Hoje eu lembrei da minha mãe

Hoje eu lembrei da minha mãe. Todos os dias eu lembro da minha mãe. Não, não estou forçando a barra. Todos os dias eu lembro dela.

Coisas que ela falaria, comportamentos meus parecidos com os dela (muitos eu criticava, inclusive, mas faço igual) ou lugares que ela teria gostado de conhecer.

Hoje fui fazer a unha em uma esmalteria e chegou uma moça com a mãe. Fiquei observando as duas e lembrei da minha. Não ser parecida fisicamente, mas por estarem juntas fazendo um programa que tantas vezes fiz com ela. E me peguei pensando quanta coisa estaríamos fazendo juntas hoje.

Como ela seria uma boa avó para o Otto, como estaríamos próximas hoje ajudando e aprendendo uma com a outra. E teria a oportunidade de olhar para ela agora com olhar de mãe, que entende tantas coisas que ela falava.

Não sou adepta ao drama, me considero muito bem resolvida com a morte dela. Acho que aceitei bem e entendi que tudo tem seu tempo e ordem de acontecer. E a ausência dela me tornou uma pessoa muito mais forte.

Mas hoje deu aquela saudadinha gostosa, lembranças que vêm e aquecem o coração e a alma. Sei que ela me acompanha e a proteção é forte. Mas senti vontade de externar esses sentimentos e dizer que hoje eu lembrei da minha mãe.

DIY: repaginada no escritório

Dizem que mudar os ares ajuda a ativar a criatividade. Meu escritório em casa estava sem graça, meio bagunçado, já estava me incomodando há algum tempo. No início do ano resolvi repaginar. Busquei as referências e coloquei a mão não massa – ou melhor, colocamos – @reuberlopes super me ajudou!

Primeiro passo foi escolher o papel de parede para dar outro ar ao ambiente. Escolhi esse modelo branco e rosa bem delicado. Escolhi os quadros que coordenassem com as cores.

Aplicamos o papel e aí veio a pandemia. Ficou tudo pela metade. Então há pouco mais de um mês retomei esse projeto e escolhi a mesa e o armário que eu queria pela internet.

Tudo montado, aproveitei para dar aquela geral, organizar papelada, jogar no lixo o que não é mais necessário e deixar apenas o essencial.

Ficou simples, mas bem clean e com espaço para trabalhar tranquila. É aqui nesse cantinho que eu crio boa parte dos conteúdos que vocês veem aqui no blog! Muito feliz com meu novo home office! Curtiram?

Deixe seu comentário dizendo o que achou!

Looks de quarentena

Não é porque estamos em casa que vamos ficar desleixadas, né? Falei isso no começo da pandemia. Acho importante mantermos a autoestima elevada, especialmente neste período. Adoro me arrumar e sinto que levanta o meu astral!

Apesar de estar em casa, não fico de pijama o tempo todo porque, pra mim, pijama está associado a dormir e a fazer nada rs, então sempre coloco um lookinho rs. Tenho usado looks simples e confortáveis, mas não menos estilosos.

Amo calça estilo jogger e conjuntinhos de moletom macios, além das leggings velhas de guerra. São ótimos para passar o dia, cumprir as tarefas diárias, mas sem perder o conforto.

E quem diria que um dia falaríamos de moda para ficar em casa, hein? Muita coisa mudou nos últimos três meses e a maneira de pensar e consumir moda também.

Separei algumas opções para vocês darem uma olhada e se inspirarem.

 

Imagens: Instagram

O que acharam? Como tem sido seus looks para ficar em casa? Conta aqui nos comentários!

Tenha um caderninho do “tem que”

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Uma das maiores queixas que recebo dos meus clientes que têm filhos é a falta de tempo de qualidade com eles. O famoso “nunca tenho tempo” ou “quando estou com eles estou dividida entre brincar e fazer as outras coisas”.

A primeira coisa que você precisa saber é que não está fazendo nem uma coisa e nem outra de maneira integral e verdadeiramente entregue. Trabalhar pensando que devia dar mais atenção aos filhos ou estar com os filhos pensando no que tem para entregar no dia seguinte, ambos têm peso negativo igual.

A Programação Neurolinguística nos ensina a arte de tirar da cabeça e colocar no papel. Então, pensando nessa teoria, quero te ensinar o famoso e funcional CADERNINHO DO TEM QUE.

É um exercício que vai te ajudar a aproveitar de maneira genuína os seus momentos. Como qualquer outro hábito ou mudança de comportamento, serão necessárias a prática e repetição.

Separe um caderninho de papel ou então faça no seu bloco de notas do celular, o importante é que você registre imediatamente a tarefa secundária que te atrapalha a cumprir a primária. Toda vez que estiver fazendo algo e vier aquele pensamento de que deveria estar fazendo outra coisa, anote no caderninho. Anote como se transferisse aquele pensamento para o caderno em forma de tarefa futura, algo que você vai fazer em outro momento ou se programar para fazer. Volte e se entregue naquilo que estava fazendo.

Perceba que a maior parte das coisas que você pensa que deveria fazer não poderiam ser feitas naquele momento ou então, existem fatores ainda não identificados que te impossibilitam de fazer.

Faça o teste do Caderninho do Tem Que e ensine para as pessoas que vivem mais preocupadas com o que deveriam fazer do que com as coisas que estão fazendo.

Viva sempre no momento presente e aproveite todas as possibilidades.

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeura, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada. 

Facilitando a limpeza do dia a dia em casa

Comecei lá no insta (se ainda não me segue, vai lá @amaeprematura) uma conversa sobre como facilitar nosso dia a dia em casa com limpeza prática e rápida, sem tumulto e sem tomar muito do nosso tempo.

Hoje existem muitas ferramentas para nos ajudar com isso, além de produtos cada vez mais eficientes. Eu usei três dessas ferramentas para fazer um comparativo e vim aqui dividir com vocês o que achei de cada uma delas.

Rodo mágico

Esse rodinho já é meu velho conhecido. Como funciona: ele tem uma esponja na base e é preciso molhar, mergulhar em um balde com água e os produtos que você usa normalmente para limpar o chão. A vantagem é que você não precisa colocar a mão na esponja suja; para torcer, basta puxar a alavanca. A desvantagem é a seguinte: se você limpar o chão e mergulhar o rodo novamente no mesmo balde, vai começar a passar o rodo sujo e não vai rolar. O ideal é usar dois baldes: um com a água limpa dos produtos e outro para descartar a água que sai suja. Mas gosto dele apesar disso, acho que limpa super bem.

Aqui tem o link dele, caso você se intresse: https://amzn.to/2L8e1cO

Mop com balde

Esse é sucesso. Já vem o esfregão, o balde e dentro dele tem uma centrífuga para secar o esfregão. Acho ele bom para uma limpeza mais pesada, mas sugiro passar duas vezes para garantir uma boa limpeza, senão acontece como no caso do rodo, você usa a água suja de novo para passar no chão.

Link aqui: https://amzn.to/3fowUX7

Mop com spray

Esse é o que conheci mais recentemente. É tipo um rodo, só que na ponta você fixa o “pano” com um velcro que pode ser retirado após a limpeza e lavado normalmente na máquina, sem precisar ficar torcendo ou colocando a mão. Tem um recipiente acoplado onde você coloca água e os produtos de limpeza, na hora de usar, basta apertar o botão do cabo que o spray despeja a mistura. Achei muito eficiente para uma limpeza diária mais leve, o famoso “tapinha” que a gente dá quando não quer fazer uma limpeza mais pesada, sabe?

Obs.: na foto o mop está sem o pano embaixo porque eu tinha tirado para lavar! 🤦🏼‍♀️😂

Link do mop: https://amzn.to/2yBVnHN

Essas são minhas impressões pelo que pude observar em casa, lembrando que tenho cachorro, que entra com a pata suja em casa, então acaba exigindo uma limpeza mais profunda. Mas todos os mop’s são eficientes. Coloquei os links de cada um deles acima, caso queiram comprar.

Me contem aqui nos comentários o que acharam do post!

Como escolher a escola do bebê – a nossa experiência

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O primeiro ano é tão intenso, tudo novo, muitas descobertas, adaptação a uma nova vida com o bebê, que acaba passando muito rápido. Quando você percebe, seu bebê já é uma criancinha grande que corre e já arranha umas palavrinhas. Então é hora de ir para a escola. Começar uma nova fase, com novas descobertas e agora uma nova vida com rotina diferente para toda a família.

No nosso caso foi assim, mas sei que muitas famílias precisam colocar o bebê no berçário aos seis meses (ou antes) para que a mãe volte a trabalhar. A minha ideia era que o Otto fosse com 1 ano e 6 meses. Mas em algumas leituras, especialistas dizem que não há necessidade de a criança frequentar a escola antes dos 3 anos (o que na minha opinião já é um pouco tardio). Conversei com a pediatra e ela disse aos 2 anos é uma ótima época, e que, de 1 ano e meio a 2 anos, eles dão um salto de desenvolvimento muito grande. Entrar na escola nesse período só ajuda ainda mais. E assim batemos o martelo em 2 anos, que ele completa em março do ano que vem.

Depois vem a escolha. Achei que seria mais fácil. Mas são muitas dúvidas, as opções também são muitas em uma cidade como São Paulo, o que só dificultou um pouco rs. Com calma deu certo e acho que optamos pela melhor opção para nossa família.

São muitos pontos a serem considerados: localização, metodologia, preço, visão e valores, se tem programa bilíngue ou não…. Enfim.

Um dos primeiros pontos importantes para nós era a localização. Não faria sentido se fosse muito longe, o tempo de deslocamento acaba sendo longo, somado ao trânsito de SP só iria tumultuar a rotina.

Metodologia

Metodologia é o método de ensino adotado pela escola. Hoje em dia as salas de aula de algumas escolas estão diferentes do que estávamos acostumados “no meu tempo” (como estou velha kkk). Os professores não são mais os protagonistas da sala, concentrando neles todo o conhecimento. Agora, tudo é feito através de vivências e as crianças aprendem cada uma à sua maneira e no seu tempo. O método construtivista, que é o adotado pela escola que escolhemos, funciona dessa forma.

Preço

Preço é algo muito particular de cada família. As escolas em São Paulo têm preços bem altos de maneira geral. Escolher a escola dos sonhos acaba sendo meio inviável. Nós procuramos reunir as características que eram prioridades pra gente com o preço que se encaixasse no nosso orçamento. Não pensando apenas no preço como fator decisivo.

Valores

Missão, visão e valores. É importante que a família esteja alinhada com os valores da escola. Afinal, ela vai começar a formar seu filho como indivíduo. Se isso não se encaixar, não vai funcionar.

Programa bilíngue

Apesar de o inglês ser um dos pontos importantes na escola para nossa escolha, achei que o ensino bilíngue neste momento não seria uma prioridade (até porque é o dobro do preço). A escola do Otto oferece aulas de inglês duas vezes por semana e acho que isso vai ser suficiente nessa primeira fase. Vamos analisar a necessidade do bilíngue quando ele for para o ensino fundamental.

Outros pontos que contaram pra gente: aula de sustentabilidade. Eles têm atividades relacionadas ao tema, criam projetos e tem uma horta onde eles têm contato com a natureza.

O relacionamento da escola com os pais. Para mim, o importante nessa primeira escola não era que fosse grande e renomada, mas que fosse acolhedora e olhasse para cada criança individualmente. E nós sentimos isso na escola do Otto. A diretora foi muito atenciosa e ela, além da equipe de professoras e auxiliares, conhecem cada criança, sua família e suas particularidades. Isso era muito importante pra gente e foi um dos pontos que mais pesou.

A estrutura da escola como um todo e a questão da segurança. Importante observar se o prédio está em boas condições, se os funcionários sabem como agir em caso de emergência, se há seguranças na porta, enfim.

E um ponto que não deve ser esquecido: criança precisa brincar! Nesse momento, é claro que eles aprendem muito e vão adquirindo conhecimento, mas “fazer currículo” para seu filho agora não é importante. Ou seja, encher a criança de atividades, querer que a escola tenha apostilas e etc. O que ela precisa agora é brincar!

Acho que consegui reunir aqui pontos que são importantes serem considerados na escolha da escola do bebê. Lembrando que essa é a nossa experiência. Cada família pensa diferente e tem prioridades diferentes.

Agora estamos na expectativa pelo ano que vai começar com uma nova fase na vida do Otto e na nossa também, afinal tudo vai mudar na nossa rotina. Eu, que estou há quase 2 anos de dedicação integral e exclusiva para o Otto, também vou sentir bastante essa mudança e esse é um assunto para outro post.

Por enquanto digam se gostaram do conteúdo aqui nos comentários!

A síndrome de Mulher-Maravilha – e o que ela pode causar

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Vivemos num tempo em que a mulher pode tudo. Ela pode ser quem ela quiser. Ela pode fazer o que bem entender da própria vida. E num momento em que feminismo x machismo vem sendo cada vez mais debatido, surge certa ansiedade da nossa parte de ter que dar conta de tudo.

Afinal, você pode ser o que quiser. E pode mesmo, mas será que para isso precisamos abraçar o mundo? Não vou mentir, me sinto o máximo quando consigo dar conta de tudo o que me proponho a fazer: trabalhar, cuidar do filho, da casa, do marido, fazer mercado, carregar 50 sacolas, mochila e carrinho de bebê. Mas também me sinto péssima quando tudo não sai como esperado.

O que é absolutamente normal: não sair como esperado. A vida é feita de altos e baixos, dias bons e dias ruins. E essa é a graça da coisa. Mas quando a gente passa a se punir porque não deu certo, deixa de ser saudável.

Deve haver um equilíbrio aí. Como em tudo na vida. Seja foda sim, faça tudo sim, o que quiser e da maneira que achar melhor. Mas se permita parar, desacelerar, pedir ajuda. A rede de apoio é essencial aqui. Marido, mãe, sogra, funcionária ou com quem quer que você possa contar.

Permita ter uns momentos só para você: dez, quinze minutinhos por dia, uma vez na semana, sempre que der. Se presenteie com momentos só seus, para fazer o que você gosta e te dê prazer. Pode ser fazer as unhas, ler um livro, parar um minutinho pra tomar um chá em silêncio… Isso é muito importante para você – e para sua família também. E assim você vai se tornando uma pessoa melhor, mais leve, criando a SUA própria versão da Mulher-Maravilha.

Como tirar o passaporte do bebê

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Chegou a hora tão esperada de viajar com seu bebê e precisa tirar o passaporte, mas não sabe por onde começar a burocracia? Fiz aqui o passo a passo para te ajudar e deixar o caminho mais fácil.

Recentemente, tirei um novo passaporte para o Otto. Sim, já tiramos outro, pois o primeiro venceu em um ano. Importante lembrar: nesses primeiros anos, a validade do documento é bem curta, já que a criança muda muito em pouco tempo.

Foi bem simples e rápido. Primeiro, é preciso fazer a solicitação no site da Polícia Federal:
Depois de preencher a solicitação, será gerada uma guia de recolhimento no valor de R$ 257,25. Faça o pagamento, guarde o comprovante e aguarde o sistema liberar o agendamento (deve ocorrer em até dois dias).
Acesse o site para fazer o agendamento:
Basta inserir número do CPF, número do protocolo e data de nascimento. Escolha a unidade da Polícia Federal mais próxima e selecione data e horário desejados.
Caso você perca a data agendada, será possível remarcar até duas vezes dentro de 30 dias, após esse período, a solicitação será cancelada.
Importante ressaltar que é necessário a presença do pai e da mãe do bebê no dia agendado.
Você deve levar:
  • 1 foto 5×7 de fundo branco
  • Certidão de nascimento da criança ou documento de identificação
  • Comprovante de pagamento da GRU
  • Documento de identificação dos pais
  • Passaporte anterior (caso tenha)
  • Autorização para emissão de passaporte
Existem três autorizações disponíveis:
Para a criança viajar com ambos os pais
Para a criança viajar apenas com um dos pais
Para a criança viajar com qualquer pessoa, desacompanhada dos pais
Essa autorização vai emitida no passaporte, com o mesmo prazo de validade, não sendo necessário solicitar ao juizado uma nova autorização a cada viagem.
Como citei acima, a validade para passaporte de crianças é mais curta. Considerando que alguns países exigem o documento com, no mínimo, seis meses de validade, é importante ficar atenta.
Validade de acordo com a idade
De 0 a 11 meses = 1 ano de validade
De 1 ano a 1 ano e 11 meses = 2 anos de validade
De 2 anos a 3 anos e 11 meses = 3 anos de validade
De 3 anos a 4 anos e 11 meses = 4 anos de validade
De 4 anos a 18 anos e 11 meses = 5 anos de validade

A partir de 18 anos completos = 10 anos de validade

Gostou do post? Conta aqui nos comentários e se tiver alguma dúvida, deixe nos comentários!

A construção do amor incondicional

imageMesmo antes de pensar em ser mãe, sempre ouvi relatos de mães que tentavam descrever o amor de uma mãe por um filho, e diziam que ele vinha desde a barriga, criando vínculo dia a dia já durante a gestação.

Sinto dizer que comigo não aconteceu dessa forma. Claro que sempre nutri bons sentimentos pelo meu filho na gravidez. Mas não sentia aquele amor louco e incondicional que várias mães dizem sentir.

Já no hospital, quando fui internada por conta da pré-eclâmpsia (leia mais sobre o tema aqui), conversei sobre isso com a psicóloga que me acompanhou enquanto estive lá. Expliquei que não conseguia imaginar meu filho e também não me via como mãe (apesar de ter o sonho da maternidade). Ela explicou que isso é normal. Para algumas mulheres acontece assim mesmo. Ela disse que é difícil amar alguém que a gente “não conhece”, apesar de fazer parte da gente.

Esse amor vai ser construído dia a dia, após o nascimento. Quando mãe e filho passarem a se conhecer e reconhecer aqui fora. Como seres individuais que são, mas com uma ligação eterna.

E assim foi comigo e Otto. Ele chegou, ficou um bom tempo na UTI Neonatal sendo cuidado por outras pessoas (que talvez o conhecessem melhor que eu naquele período), até que veio para casa e então pudemos, finalmente, construir o nosso amor incondicional.

Passados os primeiros dias de medos, inseguranças e aflições, passamos a nos reconhecer. Cada suspiro, cada jeitinho, cada mania, coisa que só mãe e filho são capazes de entender.

E não vou escapar do clichê aqui: o amor só cresce a cada dia. Cada sorriso, cada gracinha, cada descoberta (e todo dia são tantas) que encantam e nos fazem explodir de amor.

Quando algo de ruim acontece, o coração para! E eu fico pensando por que não pude evitar? Ou: preferia que tivesse acontecido comigo (outro clichê)…

Só sei que essa construção é linda e vem sendo sólida. Espero que seja assim até o fim dos meus dias porque não consigo imaginar minha vida sem essa explosão de amor. O então revelado amor incondicional…

11 ideias de temas de mesversário

Se tem uma onda que pegou nos últimos tempos, foi o costume de comemorar os mesversários dos bebês, ou seja: celebrar mês a mês o crescimento dos pequenos durante o primeiro ano. Tem coisa mais gostosa?

Mas algumas vezes temos dúvidas sobre o tema, então trouxe 11 ideias que a mamãe Sofia (@topdicasdeviagem ), do baby Theo, cedeu gentilmente pra compartilhar com vocês aqui no blog.

1 mesversário
Nada mais temático para um pequeno americano do que a bandeira dos EUA. Esse foi o tema do primeiro mês

2 mesversário
A família do Theo é bem ligada em esportes, então, basebol para o segundo mês

3 mesversário
Três meses com bebê fantasiado de Zezé, dos Incríveis 😀

4 mesversário
Theo no espaço foi o tema escolhido para comemorar 4 meses

5 mesversário
Mickey é um clássico e não podia faltar; ele decorou os 5 meses do Theo

6 mesversário
Olha o esporte aí de novo, dessa vez com futebol da Champions League para os 6 meses

7 mesversário
7 meses com Brasil na Copa América e a família toda uniformizada de verde e amarelo

8 mesversário
Também não podia faltar um herói: Capitão América para os 8 meses

9 mesversário
Fofo e colorido foi o circo do Theo para os 9 meses

10 mesversário
Uma família super viajante não podia deixar de lado esse tema. O mais bacana é que a decoração foi toda feita com objetos trazidos de viagens

11 mesversário_OK
Como os 11 meses foram comemorados em outubro, a mãe criativa escolheu Oktoberfest

São ideias bacanas e cheias de criatividade que super dá para reproduzir em casa. Curtiram? Contem aí seus temas favoritos!

Fralda descartável x reutilizável na praia/piscina

Esse fim de semana fiz uma enquete no Instagram para saber qual o modelo de fralda preferido pelas mães na praia ou piscina.

A dúvida surgiu de uma inquietação minha: me incomodava o bebê não poder ficar muito tempo com a fralda descartável se não estiver na água. Isso porque ela segura muito pouco o xixi. Ela repele a água de fora e segura o xixi, mas bem menos do que uma fralda normal, tanto que já aconteceu de vazar com Otto.

Em contra-partida, a fralda reutilizável segura o xixi um pouco mais do que a descartável, também repele a água e ainda dá uma segurança maior em caso de coco, já que os elásticos das perninhas são mais fortes. Sem contar que alguns modelos ainda têm proteção solar. Por fim, mas não menos importante, ela não polui o meio ambiente.

Fato é que com ambos os modelos, o ideal é que sejam usados somente durante o período em que a criança estiver na água. Estava aí o meu incômodo: esse põe e tira fralda 😂 porque o Otto quer entrar e sair da água o tempo todo. Preferia um modelo que pudesse ficar por mais tempo. Por isso notei que a reutilizável tem funcionado melhor pra gente.

Ela segura bem o xixi, dá para deixar um tempinho, e depois que tira, é só lavar (quando se tem essa possibilidade) rapidinho e colocar pra secar que logo já dá pra usar de novo.

Caso não seja possível, como na praia, por exemplo, o melhor é optar pela descartável.

Vale lembrar também que não é possível utilizar a fralda comum, já que ela absorve toda a água do mar/piscina e incha tanto que chega a atrapalhar a mobilidade do bebê.

E vocês, preferem qual tipo? Contem aqui nos comentários!

Baby Bum feira infantil

Ontem começou aqui em São Paulo a Baby Bum, feira de artigos infantis, e hoje dei um pulinho lá pra conferir. Entre os expositores, tem marcas de roupas, sapatos, brinquedos e objetos de decoração.

Também estive na edição passada, que acontecia em outro local. Agora está na Av. Rebouças, no centro de exposições. Particularmente eu preferia no antigo local, mas gostei muito hoje também.

São marcas modernas e descoladas, com a facilidade de ter todos os produtos no mesmo local.

Vou falar sobre meus achadinhos: encontrei capa para carrinho que estava procurando, por um preço ok, comprei tênis de couro, super confortável para essa fase do Otto andando, lenços umedecidos da Clenea com pequeno desconto na feira e o famoso livro Besame Mucho, do Dr. Gonzalez, que também tinha desconto.

São muitos produtos legais e diferenciados, marcas de pequenos empreendedores e que se preocupam com o meio ambiente. Muito bacana apoiar marcas assim.

Achei bem legal o Espaço Cadê, onde tem atividades lúdicas e sensoriais para bebês e crianças. Acima de 3 anos eles podem ficar sozinhos no local. Custa R$ 20 / 30 minutos e R$ 30 / 1 hora.

Para as mamães e gravidinhas de São Paulo vale muito a pena conferir. A feira vai até domingo, dia 26/05, das 10h às 20h, com estacionamento no local.

Dicas para viajar de carro com bebê

Para as mães, especialmente as estreantes, viajar com o bebê pode ser algo assustador no primeiro momento. Sair da rotina, passar bastante tempo no carro, e aqueles perrengues que surgem quando a gente menos espera.

Nós sempre gostamos de pegar estrada, já desde antes de Otto nascer. Viajei bastante grávida e, como minha sogra mora em outra cidade, viajamos com certa frequência. A primeira vez com Otto, inclusive, foi pra lá.

Muitas mães se queixam que os filhos não gostam de ficar na cadeirinha do carro. Não sei se é uma questão de acostumar desde bem cedo, mas fato é que Otto nunca reclamou.

Nas primeiras vezes, ele ainda estava só mamando, então nossa tática era: sai de casa depois da mamada e faz uma parada na hora da próxima, aproveita para trocar a fralda, dá o tempinho de arrotar e segue viagem. Funcionava super.

Com o tempo, passei a dar a mamadeira no carro mesmo quando ele estava com muita fome e descia mesmo se fosse passar mais de duas horas e meia, três horas na estrada, para podermos nos esticar e tirar o bebê um pouco do carro. Ou em caso de troca de fralda urgente – leia-se aquele cocô não esperado rs.

Agora ele já almoça e janta, então, tento fazer as paradas o mais próximo possível do horário dele comer. Quando dá, ótimo, se não der, dou mamadeira e deixo o almoço ou janta para mais tarde. Foi o que aconteceu dessa última vez. Paramos às 11h30, que é o horário do almoço dele, mas ele não quis comer, então dei o almoço quando chegamos, um pouco mais tarde. Sem estresse.

De resto, oferecer bastante água e sempre tirar da cadeirinha para dar uma esticada a cada vez que parar o carro. E curtir muito a viagem e ser feliz!

Chegando em casa


Esse post foi escrito há exatamente um ano, no dia 02 de maio de 2018, uma semana após Otto receber alta do hospital. Quando chegamos em casa, tive a ideia de criar o blog, comecei a escrever, mas depois desisti. Agora decidi retomar esse projeto, e hoje, mexendo aqui no editor, encontrei nos rascunhos esse texto, com a mesma data, e interpretei como um sinal, então decidi postá-lo sem editar.

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Depois de 55 dias no hospital, você só pensa em ter alta logo para poder, finalmente, levar seu bebê pra casa, curtir seu cantinho, mostrar a casinha pra ele e poder aproveitar o quartinho que foi planejado com tanto amor pra chegada dele.

A ironia aqui é que quando tivemos uma previsão de alta para o Otto, parecia que não queríamos mais. Bateu um medo, uma insegurança. Vamos saber cuidar? E se ele passar mal, sentir algo diferente? Se a saturação cair? Aqueles medos que acho que toda mãe de UTI tem.

A parte boa é que esse medo durou pouco. Logo depois me bateu uma segurança e senti que estava preparada pra cuidar dele em casa. Poder pegar no colo quando quiser, trocar fraldas e amamentar. Enfim, dar amor.

Nossa chegada foi tranquila. Otto dormiu todo percurso no carro. Não estranhou o ambiente em casa e ficou super bonzinho. Hoje já faz uma semana que chegamos e só tenho a agradecer. Ele segue bem e super calminho. A primeira consulta com a pediatra foi ótima, ele está super bem. Agora é curtir nosso pacotinho no conforto do lar.