarde e começo da noite para ver se está tudo ok, trocar lixo, verificar se faltam toalhas e ainda deixam uns bombons de mimo (achei fofo e super atencioso).

Restaurante

Tem um restaurante principal estilo buffet e outro a la carte que está funcionando apenas às sextas e sábados e não tivemos oportunidade de conhecer.

O principal é bem grande e com uma enorme variedade de opções. Tem saladas, pães, carnes, peixes, massas, pizzas e, claro, nosso tradicional arroz e feijão. À noite os pratos são mais elaborados e servidos com uma apresentação mais gourmet. Tive a oportunidade de provar arraia, por exemplo, que nunca tinha comido. E não é só a apresentação que é boa, o sabor também! A gente fica com um pouco de receio de comida de resort por ser mais ou menos, mas essa foi uma grata surpresa.

O café da manhã também oferece diversas opções de sucos naturais, pães frescos, croissants, brioches, tapioca, frutas, iogurtes.

E para as mães de crianças, uma boa notícia: o restaurante só começa a servir o almoço às 12h30, mas a partir das 11h já tem uma “comidinha de criança”, como purê, arroz, feijão, macarrão, entre outras opções, e as mães podem entrar e alimentar os pequenos tranquilamente. Vale o mesmo para o jantar. Isso é ótimo porque não ficamos na dependência do horário do restaurante, nem precisamos tirar o bebê da rotina. No caso do Otto, ele já está mais adaptado aos nossos horários, então não foi preciso chegar mais cedo.

À tarde, por volta de 16h, ao lado da piscina são servidos lanchinhos como misto quente, croissant e salada de frutas para quem quiser matar a fome.

Piscinas

Dando uma conferida na piscina calma

São duas piscinas principais e um bar ao lado. E há uma outra, chamada de “piscina calma”, onde só entram maiores de 16 anos e é um sossego só. Não pudemos ficar lá por conta das crianças, mas dei uma passadinha pra conhecer.

Nas duas piscinas principais tem aulas de hidroginástica e gincanas com os hóspedes e aquela gritaria e música que, sinceramente, em alguns momentos não são agradáveis. Também não achei pertinente as aulas de hidro, com pessoas aglomeraras na piscina durante esse momento de pandemia pelo qual ainda estamos passando.

Tem uma parte mais rasinha na piscina, boa para as crianças, mas senti falta daquela “prainha” que tem em algumas piscinas, onde a criança pode brincar sozinha mais à vontade.

Praia

Depois da área das piscinas há um acesso para a praia. Super tranquila, de areia grossa, com pequenos quiosques para os hóspedes curtirem a brisa do mar na sombra. Tem dois bares que servem os hóspedes ali. O bacana é que em volta do hotel tem uma área verde de montanhas que dá um contraste lindo de praia e “campo” no mesmo lugar.

Atividades inclusas

O hotel oferece algumas atividades para os hóspedes sem custo extra: arco e flecha, wakeboard e caiaque. Basta agendar horário pelo aplicativo do resort. No nosso grupo aproveitamos todas as atividades. Tem o spa, com custo extra, mas não tinha horário enquanto estivemos hospedados.

Geral

Tem um gramado grande e muito gostoso onde as crianças brincaram e correram muito. Não tem parquinho, mas a praia e esse gramado fizeram a diversão dos pequenos.

O atendimento de maneira geral é muito bom. Funcionários solícitos e atenciosos.

O sistema lá é all inclusive, ou seja, todas as refeições e as atividades que citei, além de bebidas alcoólicas e não alcoólicas estão inclusas. Algumas pessoas não gostam dessa opção, mas no nosso caso com crianças, vale muito a pena. Além disso, você já sabe quanto vai gastar durante todo o período, sem sustos no fim da estada. A não ser que você faça algum passeio ou atividade extra.

Serviço

Club Med Rio das Pedras

Km 445,5 Rodovia Rio Santos

Mangaratiba, Rio de Janeiro

Site

Não deixe para amanhã o que você pode deixar hoje

Não, você não leu errado e nem eu me equivoquei no título…rs

Quero começar essa semana refletindo sobre os hábitos que já deveria ter deixado para trás e ainda não fiz. E aqui entram não só hábitos ruins como comportamentos negativos.

Faça uma análise e, se possível, escreva todas as coisas que você costuma fazer que te despertam arrependimento ou vergonha. Aquela sensação de “poxa, fiz de novo isso/assim”.

Claro que tudo isso que você localizar está registrado no seu sistema, por isso você repete esses padrões e não será do dia para noite que eles serão modificados. Então, quero deixar algumas dicas para que você transforme esses hábitos.

Escolha um hábito que deseja abandonar e:

DICA 1 – SE OBSERVE

Sair do Piloto Automático é o primeiro passo de quem deseja mudar hábitos e comportamentos negativos. Só é possível identificar quando e por que fazemos algo, quando estamos em constante auto-observação. Essa prática, de quebra ainda, te trará mais autoconhecimento e autocontrole emocional.

DICA 2  CRIE GATILHOS

Gatilhos cerebrais são como botões que acionam vontades, sentimentos e os próprios hábitos. Então, para ajudar a desativar os gatilhos antigos, crie novos. Por exemplo, se você é daquelas que perde muito tempo no celular deseja perder menos tempo com isso, você pode usá-lo como amigo e criar lembretes com afirmações como: SAIA DO CELULAR E VÁ SER FELIZ; ZUCKERBERG ESTÁ COM A VIDA GANHA, VOCÊ NÃO; FAÇA UMA RESPIRAÇÃO PROFUNDA E RETOME SUAS ATIVIDADES… 

DICA 3  ESTABELEÇA O QUE IRÁ FAZER NO LUGAR DISSO

Tenha clareza do que você deseja realizar no lugar daquilo. É preciso saber o que não queremos, mas de suma importância refletir sobre o que queremos afinal no lugar daquilo que estamos considerando como negativo. Você deverá dizer a si mesma o que deve ser feito sempre no positivo, por exemplo: GASTAR MENOS TEMPO NO CELULAR; LER UM CAPÍTULO POR DIA; MANTER A CALMA EM UMA CONVERSA DIFÍCIL; OUVIR COM ATENÇÃO O QUE O OUTRO ME DIZ ANTES DE RESPONDER

Tenho certeza de que essas dicas te ajudarão a começar as transformações que pretende por aí.

A segunda-feira é conhecida como o dia do recomeço, então comece a deixar hoje mesmo hábitos e comportamentos que não te aproximam da pessoa que você deseja ser e da vida que deseja levar.

Luz e sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Quem você não é?

Don Miguel Ruiz afirma, em seu livro As três Perguntas, que a maneira mais fácil de descobrir quem você é, é descobrindo quem você não é.

E essa pesquisa deve ser mais sincera e detalhada possível.

“Quem somos nós?”

Essa é uma pergunta banalizada, levando em conta que todos temos uma gama de informações prontas para essa resposta. Informações que não passam da superfície, que tem mais cara de roteiro feito para agradar público de todos os gostos.

Isso tem a ver com o mecanicismo da padronização que o inconsciente coletivo traz e com a nossa necessidade de aceitação social e sensação de pertencimento, mas isso é papo para outro dia.

Vamos focar em quem nós não somos, nas qualidades que nós não temos, nos defeitos que nós não temos, nas habilidades que nós não temos, nas fraquezas que nós não temos e por aí vai.

Sem julgamento, trabalhe apenas com fatos.

Se você não puder ser totalmente sincera consigo mesma, não poderá ser com mais ninguém. Acredite nisso!

Se tem dificuldade em falar disso, em identificar seus pontos de melhoria, provavelmente tem dificuldade em aceitar feedbacks e até críticas construtivas.

Dê a devida atenção a isso, pois é daí que vem as pistas para a nossa evolução.

Escolha um dia e um horário em que você possa se concentrar nessa expedição rumo a você mesma, pegue seu caderno de jornada e responda com muita sinceridade e detalhe:

QUEM EU NÃO SOU?

Leia com muito amor e aceitação o que escreveu e aproveite os insights. Numa próxima oportunidade falamos de quem somos.

Boa semana, luz e sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Educação emocional – a nossa responsabilidade por um mundo melhor

A pandemia deixou claro que educação não é responsabilidade exclusiva do ambiente escolar.

Pudemos sentir na pele a dificuldade de ensinar, nos sensibilizar e valorizar ainda mais os profissionais que passam a maior parte do dia com filhos de lares e culturas diversas.

Eu, particularmente, achei essa parte uma ótima oportunidade de exercitar ou desenvolver a tão falada empatia.

Aplico treinamentos em ambientes escolares e sempre procuro despertar ou reascender nos professores a responsabilidade e privilégio de fazer parte diretamente da criação da nova sociedade.

Assim como eles, também somos responsáveis por esse novo mundo, afinal nossas crianças de hoje serão os adultos de amanhã.

A pergunta não deve ser mais aquela de que mundo você quer deixar para os seus filhos, mas sim: Que filhos você tem preparado para o mundo?

As duas últimas gerações não possuem preparo emocional suficiente para lidar com as necessidades desse novo momento. Claro, que passamos tempo desenvolvendo tantas outras competências consideradas mais importantes, mas inteligência emocional não foi uma delas.

Hoje, mais do que nunca é necessário o desenvolvimento da inteligência emocional. O despertar para a humanização, a nossa reintegração com a natureza e recursos ambientais e, a melhoria nas relações entre a sociedade nunca esteve tão em evidência.

Nós temos responsabilidade na geração dessa nova sociedade e o nosso papel quanto pais e cuidadores é ensinar, através do exemplo, nossos filhos a terem inteligência emocional e todas as habilidades que a compõe, não só para serem adultos bem-sucedidos em todas áreas, mas como adultos capazes de conduzir um novo modelo de sociedade.

Adultos melhores, criam crianças melhores.

Boa semana, responsabilidade, luz e sucesso.


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @lidersesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.