O infinito universo da meditação

“Meditação não é algo que a gente faz. É algo que acontece com a gente.”

Ouvi essa frase esses dias e fiquei refletindo sobre ela. É verdade.

Comecei a meditar há quase três anos num misto de curiosidade com uma busca por me conhecer mais e também como uma ferramenta para tornar os dias mais tranquilos.

Depois de ler que pessoas importantes faziam uso da prática e mudaram suas vidas com ela, queria conhecer o poder da meditação.

No início, eu não sabia se estava fazendo direito ou se aquilo estava “fazendo efeito”. Eu simplesmente fazia. Sozinha, com a ajuda de um aplicativo, eu fui mergulhando nesse universo.

Não tem certo e errado, o importante é se concentrar, relaxar e deixar as coisas acontecerem. E acontece. A sensação de paz e calmaria é tão boa, que tem dia que tenho vontade de não abrir mais os olhos.

Como benefícios, além da sensação de tranquilidade que eu falei, é possível ter insights e receber respostas para certas questões, além de permitir viver mais em momento presente, tendo total consciência de cada momento vivido e cada pensamento que possa passar pela mente.

É tipo mágica. Você fecha os olhos e mergulha num universo infinito, que está logo aí, dentro de você. Sua consciência expande e você deixa de viver no automático. Passa a examinar de perto seus sentimentos, emoções, reações e comportamentos, buscando entender e acolher cada um deles.

E realmente acontece, basta se entregar que simplesmente acontece!

Encontro com a própria sombra

O que acontece quando se está em contato profundo consigo mesmo e é possível acessar camadas do subconsciente e da memória que você nem lembrava mais (ou preferia deixar lá esquecido)?

É como estar numa sessão de terapia, mas o terapeuta é você mesmo. Você é capaz de escolher as portas que deseja abrir e as memórias e traumas que deseja acessar e trabalhar. A relação de tempo e espaço fica completamente distorcida: um momento agradável e aconchegante pode parecer durar pouco, já um desconforto de minutos parece horas intermináveis. Tudo isso no intervalo de uma música.

É uma experiência tão terrível quanto maravilhosa. Terrível porque lidar com sentimentos, crenças e talvez traumas que até então você não queria trazer à tona, ou, ainda, nem sabia da existência, dói. E maravilhoso porque é incrível ter o poder de acessar e curar feridas que antes machucavam, fazer as pazes com o passado.

A verdade é que todas as vivências estão lá guardadas em algum compartimento. Mas o cérebro deixa arquivado e escondido como mecanismo de proteção. Como o universo é perfeito, esse acesso será feito no momento certo.

Ouvir a voz do eu superior pode ser libertador e ao mesmo tempo uma luta interna consigo mesmo. Lá no fundo, você sabe o melhor caminho, mas às vezes, prefere ficar brigando com as possibilidades.

O mais maravilhoso de passar por uma experiência dessa, de mergulhar profundamente para dentro de si, é se conhecer ainda mais, ampliar a consciência sobre si mesmo, sobre o mundo. E saber que nunca mais será igual. A certeza é de mudança muito positiva e de um passinho a mais no caminho da evolução.

Um passinho a mais no entendimento do porquê passamos por algumas situações e o que temos que aprender com cada uma delas. Só passando pela tempestade é possível encontrar o arco-íris. E, para isso, encontrar a própria sombra é imprescindível na jornada do autoconhecimento.

Autoconhecimento: meu processo de coaching

Tenho a sorte de minha melhor amiga ser coaching e uma excelente profissional de desenvolvimento humano. Há anos venho acompanhando seu processo de transformação e imersão pelo autoconhecimento e ela me guia e me orienta durante o meu – profissionalmente e off work também.

Como a vida é uma grande troca, aprendemos muito juntas. Meu primeiro processo foi em 2015. Na época, minha vida pessoal ia bem, mas sentia um buraco imenso com relação à vida profissional. Me sentia perdida, sem saber que direção seguir.

Trabalhei fortemente essa questão profissional, mas o processo engloba sua vida como um todo, e todas as áreas inseridas nela, não apenas a profissional. O que foi ótimo para me aprofundar mais e me conhecer melhor. Fiz descobertas importantes e que ainda hoje ajudam a me nortear.

Foram dez encontros com longas e esclarecedoras conversas, além da aplicação de ferramentas específicas para ajudar a encontrar o caminho.

Cinco anos depois (curiosamente no mesmo mês em que fiz o processo pela primeira vez), me vi um pouco perdida novamente, com algumas dúvidas e um certo desânimo em com alguns aspectos da minha vida. Recorri à minha fiel escudeira, que agora, mais experiente e com a bagagem mais ampla me guiou novamente.

Trabalhamos ferramentas como linguagens de conexão, sentimentos e necessidades, road map entre outras, que me ajudaram a descobrir muita coisa nova sobre mim mesma. Um mergulho interno profundo e até uma espécie de balanço das mudanças nesses cinco anos. Pude ver que alguns valores e necessidades continuam os mesmos, enquanto outros se transformaram trazendo novos sonhos e necessidades.

A parte boa de trabalhar em um processo como esse com alguém tão próxima é que ela me conhece muito bem, mas apesar disso, não deixou esse conhecimento ao meu respeito e nossa relação de amizade interferir nas conversas e orientações.

Após ambos os processos saí mais leve, com muito mais respostas do que quando cheguei, aprendendo a me observar melhor, identificar, aceitar e acolher cada sentimento e emoção. Com novos passos a serem dados dali em diante. E o melhor: esse caminho foi traçado por mim. Esse é o encanto dos processos de autoconhecimento: o profissional te guia, mas só você é responsável pela sua própria vida.

Para quem tiver interesse em conhecer o trabalho da Flávia, ela tem uma página rica em conteúdos de autodesenvolvimento e liderança no Instagram @liderdesi.de. Por lá você pode entrar em contato para saber qual é o programa mais indicado para você. E aqui no blog tem uma área só com textos lindos dela sobre o tema sempre mais linkados ao universo materno. É só buscar por autoconhecimento no campo de busca.

Espero que tenham gostado de saber um pouco mais sobre a minha jornada e esse mergulho interno.

Como os livros podem nos guiar na jornada do autoconhecimento

É incrível como naturalmente acontece quando estamos conectadas com nós mesmas e vivendo de maneira atenta no momento presente. As mensagens surgem como pequenos sinais em conversas com amigos, cenas de filmes e séries e também, claro, através dos livros.

Basta dar o primeiro passo e o universo te responde. Comecei a perceber como minhas leituras, aparentemente disconexas, começaram a fazer sentido e complementar umas às outras.

Exatamente o que você precisa aprender naquele momento. O que você precisa ouvir/ler naquele momento.

Vou fazer um post falando especificamente sobre os títulos. Mas minha lista tem fluído muito bem por assuntos diversos e preenchendo meus vazios, me fazendo aprender o que preciso e tirando crenças limitantes do meu caminho.

A propósito, a leitura atual é “A Coragem de ser Imperfeito”, de Brené Brown, que fala sobre vulnerabilidade e vem me ajudando muito a me abrir mais e expor minhas vulnerabilidades on e off-line.

Experimente enveredar pelo caminho do autoconhecimento com leituras gostosas e que enriquecem sua vida, te fazem crescer como pessoa, se conhecer melhor e oferecer sua melhor versão para si mesma e para todos que convivem com você!

Update: esse texto foi escrito no fim do ano passado, quando estava lendo esse livro. Depois dele, já vieram outros que continuam se completando e me enriquecendo com conhecimento e mensagens que aquecem o coração.

Minha jornada de autoconhecimento

Olhar para dentro de si não é fácil. Pode ser clichê o que vou falar, mas é como encarar um espelho com todas as suas sombras, os defeitos que você mais odeia e trazer à luz

A jornada pelo autoconhecimento não é fácil, mas é bonita e recompensadora.

É como pegar uma tela em branco e ir traçando novas cores e nuances. Algumas delas você talvez até já. tenha visto, mas vai vivendo tão no automático que não percebe.

Meu caminho

Não sei dizer exatamente quando começou, mas acredito que minha busca por me conhecer tenha se intensificado com a chegada da maternidade.

Durante o maternar é preciso revisitar nossa infância, criação e observar alguns comportamentos para entender como educar e saber que exemplos queremos deixar. Isso porque meu filho só tem 2 anos. Imagino que ainda tenha muito pela frente.

Certa vez ouvi uma frase que dizia que ter filhos é o maior exercício de autoconhecimento que existe. Ainda nem era mãe quando ouvi, mas nunca esqueci. E hoje concordo muito.

Os livros também são grandes companheiros. Sem perceber, fui emendando um livro no outro e todos se complementavam nos ensinamentos: atenção plena, ouvir o eu interior, intuição, cocriação, ser cuidadoso com as palavras que diz aos outros… Eu lia um, e o próximo reforçava esse, e assim foi.

Por fim, a busca por terapias de autoconhecimento são um presente que traz embrulhado tudo que estava escondido sob nossos mecanismos de defesa e esquecimento ou de fuga mesmo. Raízes que trazemos da nossa criação e carregamos como se fossem nossas. Aprendi que devo enxergar, honrar e aceitar, mas não levar comigo o que não me pertence. O passado foi imprescindível para me tornar o que sou hoje.

Passei pelo primeiro processo de coaching em 2015 e agora, recentemente, passei por outro. É incrível enxergar as mudanças, e a construção do meu eu em evolução. Muito do que sonhava lá, conquistei, algumas coisas desisti ou mudei a rota e outras novas foram surgindo. E tudo faz parte da caminhada e dos aprendizados.

Daqui a algum tempo, quando fizer de novo, tenho certeza que muita coisa vai ter mudado também. E assim é a vida.

Quis dividir um pouquinho dessa minha trajetória aqui porque é um assunto bastante abordado no blog, mas nunca havia falado sobre o que eu faço para me tornar uma pessoa melhor e me ajudar a conquistar meus objetivos. Acredito que todos deveriam ter a oportunidade de fazer.

Lições de fim de ano

O ano está acabando e algumas pessoas já estão se preparando para as resoluções de fim de ano, momento em que escrevem tudo aquilo que não conseguiram realizar no ano que finda e tudo aquilo que esperam do próximo ano.

É uma prática de escrita terapêutica muito válida, afinal de contas é importante dedicar um tempo para imaginar os resultados que deseja, colocando intenção e sentimento. Isso ajuda muito na realização quando complementado com ação, é claro.

Mas eu quero chamar atenção para os sentimentos que são despertados quando pensamos naquilo que não conseguimos realizar, nos planos que fizemos no final do ano anterior e que por diversos motivos, não se concretizaram.

É importante que para cada um deles você encontre um aprendizado.

Olhe com atenção para cada um desses planos e entenda os “porquês” deles não terem acontecido. Quais foram as causas, o que aconteceu no seu ano que não teria acontecido se aquilo que você colocou no planejamento tivesse dado certo?

Caso esse mesmo desejo e plano entre para a lista do próximo ano, ter clareza do que não funcionou e do que precisará ser feito para que ele se realize é ter um mapa muito mais completo nas mãos.

Não é só repetir planos ano após ano, é entender os motivadores de cada um. É perceber se algum deles já não faz o menor sentido compor a sua lista e você continua repetindo ele e se sentindo improdutiva à toa.

Uma retrospectiva saudável não é aquela que só acessa os acontecimentos, mas que reflete sobre como eles agregaram, em resultado ou em aprendizado, crescimento.

O ano de 2020 trouxe muitos desafios, histórias de fracasso, medo, saudades. Mas cada uma dessas situações ensinou algo. É só saber procurar.

Inclua também no seu exercício de lições de fim de ano, coisas que aconteceram que não estavam na lista que você tinha feito.

Algumas coisas ficam para trás porque outras aparecem, mas se não estivermos atentas, deixamos passar. Lamentando apenas pelo que não deu certo.

O que cada um dos fracassos que você experimentou esse ano te ensinou?

Quais foram as suas conquistas, você comemorou todas elas?

O que os acontecimentos externos despertaram em você, tanto de bom como de ruim?

Os planos que não puderam ser concretizados devido os acontecimentos externos (pandemia, desemprego, isolamento) continuam sendo desejados? Como fazer com que eles sejam menos influenciados por fatores como esses?

Boas lições e resoluções de fim ano!

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Fortaleça o músculo da empatia

Natal chegando, época de reunir a família, de encontrar os amigos, de confraternizar no trabalho, de comprar presentes, de viajar.

Época também de muita tristeza para aqueles que não têm família, para aqueles que perderam alguém da família recentemente, de estresse e correria para quem trabalha no comércio e varejo, para quem não terá condições financeiras para comemorar a data como gostariam.

O natal desperta um senso de união e colaboração, pessoas costumam apadrinhar crianças e fazer doações.

Momento propício para falarmos de empatia.

A Nova Era em que já estamos tem a empatia como uma necessidade escancarada (ouvi de muitos clientes esse ano o quanto gostariam que as pessoas tivessem empatia por eles) e como uma habilidade desejada, quando percebiam que também estavam sendo pouco empáticos com os outros.

Ser empático é ouvir para entender. É calar os julgamentos e enxergar aquilo da maneira que está acontecendo, pura e simples, sem nenhuma projeção.

Não é ouvir ou conhecer a dificuldade de alguém e pensar ou dizer o que você faria naquela situação. É validar os sentimentos e as limitações que aquela pessoa tem enquanto vive aquilo.

É ajudar, dentro das suas possibilidades, a amenizar as limitações da pessoa para enfrentar aquele problema e não resolver por ela.

Ser empático é não diminuir ou menosprezar a dor do outro.

Comecei esse texto falando de problemas considerados grandes, mas a empatia está sendo solicitada o tempo todo, nas pequenas coisas, conversas e relações.

Não é só no Natal que esse espírito da colaboração e compaixão tem que estar desperto em nós, o ano todo acontecem situações em que ele é necessário.

A empatia é um músculo que deve ser exercitado e fortalecido.

Não é difícil de entender como se faz, mas não é tão simples de praticar. Exige atenção plena, auto-observação, comprometimento consigo e com o próximo de construir uma sociedade melhor.

Eu quero ser empática e que sejam empáticos comigo. 

E você? 


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

O lado sombra do autoamor

O amor-próprio é tão óbvio e tão difícil ao mesmo tempo.

Quantas pessoas você conhece que não se amam em primeiro lugar, tem dificuldade em se autovalorizar, buscam incessantemente em outras pessoas reconhecimento e carinho.

Pode ser você mesmo, pode ser aquela amiga que está sempre sofrendo com os seus relacionamentos, aquele amigo que não consegue se pronunciar, não arrisca, não corre atrás dos seus sonhos ou aquela pessoa que cuida de todo mundo menos de si mesma.

O amor-próprio não é tão simples de conquistar porque ele exige que amemos o nosso lado sombra também. Que aceitemos nossos defeitos, que nos perdoemos pelos nossos erros.

Só depois que nos tornarmos capaz de amar absolutamente tudo em nós é que conquistamos o autoamor genuíno.

A maior parte das pessoas costumam praticar o autoamor só quando acertam ou então mantêm o foco sempre naquilo em que precisam melhorar, aprender, desenvolver e mudar. Então experimentam aquela sensação de fraqueza, de decepção e tristeza.

Olham no espelho e julgam a si mesmos como incompletos, incapazes e impõem condição para o autoamor.

“Quando eu me tornar tal coisa, aí sim.”

“Quando eu emagrecer…”

“Quando eu arrumar alguém…”

Quando sentimos amor puro e grande por alguém costumamos dizer que amamos até mesmo seus defeitos. É uma forma de dizer que o que sentimos é tão forte que compensa aquilo que não gosta na pessoa.

Essa receita vale para o autoamor também, é se amar a ponto de se acolher quando errar, de se desculpar quando não conseguir atingir as próprias expectativas, se perdoar quando perceber que agiu mal ou descobrir que poderia ter feito diferente.

Enquanto você não amar seu lado sombra não estará praticando o amor-próprio. Estará sempre no vermelho na conta do autoamor e atraindo o mesmo nível de amor que dá a si mesmo.

Só depois de aceitar algo você se torna capaz de transformar.

Se você nega, não existe. O que não existe não precisa ser mudado, melhorado ou perdoado.

Pense nisso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Quantidade x Qualidade

“Eu preciso de mais tempo.”

“Ah…se eu tivesse tempo.”

Antes as pessoas reclamavam de forma inconsciente pela falta de tempo, hoje parece que isso começou a ser alvo de atenção e questionamento.

Uma coisa é certa, de nada adianta conseguirmos mais tempo, se não sabemos aproveitar com qualidade. Do que adianta ter mais daquilo que não sabemos como utilizar, não é mesmo?

O tal do foco (habilidade desejada por muitos) tem um fator chave: a concentração. Estar concentrado significa que está dedicando total atenção para aquilo que está fazendo.

O foco é o que faz o seu tempo ter qualidade, não importa a quantidade em minutos e segundos que você tenha.

Se você tiver uma hora para brincar com o seu filho, dedique toda a sua atenção a ele e ao que estiverem fazendo juntos nesses sessenta minutos. Olhe nos olhos dele, decore seu sorriso, sinta o cheirinho dele, ouça o que ele diz. Vai parecer que essa hora passou voando, mas esse é mais um sinal de que você aproveitou bem esse tempo.

Quando temos a impressão de que o tempo está “se arrastando” é porque estamos ansiando estar em outro lugar, fazendo outra coisa. Ou seja, com atenção zero.

Todos nós temos 24 horas por dia para fazermos aquilo que quisermos e que precisamos, a maneira como vamos nos dedicar a cada fração de segundo é que fará a diferença e trará a satisfação.

Ao parar para comer, sinta o gosto da comida, mastigue consciente.

Quando estiver tomando banho, sinta a temperatura da água, massageie seu corpo, sinta o cheiro que shampoo deixa nos seus cabelos. Quando você escolheu para comprar, escolheu pela fragrância que provavelmente faz tempo que não percebe.

Quando estiver em um grupo presencial, desconecte-se do celular. Encontros presenciais são tão raros hoje em dia.

Quando estiver assistindo ou lendo algo, dedique atenção. É naquele momento que o seu repertório mental está recebendo informações.

Ao abraçar alguém, sinta o calor do abraço. Ao beijar alguém, faça com todo o seu corpo.

Quando estiver trabalhando, foque no que estiver fazendo. Assim será mais produtivo e eficiente.

Antes de desejar ter mais tempo, perceba como você aproveita o que você tem.


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Quem você quer ser quando envelhecer?

Levando em consideração todas as mudanças que estamos experienciando enquanto sociedade e inclusive a expectativa de vida que está bem maior, essa é uma pergunta que todos nós devemos responder.

E não existe certo ou errado e sim aquilo que faz sentido para cada um de nós.

Temos visto muitas pessoas da terceira idade compondo times no mercado de trabalho e até mesmo se reinventando depois de deixá-lo, por ainda estarem capacitados para produzir. E essa, com certeza, será a nossa realidade um dia.

Te convido a refletir sobre isso, visualizar quem você deseja ser quando envelhecer. O que você deseja estar fazendo, quais as conquistas que farão parte da sua lista, quais atividades estará realizando e como estará aproveitando a fase.

Claro que esse planejamento pode mudar com os anos, mas, que estrada pegar se não soubermos para onde estamos indo, não é mesmo?

Mais que estratégico, esse planejamento deve ser orgânico. Um planejamento orgânico é aquele que considera as consequências que nossas escolhas causam nas pessoas que amamos e que são importantes para nós.

Assim como desejar uma vaga de emprego em outro país sem considerar a falta que sentirão de você e o efeito que deixar a sua mãe triste te causa, planejar a sua velhice sem considerar os sentimentos das pessoas a seu redor também pode ser prejudicial.

Ao descobrir quem você quer ser quando envelhecer, alinhando com a consideração dos efeitos que essas escolhas causam ao externo, você estará apta a traçar um plano com grandes chances de realização.

Lembre-se de tirar um tempo específico para essa projeção e, depois de criar seu mapa do futuro, voltar para o momento presente para entrar em ação. A vida acontece no agora e se manter projetada, só acarreta ansiedade.

Ouse sonhar grande. Além de dar o mesmo trabalho que sonhar pequeno, desafios baixos nunca motivam o suficiente para nos tirar da zona de conforto.

Que você seja uma realizadora até o último dia da sua vida!

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Autoconhecimento salva

E não só aqueles que têm depressão, ansiedade, burnout ou qualquer outra doença emocional atestada.

O autoconhecimento salva:

Quem quer se relacionar melhor com as pessoas;

Quem quer ser autoconfiante;

Quem quer se descobrir profissionalmente;

Quem quer fazer escolhas mais assertivas;

Quem quer ganhar dinheiro;

Quem quer guardar dinheiro; 

Quem quer emagrecer; 

Quem quer gerir melhor o seu tempo;

Quem quer criar melhor os filhos;

Quem quer iniciar um projeto empacado;

Quem quer ser um melhor profissional;

Quem quer gerenciar melhor as emoções e os impulsos…

Essas e outras pessoas podem ser salvas pelo autoconhecimento, uma vez que não existe mudança sem ponto de partida e o ponto de partida da sua vida é você.

Você descobrir quem você é, como você está para então planejar o caminho que te leva aonde você quer chegar.

Se não estiver aberto para buscar ajuda profissional para desenvolver o autoconhecimento, a descoberta de si mesmo, leia livros de autoajuda e desenvolvimento pessoal, assista vídeos sobre o tema, mas faça.

Gosto de dizer que adquirir autoconhecimento é como comprar uma caixa de ferramentas da vida, quanto mais você aprende sobre a caixa, melhor usa as ferramentas.

A caixa você já tem, mas será que conhece bem e sabe usar todas as ferramentas que tem dentro dela?

Descubra-se (salve-se)!

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Quem você seria sem os seus problemas?

Verdade seja dita, somos bem criativos quando o assunto é problema. Tanto na hora de criá-los, como para resolvê-los.

Já dizia Murilo Gun, criatividade é a arte de resolver problemas e que problema é tudo aquilo que precisamos para criar algo.

Parece complexo, mas não é!

Tudo que exige uma resolução é um problema, até mesmo eleger o cardápio do almoço.

Pense na sua vida sem os seus problemas, normal que o primeiro pensamento seja algo relacionado a uma vida perfeita.

E se eu te dissesse que você seria incapaz de viver sem eles, que não deixaria de criá-los?

É isso mesmo!

Nós precisamos dos problemas que criamos todos os dias para crescer, para conviver, para tornar mais divertida essa nossa aventura que é viver.

Te convido, a partir desse texto, a começar a enxergar seus problemas com mais carinho e escolher de maneira consciente por quanto tempo os quer na sua vida, ou seja, quando você vai resolver ou deixar de enxergar como um problema, se for taxado como irremediável.

O clichê “o que não tem remédio, remediado está” cai como uma luva aqui.

Se tem algum problema na sua vida que você não vê jeito para resolver, porque ele ainda é um problema para você?

Não seja masoquista e se obrigue a sofrer por isso, aprenda a conviver com aquilo que não vai mudar e comece a enxergar com outros olhos.

Quando estiver pronta para aceitar que é você mesmo quem cria os seus problemas, irá desfrutar de uma vida mais leve.

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Quando a palavra te custa a felicidade

Já se viu apegada em alguma opinião que tem te custado a sua felicidade, pelo fato de achar que opiniões são intransponíveis?

É muito comum a crença de que mudar de opinião é sinônimo de fraqueza ou dualidade.

Já pude ouvir frases como: “quem muda de opinião, não tem opinião”.

Para quem está trilhando a Jornada do Autoconhecimento isso é reconhecido como crença limitante, já que dependendo do momento em que você está vivendo e fase de evolução que está experimentando, é super normal que perceba que algumas opiniões não fazem mais sentido e nem são coerentes com a sua realidade atual e com a pessoa que é ou está se tornando.

Outra coisa bem comum é descobrir que muitas opiniões que carregamos são baseadas em experiências de terceiros. Isso mesmo, acreditamos em muitas coisas porque alguém nos disse que é e nem sequer experimentamos ou questionamos.

O texto de hoje te entrega a liberdade de mudar de opinião, principalmente quando ela estiver te custando a felicidade.

Pare de se cobrar ou de fazer coisas, só porque um dia você disse que tinha que ser assim ou, porque acha que as pessoas esperam que você faça, quando quem você é hoje já não vê mais sentido em ser assim.

Faça diferente e pronto.

Manifeste diferente e pronto.

A primeira coerência que te leva a ser feliz é de fazer aquilo que te faz bem, que está alinhado com os seus valores, que te orgulha.

Não tenha medo de mudar, não se preocupe com a reação das outras pessoas. Quando a mudança é para o bem, não tem como dar errado.

Se as pessoas são capazes de se acostumar com o que é ruim, imagina com o que é bom?

Se livre do peso de ser quem um dia você disse que era, porque você vai mudar muito ainda e crescer. É para isso que estamos aqui, para evoluir.

Exercício de hoje: mude uma opinião que não está fazendo o menor sentido com quem você quer ser.

Boa liberdade!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Aprenda a honrar sua história

Recentemente ouvi sobre como precisamos criar histórias sobre nós mesmos. Refleti sobre essa fala e, de fato, percebi que isso é uma verdade para mim.

Na jornada do autoconhecimento somos lembrados, constantemente, de acessar e honrar nossas experiências passadas, nossos ancestrais, tudo aquilo que nos trouxe até aqui.

Honrar não se confunde com carregar e nem repetir padrões, mas sim de acolher e amar tudo o que já fomos um dia.

E qual a melhor maneira de fazer isso e alinhar todas essas nossas fases, se não contanto uma boa história sobre nós?

Penso que todos nós daríamos um ótimo livro, afinal de contas quem não teve um drama, uma história bem triste para contar? Ou então um dia bem engraçado, cheio de bons momentos para narrar? Um amor que se foi, um bom amigo que fez, uma arte que aprontou?

É preciso que aceitemos que todas as situações da nossa vida, boas e ruins, são responsáveis pelo que somos agora, unidas a fatores natos de personalidade, dons e, para quem acredita, signo, posição planetária no dia do nascimento e propósito de vida.

Quem já acompanha meus conteúdos, conhece a escrita terapêutica. É uma ferramenta leve e muito eficiente para o desenvolvimento pessoal e gerenciamento das emoções.

Vou deixar como exercício uma escrita terapêutica sobre a sua história. Separe um caderno ou algumas folhas para contar um pouco de você para a pessoa mais importante da sua vida, você mesma!

Não se cobre em lembrar desde os primeiros anos de vida, comece de onde sentir vontade. Se não quiser narrar por fases, narre por histórias específicas. O objetivo aqui é que você acesse suas memórias e honre cada uma delas, reconheça como elas te fizeram crescer e te marcaram, de forma positiva ou negativa, não importa.

Lembre-se que todos nós podemos escrever comédia e drama, baseados em nossa própria vida. A maneira como você escolhe enxergar e contar é que faz a diferença.

Faça quantas vezes quiser esse exercício, quanto mais em contato com a sua história, maior será a sua consciência em relação as suas fortalezas, pontos de melhoria, aprendizados e fatos que se repetem, por falta deles.

Saiba que eu honro e admiro a sua história.

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Qual o medo que te motiva?

Estudos apontam que agimos motivados pelo medo ou pelo amor.

Super acredito nessa teoria e, apesar de procurar me mover pelo amor, sempre identifico medos como motivadores.

Apesar do que algumas pessoas pensam, o medo pode ser um sentimento muito valioso quando utilizado de forma positiva, ou seja, identificar sinais de alerta para melhor planejamento ou então como motivador.

No texto de hoje quero te convidar a refletir sobre quais medos têm sido motivadores das suas ações, bem como quais deles ainda não são, mas podem ser.

Costumo dizer aos meus clientes que todos nós temos um quartinho da bagunça interno, onde ficam guardados todos os sentimentos e pensamentos que não queremos mexer, limpar, organizar e até mesmo desapegar. Assim como os quartinhos de bagunça que temos em casa, esses quartinhos internos estão cheios de energia parada que precisam fluir e que influenciam diretamente nas nossas ações e resultados.

Claro que o objetivo aqui não é que você limpe todo o seu quartinho de bagunça interno de uma vez, até porque isso exige tempo, maturidade e, às vezes, ajuda profissional direcionada. O convite é para que você ilumine os medos que você provavelmente tem nesse quartinho e veja quais deles te motivam ou possam motivar a agir em direção aos seus sonhos.

Sabe aquela pessoa que trabalha além do seu próprio limite, às vezes? Ela provavelmente está agindo motivada pelo medo de perder seu emprego, por exemplo.

Quantas ações suas são motivadas pelos seus medos? 

Quantas ações são motivadas pelo amor?

Quais ações você tem procrastinado hoje que podem ser motivadas pelo medo do que possa acontecer se você não fizer?

Ser inteligente emocionalmente também significa saber sentir e usar cada sentimento a seu favor e todos (TODOS) os seus sentimentos devem ser utilizados de forma positiva.

Sentimentos são mensagens, aprenda a interpretá-las.

Vem comigo nessa?

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Mente ocupada não recebe respostas

As respostas que você vive esperando estão todas dentro de você.

Claro que você já deve ter lido isso em algum lugar ou até mesmo ouvido em algum vídeo ou palestra de inteligência emocional.

Ouvimos, tomamos a consciência, mas parece que quanto mais sabemos que as respostas estão dentro de nós, mais difícil fica de acessá-las. 

Então buscamos e pedimos os sinais para forças maiores nas quais temos fé e mesmo assim não conseguimos receber, já que elas vêm em forma de intuição e intuição e mente ocupada não combinam.

O segredo para resolver problemas é sair do estado de consciência em que ele foi criado. 

É preciso silenciar a mente, sair do problema, se afastar para enxergar melhor. Do mesmo jeito que nos permite resolver tão fácil o problema de uma outra pessoa.

Para silenciar a mente é preciso praticar. Desafie-se a ficar em silêncio alguns minutos do dia, somente deixando os pensamentos passaram e prestando atenção no som que a quietude faz, dependendo de onde estiver ouvirá som de pássaros, cachorrinhos latindo, carros passando. Não importa o som que ouvirá de fora, o que importa é calar dentro.

Uma outra dica que eu sempre dou para quem está com a mente ocupada demais com preocupações ou ideias é sentar e escrever tudo no papel.

Essa escrita terapêutica irá te ajudar a desocupar a mente e pode ser que a resposta que você está buscando saia no papel no meio de tantas outras ideias. Não precisa ter nexo e nem roteiro, é só escrever o que vier.

Faça os exercícios e perceba aquele que mais te ajuda a acessar as respostas e se conectar com a sua intuição.

Luz e sucesso!

 


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @lidersesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Troque o “tenho que” por “eu escolho/quero”

Quanto peso e responsabilidade carrega uma frase que começa com “eu tenho que”, não é mesmo?

Estudos demonstram que parte de nós, ao longo da vida, desenvolve certa resistência a obrigações, como se algo que poderia ou que já seria feito por você, perdesse todo prazer quando alguém te diz que tem que fazer.

Você é desse time? Eu sou!

Essa foi uma das características que eu descobri na minha jornada de autoconhecimento e, por tê-la trazido para a consciência, consigo lidar muito melhor com as coisas que as pessoas me pedem para fazer hoje em dia.

Que tal se nós tirássemos esse peso do ter que fazer? Afinal de contas “NÓS NÃO SOMOS OBRIGADAS A NADA”! rsrs

Tudo é uma questão de escolha e até mesmo quando dizemos que temos algo para fazer é porque escolhemos adicionar aquilo na nossa programação. Além de que tudo fica bem mais leve, também, quando nos conscientizamos dos motivos pelos quais fizemos essas escolhas.

E aqui você pode até lembrar daquele ditado popular que diz que nós não fazemos só o que queremos, mas eu te afirmo que aquelas coisas que você não escolhe ter que fazer são frutos de outra escolha que você fez na sua vida.

Baseada na neurociência e em como nós podemos controlar e trabalhar estrategicamente com a nossa mente, vou deixar algumas dicas de como falar a si mesma sobre algumas atividades que talvez não sejam tão prazerosas ou então que, unidas ao peso do “tem que”, tornam maçantes.

Ao invés de “Tenho que limpar a casa”, diga: “Eu escolho limpar a casa, pois assim tudo fica cheiroso, organizado e saudável para mim e para minha família.

Ao invés de “Tenho que ir trabalhar”, diga: “Eu escolho fazer esse trabalho, porque é através dele que eu ganho o dinheiro que me permite pagar as contas, estudar e proporciona momentos de lazer e diversão para mim e para minha família”.

Ao invés de “Tenho que estudar”, diga: “Eu escolho estudar para a minha prova, para que eu possa tirar uma nota satisfatória e estar ainda mais perto de me formar e conquistar uma carreira profissional de sucesso”.

Para quem já me acompanha e usa o Caderninho do Tem Quê, pode começar a chamá-lo de Caderninho das Escolhas, quem ainda não conhece essa ferramenta, volte alguns posts e aprenda algo que vai te ajudar a desfrutar melhor o seu tempo.

Luz e sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Não deixe para amanhã o que você pode deixar hoje

Não, você não leu errado e nem eu me equivoquei no título…rs

Quero começar essa semana refletindo sobre os hábitos que já deveria ter deixado para trás e ainda não fiz. E aqui entram não só hábitos ruins como comportamentos negativos.

Faça uma análise e, se possível, escreva todas as coisas que você costuma fazer que te despertam arrependimento ou vergonha. Aquela sensação de “poxa, fiz de novo isso/assim”.

Claro que tudo isso que você localizar está registrado no seu sistema, por isso você repete esses padrões e não será do dia para noite que eles serão modificados. Então, quero deixar algumas dicas para que você transforme esses hábitos.

Escolha um hábito que deseja abandonar e:

DICA 1 – SE OBSERVE

Sair do Piloto Automático é o primeiro passo de quem deseja mudar hábitos e comportamentos negativos. Só é possível identificar quando e por que fazemos algo, quando estamos em constante auto-observação. Essa prática, de quebra ainda, te trará mais autoconhecimento e autocontrole emocional.

DICA 2  CRIE GATILHOS

Gatilhos cerebrais são como botões que acionam vontades, sentimentos e os próprios hábitos. Então, para ajudar a desativar os gatilhos antigos, crie novos. Por exemplo, se você é daquelas que perde muito tempo no celular deseja perder menos tempo com isso, você pode usá-lo como amigo e criar lembretes com afirmações como: SAIA DO CELULAR E VÁ SER FELIZ; ZUCKERBERG ESTÁ COM A VIDA GANHA, VOCÊ NÃO; FAÇA UMA RESPIRAÇÃO PROFUNDA E RETOME SUAS ATIVIDADES… 

DICA 3  ESTABELEÇA O QUE IRÁ FAZER NO LUGAR DISSO

Tenha clareza do que você deseja realizar no lugar daquilo. É preciso saber o que não queremos, mas de suma importância refletir sobre o que queremos afinal no lugar daquilo que estamos considerando como negativo. Você deverá dizer a si mesma o que deve ser feito sempre no positivo, por exemplo: GASTAR MENOS TEMPO NO CELULAR; LER UM CAPÍTULO POR DIA; MANTER A CALMA EM UMA CONVERSA DIFÍCIL; OUVIR COM ATENÇÃO O QUE O OUTRO ME DIZ ANTES DE RESPONDER

Tenho certeza de que essas dicas te ajudarão a começar as transformações que pretende por aí.

A segunda-feira é conhecida como o dia do recomeço, então comece a deixar hoje mesmo hábitos e comportamentos que não te aproximam da pessoa que você deseja ser e da vida que deseja levar.

Luz e sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Quem você não é?

Don Miguel Ruiz afirma, em seu livro As três Perguntas, que a maneira mais fácil de descobrir quem você é, é descobrindo quem você não é.

E essa pesquisa deve ser mais sincera e detalhada possível.

“Quem somos nós?”

Essa é uma pergunta banalizada, levando em conta que todos temos uma gama de informações prontas para essa resposta. Informações que não passam da superfície, que tem mais cara de roteiro feito para agradar público de todos os gostos.

Isso tem a ver com o mecanicismo da padronização que o inconsciente coletivo traz e com a nossa necessidade de aceitação social e sensação de pertencimento, mas isso é papo para outro dia.

Vamos focar em quem nós não somos, nas qualidades que nós não temos, nos defeitos que nós não temos, nas habilidades que nós não temos, nas fraquezas que nós não temos e por aí vai.

Sem julgamento, trabalhe apenas com fatos.

Se você não puder ser totalmente sincera consigo mesma, não poderá ser com mais ninguém. Acredite nisso!

Se tem dificuldade em falar disso, em identificar seus pontos de melhoria, provavelmente tem dificuldade em aceitar feedbacks e até críticas construtivas.

Dê a devida atenção a isso, pois é daí que vem as pistas para a nossa evolução.

Escolha um dia e um horário em que você possa se concentrar nessa expedição rumo a você mesma, pegue seu caderno de jornada e responda com muita sinceridade e detalhe:

QUEM EU NÃO SOU?

Leia com muito amor e aceitação o que escreveu e aproveite os insights. Numa próxima oportunidade falamos de quem somos.

Boa semana, luz e sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Educação emocional – a nossa responsabilidade por um mundo melhor

A pandemia deixou claro que educação não é responsabilidade exclusiva do ambiente escolar.

Pudemos sentir na pele a dificuldade de ensinar, nos sensibilizar e valorizar ainda mais os profissionais que passam a maior parte do dia com filhos de lares e culturas diversas.

Eu, particularmente, achei essa parte uma ótima oportunidade de exercitar ou desenvolver a tão falada empatia.

Aplico treinamentos em ambientes escolares e sempre procuro despertar ou reascender nos professores a responsabilidade e privilégio de fazer parte diretamente da criação da nova sociedade.

Assim como eles, também somos responsáveis por esse novo mundo, afinal nossas crianças de hoje serão os adultos de amanhã.

A pergunta não deve ser mais aquela de que mundo você quer deixar para os seus filhos, mas sim: Que filhos você tem preparado para o mundo?

As duas últimas gerações não possuem preparo emocional suficiente para lidar com as necessidades desse novo momento. Claro, que passamos tempo desenvolvendo tantas outras competências consideradas mais importantes, mas inteligência emocional não foi uma delas.

Hoje, mais do que nunca é necessário o desenvolvimento da inteligência emocional. O despertar para a humanização, a nossa reintegração com a natureza e recursos ambientais e, a melhoria nas relações entre a sociedade nunca esteve tão em evidência.

Nós temos responsabilidade na geração dessa nova sociedade e o nosso papel quanto pais e cuidadores é ensinar, através do exemplo, nossos filhos a terem inteligência emocional e todas as habilidades que a compõe, não só para serem adultos bem-sucedidos em todas áreas, mas como adultos capazes de conduzir um novo modelo de sociedade.

Adultos melhores, criam crianças melhores.

Boa semana, responsabilidade, luz e sucesso.


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @lidersesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

O melhor professor de criatividade que você pode ter é seu filho

É comprovado que uma das principais competências do futuro é a criatividade. Já existem profissionais aplicando cursos para que os adultos se redescubram criativos.

Muito maluco isso, já que precisamos da criatividade desde sempre e, principalmente quando adultos, para enfrentar as adversidades.

Meu mestre em criatividade, Murilo Gun, diz que a criatividade é a arte de resolver problemas. Concordo, já que a neurociência explica que somos nós quem os cria.

Peraí! Você está dizendo que eu inventei esse problema que estou enfrentando hoje?

Inventou não, mas classificou no seu sistema mental como um problema, ou seja, você enxergou ele como problema.

Normalmente chamamos de problema as situações em que não temos capacidade e conhecimento imediato para lidar.

Perceba como o conceito de problema é simples.

Daí surge a necessidade de sermos criativos e buscar dentro do nosso repertório de conhecimento, experiências e até meio social possibilidade de resolver.

Outra ferramenta muito eficiente para que a sua criatividade seja ativada é observar e aprender com os pequenos em casa. A criança é expert em criatividade, passe um tempo dedicada a observar uma criança brincando e perceba o poder de criação e visualização que ela tem.

Como ela faz de um tapete uma piscina, um armário uma cabana, como seus bonecos podem voar. E, perceba também, como eles buscam dentro do seu mini repertório formas de solucionar seus problemas.

Inspire-se nas crianças, aprenda com elas a arte de combinar informações e criar algo totalmente novo. Esse é o verdadeiro conceito de inovação.

Boa semana, luz e sucesso!


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Seja inteira!

Você não precisa ser completa. Se livre de uma vez por todas desse compromisso.

Um dos maiores causadores de stress, principalmente nas mamães, é a ideia que existe no subconsciente coletivo que devemos dar conta de tudo sempre.

Já reparou como o ser humano tem a natureza do descontentamento?

Estamos vivendo e até usufruindo do que um dia já foi um desejo, mas sempre buscando mais e ser mais. Claro que esse descontentamento, quando moderado, é essencial para que continuemos evoluindo, mas ele mal dosado traz sensação de impotência e improdutividade.

Penso que só damos conta de tudo, quando esse tudo foi planejado dentro das nossas possibilidades reais. Se de fato fizemos uma autoavaliação correta de nossas habilidades, tempo e necessidades e essas se alinharam perfeitamente.

E o que eu vejo são pessoas querendo fazer mais do que é possível, ser completas e muito raramente sendo inteiras. Entregando tudo o que tem para aquele momento e descobrindo o que ainda não tem para então aprender.

Tudo bem não saber tudo, não ser boa em tudo, se eu for inteira no que estou fazendo e sendo.

Ser inteira também exige autoconhecimento.

É preciso clareza para enxergar até onde podemos ir e o que precisamos para ir além.

Quero te deixar uma reflexão: Você está buscando ser completa ou entregando o melhor que você é hoje em tudo que faz?

Livre-se desse compromisso de ser completa e seja inteira em cada um dos papéis que você assume (mãe, esposa, amiga, filha, profissional).

Eu garanto muito mais êxito e leveza!

Boa semana, luz e sucesso.


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A relação entre autoconhecimento e criação de filhos

O autoconhecimento tem sido um tema frequente na vida já há algum tempo. E, dia desses, parei para pensar e pude notar que se intensificou ainda mais depois do nascimento do Otto.

Eu sou aquela pessoa das teorias e dos livros. Gosto de me pautar em quem entende mais do que eu para tomar minhas decisões e poder medir o que funciona pra mim e o que não.

Depois que Otto nasceu eu tinha a preocupação de cuidar dele da melhor maneira e entender como funciona o universo dos bebês. Mas além disso, passei a ter uma preocupação de como cuidar de mim para poder ser uma boa mãe e cuidar bem dele.

E é aí que entra o autoconhecimento. Sabe aquela frase “para ver a mudança no mundo, seja você a mudança primeiro”? Ela se aplica perfeitamente para os filhos também. A gente precisa estar bem e refletir isso para poder cuidar bem.

A mudança vem de dentro pra fora. Reflete nas nossas atitudes e, consequentemente, no comportamento e atitude dos nossos filhos. E é incrível ver essa magia acontecendo. Estou só no início dessa caminhada, tenho muito a aprender ainda, mas já colho frutos.

Não sou perfeita, cometo falhas. Me sinto mal quando isso acontece. Mas consigo enxergar a situação sob outro ângulo e saber onde errei para poder melhorar depois. Isso é autoconhecimento também.

Apesar de muitas pessoas torcerem o nariz para esse assunto, ele é fundamental para todas as áreas da vida: no trabalho, nas relações interpessoais, na construção da sua marca pessoal – todos nós temos uma- e, claro, na criação dos filhos. Quanto antes as pessoas se derem conta disso, melhor será para elas e para o mundo. Quem também está nessa jornada?

Bom, ruim ou depende

O exercício de domínio pessoal de hoje refere-se a lente pela qual você enxerga o mundo.

Se olharmos para trás, com certeza existirão situações pelas quais passamos que rotulamos como desastres na época e que hoje, após superadas, reconhecemos como bençãos. Afinal de contas, graças a elas chegamos até aqui, com a maturidade de agora.

Pense em algo pelo qual você esteja lutando agora, você pode escolher enxergar como uma coisa ruim ou como uma coisa boa.

Existe um conto sufi que expressa bem essa ideia:

“Numa antiga aldeia vivia um velho camponês. Ele possuía o cavalo mais bonito do lugar. Todos os vizinhos o consideravam o homem mais feliz do povoado por ter um animal como aquele. Certo dia, ao amanhecer, o camponês foi alimentar o cavalo e descobre que esse havia fugido. Ao invés de cair em consternação, o bom homem suspirou por um instante e então seguiu em suas tarefas diárias.

Tão logo souberam da fuga, os moradores foram à casa do camponês para consolá-lo. O encontraram cuidando da horta. “Meu bom amigo, você deve estar muito triste”, comentou um deles, “perder um cavalo como aquele… que lástima!”. Ao que o camponês apenas respondeu: “coisa boa, coisa ruim… quem sabe?”. Todos ficaram se entreolhando, sem entender ao certo o que significavam aquelas palavras. E o camponês seguiu a capinar.

No dia seguinte, inesperadamente, eis que o cavalo está de volta. E não só isso: trazendo uma égua selvagem com ele. Do outro lado da cerca um vizinho presencia a cena, e a notícia se espalha pelo lugarejo. Era um milagre: o cavalo não só havia voltado, mas tinha trazido consigo uma égua jovem e muito bonita.

Novamente a casa do camponês se encontra repleta de gente. “Você tem muita sorte meu amigo, o cavalo voltar desse jeito! E ainda trazer uma égua! Que felicidade em dobro!”. Ao que o camponês, sem pestanejar, responde calmamente: “coisa boa, coisa ruim… quem sabe?”. Novamente aquelas palavras enigmáticas não encontraram quem as compreendesse.

Ao entardecer daquele mesmo dia, o filho do camponês resolve domar a égua selvagem, mas leva um tombo e quebra uma perna. Nova romaria à casa do camponês. “Meu Deus, que azar”, diz uma mulher. “Sim, se o cavalo não tivesse voltado isso não teria acontecido”, retruca outro. Só para ouvirem o camponês repetir o de sempre: “coisa boa,
coisa ruim… quem sabe?”.

Passaram-se alguns dias. Eis que a região onde ficava a aldeia declara guerra a um reino vizinho. Oficiais do exército visitam o povoado para recrutar soldados. O filho do camponês, enfermo, não foi alistado. Novamente os moradores ecoam em uníssono: “mas que felicidade! Se o filho não tivesse quebrado a perna, ele teria ido morrer na guerra! O
bom Deus gosta mesmo de nosso amigo!”

O camponês, sereno, ouvindo aquilo tudo, apenas responde: “coisa boa, coisa ruim… quem sabe?”. Os vizinhos, ainda sem nada entender, tomam seu rumo. E tudo segue como sempre fora.”

A verdade é que tudo o que acontece na nossa vida, imediatamente rotulamos como bom ou ruim, quando na verdade deveríamos praticar a lei da aceitação de que tudo o que acontece, tem uma razão e traz um benefício, pode ser em resultado ou aprendizado.

O domínio pessoal tem muito a ver com fluir e soltar. Contraditório no primeiro momento falar de domínio e fluidez, mas a verdade é que para despertar a liderança pessoal é preciso que você tenha controle dessas pequenas práticas que abordamos durante esse mês (se ainda não leu, leia os posts anteriores, basta digitar “autoconhecimento” no campo de busca do blog). 

Escreva no seu diário de jornada sobre algumas experiências que você rotulou como ruins na época em que aconteceram e as consequências positivas que elas trouxeram para a sua vida. Não faça esse exercício ao contrário, não pense em como poderia ter sido ruim, a ideia central é a aceitação e percepção de que tudo depende do ponto de vista.

Espero que esse texto tenha despertado bons insights em você.

Luz e sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Fluxo da vida: dar e receber

A essência da humanidade é a doação, compaixão e caridade. Não é à toa que uma das necessidades básicas do ser humano é a contribuição social.

Todos nós nos sentimos bem quando fazemos algo de bom para alguém, naturalmente. A sensação interna é instantânea.

Mas, mesmo assim, desenvolvemos uma forma de viver centrada no “EU” e essa é uma das razões pelas quais a humanidade se encontra meio (ou totalmente) perdida hoje. Procuramos sempre avaliar como será o impacto de tudo em nós primeiro. Se o seu marido é promovido no trabalho você tende a pensar em como isso afetará você e a sua relação. Se seu filho vai mal na escola ou está num período difícil de desenvolvimento, você tende a pensar o que as pessoas dirão sobre você, como mãe.

O exercício da semana é a autopercepção de quantas vezes aparecem EU, MIM e MEU na sua conversa mental. Frases como: eu não deveria ou deveria ter dito, feito ou sentido; o que vão pensar de mim; eu sou besta por pensar ou sentir isso; por que minha vida ou eu não sou assim como essa pessoa; quão maravilhoso eu sou por isso, tenho que ser reconhecido.

O estresse da nossa vida nasce da ideia de que o mundo não entende o que EU preciso ou quero e não presta atenção em MIM. 

Pare e reflita alguns minutos sobre isso, pense em como tudo o que fazemos tende para o EU/MIM. Reconheça e aceite.

A prática sugerida hoje é que você se desafie a viver centrado no outro, nas necessidades externas. Procure oportunidades de exercitar, ceda o lugar na fila, no transporte, dê passagem a alguém, pegue água para o seu vizinho de mesa no trabalho, segure a porta do elevador para alguém. São atos aleatórios de gentileza que significam autotranscendência e o impacto pode ser surpreendente, mudando toda a energia ao seu redor e retornando a você de maneira multiplicada.

Não é uma prática fácil, então eu sugiro que você encontre um momento do dia para se dedicar a ela. Escolha alguns momentos do dia para fazer coisas em benefício exclusivo do outro. A ideia é pensar em como você pode ser útil para as pessoas que você ama, para quem você não conhece ou para a sociedade em geral.

Espalhe gentileza e luz e seja grato pela oportunidade de ajudar. Transforme o dia de alguém.

Escreva os insights e as mudanças que notar após iniciar a prática desse exercício, tenho certeza que valerá a pena.

Luz e sucesso.


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Aprenda a apreciar e seja grata

Todos nós somos abençoados de alguma maneira, mas talvez nem percebemos.

Culturalmente fomos ensinados a resolver problemas e não a agradecer pelos bons resultados. Exemplo disso é a procura das pessoas pela religião quando algo vai mal e a tendência de esquecer de agradecer quando tudo vai bem.

É como se tudo que está dando certo fosse natural e fosse preciso focar apenas no que ainda não está da maneira como gostaríamos, ou seja, focar no que está faltando.

Fato é que tudo o que você foca, expande. Logo, se você vive sempre focado no que está faltando é mais disso que você verá todos os dias e sentirá mais e mais sensações de escassez e falta. Isso afeta seu estado de espírito e como você se relaciona com você, com os outros e com o mundo.

O exercício de hoje é simplesmente para te despertar para tudo de positivo que existe na sua vida e elevar sua energia. Te preparar melhor para suprir as eventuais faltas que você tenha e ouso dizer que até eliminar algumas que você só acha que tem porque ainda não praticou a apreciação e a gratidão de maneira genuína.

Uma vez por semana, antes de dormir (tem que ser a última coisa que você fará antes de fechar os olhos), dê o seu melhor nesse exercício. Permita que um profundo sentimento de apreciação e gratidão tome conta de você, escreva ou se concentre em coisas pelas quais você se sente grata, desde as mais simples como saúde, família, casa, até o contrato fechado do dia, o resultado do exame, a ligação da amiga, a palavra nova do filho. Enfim, analise seu dia e vá sentindo gratidão pelos detalhes dele.

Sinta de maneira profunda e sincera a ponto de sorrir enquanto pensa e escreve.

Lembre-se que tudo o que você agradecer e apreciar multiplicará na sua vida, então capriche!!

Depois de uns dias praticando esse exercício, perceba e anote no seu diário:

  • se você tem dormido melhor;
  • se você tem acordado mais disposta e otimista;
  • se a qualidade dos seus pensamentos e interações mudaram;
  • se tem se sentido mais pacífica e paciente;

Compartilhe nos comentários também sobre as suas conquistas através desse exercício, nós vamos adorar saber.

Luz e sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @lidersesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Pratique a atenção plena

Continuamos a nossa série de exercícios de domínio pessoal. Na semana passada começamos a praticar a observação dos pensamentos e entender mais sobre como eles afetam nossas atitudes e energia.

Hoje nós vamos desacelerar e fazer nossas atividades com mais atenção e cuidado. Principalmente aquelas que já estão automatizadas no nosso sistema.

Qual foi a última vez que você sentiu o gosto refrescante da sua pasta de dente? Ou então, sentiu o gosto daquele chocolate que você ama e sempre come?

Estou falando de sentir de verdade, como da primeira vez que você fez!

O desafio dessa semana é fazer todas as suas tarefas sem pressa e isso não significa fazer devagar, mas sim fazer atentamente, prestando atenção nos detalhes, em como você faz e quais as sensações que tem enquanto faz.

Sua conversa mental irá interromper a sua atenção várias vezes durante a prática, valide o pensamento e deixe-o ir. Assim que perceber que está acontecendo, volte a sua atenção imediatamente a sua tarefa e ao seu momento presente.

Respire devagar e profundamente quando sentir dificuldade em manter a atenção, isso irá te ajudar muito. É o que chamamos de meditação ativa.

Pratique também ao conversar com alguém. Preste atenção plena no que a pessoa está dizendo, como está dizendo, no rosto dela, no jeito dela enquanto fala. Saia do contexto e não deixe a sua mente preparar respostas, somente ouça com atenção o que o outro te entrega. Se estiver falando ao telefone, não faça outras tarefas simultaneamente, se possível feche os olhos e concentre-se na voz da pessoa.

Se o seu crítico interno estiver lhe dizendo que você não tem tempo ou que não pode agir assim porque sobra tarefa e falta tempo no seu dia para fazer tudo, saiba que você precisa mais do que imagina desse exercício.

Anote no seu diário de jornada como se sentiu ao praticar a atenção plena, se você se sentiu mais produtiva e quais as atividades que você nem se lembrava mais como era fazê-las de tão automatizado que estava no seu sistema.

Não esqueça de comentar aqui porque a sua experiência pode inspirar e ajudar outras pessoas.

Luz e sucesso!


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O que você está pensando?

Conforme o post da semana passada sobre o poder do autoconhecimento (clique aqui para ler), hoje começa uma série de exercícios de domínio pessoal e eu sugiro que você tenha um diário de jornada para anotar seus aprendizados, resultados, sentimentos e insights de cada exercício.

Você já deve ter ouvido em algum lugar que você não é o que pensa. Ou então, que se você pensa que pode, está certa. E se pensa que não pode, também.

A verdade é que a nossa mente é um sistema maravilhoso quando sabemos manusear. O primeiro passo é tornar-se consciente do que a sua mente diz, ou seja, de quais conversas estão rolando.

Comece pelo seu primeiro pensamento da manhã, perceba e anote o que vem na sua cabeça assim que você acorda. Vá anotando os pensamentos que identifica e classifique quais deles te elevam e quais te atrasam, abalam ou desanimam. Perceba se seus pensamentos te colocam numa posição de entusiasmo e otimismo, ou se te levam para um lugar de medo e insegurança.

Anote também quanto tempo você permanece nesses posicionamentos, quanta energia você gasta nesses pensamentos.

Dificilmente a sua conversa mental é neutra, então analise com carinho e perceba com sinceridade os caminhos. Para ajudar, você pode colocar um alarme no seu celular para tocar a cada meia hora e te chamar para essa atividade de autopercepção. Confie, será divertido e enriquecedor. Persista, porque a prática vai torná-la uma pessoa melhor.

No final do dia, leia suas anotações, reflita sobre o exercício e escreva sobre:

✓ A frequência com que se pegou pensando coisas negativas sobre você (autocrítica) ou sobre o seu futuro;

✓ A frequência com que você julga e critica outras pessoas, desde a maneira que se vestem até características físicas e comportamentos;

✓ A frequência com que você se compara com os outros, se sentindo melhor ou pior;

✓ Quanto tempo você gasta culpando os outros pelas situações que acontecem no seu dia e pelos seus sentimentos.

Capriche na entrega desse exercício e aproveite os benefícios. Quem fizer comenta aqui para que possamos trocar e nos ajudar.

Luz e Sucesso.


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

O real poder do autoconhecimento

O mundo já mudou e quem ainda não percebeu, na certa está em estado de sofrimento e com a sensação de estar perdido.

Não existe velho e nem novo normal, cada vez menos existirão padrões. Melhor ainda, o significado de padrão será o mais subjetivo de todos, o seu “normal” será aquele que faz sentido para você, te faz melhor e te permite viver com leveza.

O autoconhecimento entra como elemento essencial para uma Era em busca de propósito, afinal de contas como viver o seu melhor sem se conhecer, não é mesmo?

Hoje existe uma gama de ferramentas que se complementam e geram autoconhecimento, tem para quem é racional e tem dificuldade de se entregar, tem para quem é cético, tem para gosta de se conectar com energias multidimensionais. Tem para acessar traumas do passado, tem para alinhar as energias familiares, tem para planejamento estratégico eficiente, para descobrir de fato onde você está e como chegar aonde deseja.

A verdade é que você só precisa buscar e se conscientizar que, assim como um personal trainer faz toda a diferença no seu treino físico, um profissional capacitado pode te ajudar, e muito, a lidar emocionalmente com a vida. Que é uma das maiores dificuldades da sociedade, há anos.

Não existe outro caminho para o sucesso material, realização profissional e bons relacionamentos que não comece de dentro para fora. Enquanto você não cuidar de si mesma, descobrir quem você é, curar feridas e se amar de verdade, o externo não responderá às suas expectativas, em outras palavras, nunca estará bom o suficiente. Você viverá uma vida de altos e baixos, sem sentido.

Escrevi uma série de exercícios de domínio pessoal para as próximas semanas, que irá te ajudar nesse processo e despertar a sua liderança pessoal.

Fique ligada e, por enquanto, vá se preparando para o mundo das infinitas possibilidades que se abre quando você aceita ajuda.

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Você se faz elogios?

É tão comum esperar valorização externa e viver sempre um pouco frustrada, porque ela nunca vem de acordo ou na proporção que esperamos ou achamos merecido.

O que precisamos saber é que a prática do autoelogio é tão importante e atrai esse reconhecimento externo, já que o caminho é sempre de dentro para fora e nós expelimos aquilo que sentimos sobre nós mesmos.

Em outras palavras é preciso que você encontre, diariamente, motivos pelos quais sente orgulho de si mesma e dizer para si. Crie o hábito de olhar no espelho e dizer (pode ser mentalmente), 3 elogios.

Elogie-se pela mulher que você é, pela mãe, pela esposa, filha, amiga. Elogie-se por algo que deu certo no trabalho, pelo almoço gostoso que preparou, pela limpeza ou organização que fez. Ou então, elogie-se pela sua inteligência, paciência, bom humor, por cuidar bem da sua saúde, por se vestir bem, pelo seu bom gosto, pela sua determinação.

No final do exercício, verás que existem muito mais de três motivos pelos quais você deve ser reconhecida, mas isso deve vir, primeiramente de você mesma.

Pratique o autoamor!!

Luz e sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @lidersesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Energia emocional e comunicação não verbal na criação dos filhos

energia emocional

Bebês e crianças pequenas aprendem sobre o mundo dos relacionamentos através dos sinais não verbais, expressões faciais e energia emocional.

Ouço essa questão da energia desde sempre e acreditava, mas não tinha tanta certeza se era assim mesmo que funcionava, sabe como é? Até que Otto nasceu e pude comprovar na prática.

“Quando a mãe se senta para amamentar se sentindo aborrecida, cansada ou irritada, o bebê choraminga, fica inquieto e não se acalma para mamar. Um bebê de poucas semanas de vida pode sentir a tensão no corpo da mãe, a rigidez muscular nos braços dela e ouvir as batidas do coração enquanto ele está próximo ao peito da mãe.” (do livro Disciplina Positiva)

Não é de se estranhar, afinal, o bebê saiu do ventre da mãe, existe, claro, uma ligação muito forte. Na UTI fazia canguru com Otto e ficava muito tempo com ele deitado no meu peito. Era tão gostoso. Hoje, às vezes, para pegar no sono, ele deita a cabeça no meu peito. Gosto de pensar que ele quer ouvir meu coração, como quando era recém-nascido.

Sabendo que as crianças estão tão sintonizadas com a nossa energia, é bacana que tentemos (apesar de nem sempre ser possível) nos acalmar e relaxar o máximo possível, e encontrar maneiras de construir uma conexão amorosa e de confiança com nossos filhos.

Um ambiente calmo é mais prazeroso e muito mais saudável para todos que ali convivem. Quando você desacelera, foca no momento presente e em perceber a energia dos membros da família, é capaz de perceber melhor o humor e as necessidades do seu filho.

Às vezes, uma birra aparentemente descabida ou uma agitação intensa pode ser reflexo da energia dos pais. Respire fundo e olhe com atenção ao seu redor para conseguir se conectar consigo mesma e com sua família. Como está a energia e comunicação não verbal na sua casa?

Troque rotina por rituais

Alguns perfis comportamentais se dão super bem com rotinas, enquanto outros tem muita dificuldade em lidar com elas.

Sou da turma dos que não gostam de rotina e durante muito tempo tive problemas, já que ainda por cima tinha uma crença de que somente pessoas que tinham uma rotina, obtinham sucesso. Além disso, também relacionava rotina com organização.

Gosto de dizer isso, porque sei que tem muita gente que se identifica com essa minha antiga realidade. Hoje eu sei que mais importante do que ter a rotina, são os hábitos que a compõe, já que existem muitas rotinas de hábitos negativos ou incompatíveis com os planos finais. E essas com certeza não levam ao sucesso.

Em um dos treinamentos de desenvolvimento pessoal que fiz, ouvi sobre o assunto de maneira diferente e pude me libertar. Percebi que eu poderia ter rituais, ou seja, hábitos escolhidos e planejados de acordo com os meus planos que não me obrigassem a uma rotina. Então, eles entram no meu planejamento semanal sem horário fixo, mas com os benefícios identificados.

Outra coisa que considero muito eficiente é reavaliar seus hábitos, seus rituais e sua rotina, sempre que perceber que as coisas não tem acontecido como planejou. Pode ser sinal de que alguns deles já não fazem sentido ou que os benefícios não estejam tão claros. Por exemplo, se eu coloco no meu planejamento ler, por pelo menos 10 minutos, todos os dias e não tenho conseguido fazer. Avalio os meus dias e escrevo o porquê eu quero executar essa atividade, o que esse hábito me traz de benefício. Essa clareza vai me motivar a fazer ou então me fazer entender que naquele momento aquilo não é para mim.

É importante ouvir suas necessidades. Pode acontecer de você gostar de acordar um certo horário todos os dias, mas por um período o seu corpo pedir um pouco mais de descanso e tudo bem você modificar no planejamento diário. Isso te ajuda a viver com qualidade e te poupa de picos de irritabilidade e ansiedade.

E então? Você é da turma da rotina ou prefere os rituais e mais flexibilidade?

Lembre-se que a maneira correta de fazer alguma coisa, sempre será aquela que faz sentido para você.

Luz e sucesso!!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @lidersesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Conheça e pratique a escrita terapêutica

A escrita é uma das ferramentas mais fáceis e rápidas para quem se preocupa com a sua saúde mental e emocional.

Não tem segredo, você precisa de alguns minutos sem interrupções, papel, caneta e vontade de organizar todas as inúmeras ideias que sua mente carrega. Você não precisa ser escritor e nem ter talento especifico para a escrita, afinal de contas é para analise sua.

Separe 5 minutos dos seu dia e escreva tudo o que vier, sem julgamentos, não precisa fazer sentido. Vá tirando da sua mente todas as ideias que se misturam, como se estivesse esvaziando. Fazendo isso por 10 dias consecutivos, já será possível notar o quanto se sentirá mais calma, menos ansiosa e estressada.

Existem muitos benefícios nessa técnica, como por exemplo, o autoconhecimento. Já que é possível saber mais sobre você pelas coisas que você escreve, avaliando as ideias, sonhos, vontades, sentimentos. Se no momento da escrita você estiver triste e vier a escrever sobre isso, verá que muitas coisas novas poderão ser encontradas por trás da situação que lhe gerou a sensação de tristeza.

Também ajuda a encontrar soluções para problemas, a princípio irresolúveis, ao escrever sobre o problema você se coloca como expectador e então é capaz de enxergar pontos que talvez não tivesse visto, quando estava totalmente envolvida emocionalmente.

Ajuda ainda a organizar os pensamentos. Nas primeiras vezes que praticar poderá perceber que muda de assunto com rapidez, isso é porque existem ideias variadas sendo processadas ao mesmo tempo. Essa ferramenta te ajuda a colocar tudo no lugar e você sentirá tranquilidade tanto para decidir como para se comunicar em relação a elas.

Poderia falar mais sobre os benefícios, mas prefiro que você mesma me diga. Comece a praticar a escrita terapêutica e depois volte aqui para dividir os resultados que experimentou e inspirar mais mamães a fazer também.

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Em busca da minha melhor versão como mãe

 

“A qualidade no que você oferece é muitas vezes afetada por seu próprio humor e emoções humanas. O estresse, a exaustão ou a preocupação afetam a maneira como você interage com seu bebê ou sua criança – e, consequentemente, a maneira como ele percebe você e a si mesmo.”

(Trecho do livro Disciplina Positiva)

 

Sempre defendo a importância de mães e pais terem um tempo para si mesmos, tanto individualmente como enquanto casal. Relaxar e fazer coisas das quais gostamos, não nos torna menos mães ou menos pais. Pelo contrário, nos torna pessoas mais leves e preparadas para lidar com nossos filhos com mais tranquilidade.

Se conhecer e identificar as próprias emoções também é importante (inclusive nossa coluna escrita pela Flávia, da @liderdesi.de sobre autoconhecimento trata do tema semanalmente aqui no blog; basta clicar na tag “autoconhecimento” para ver todos os textos). Não podemos ensinar aos nossos filhos características que não temos em nós mesmos. É preciso resolver conflitos internos para que se possa mudar por completo a maneira de interação com seu filho.

Sempre ouvi que agitação, medo e nervosismo são passados para a criança. Uma mãe tranquila tem filhos mais tranquilos. E pude comprovar isso com Otto desde pequeno. Sempre fui muito calma na maneira de cuidar dele, inclusive ouvi isso de várias pessoas quando ele era bebê. Sempre andei com ele por todos os cantos sozinha com muita leveza e tranquilidade e ele sempre foi um bebê muito calmo.

Isso corrobora a teoria de que o que fazemos e a maneira como nos comportamos como pais ensinam muito mais do que as palavras. Os chamados “neurônios-espelho” fazem com que a criança “imite” ações e comportamentos que visualiza nos pais.

Isso é uma coisa que de certa forma me “preocupa” um pouco, já que penso que preciso ser minha melhor versão todos os dias para que meu filho cresça absorvendo um bom exemplo.

Também em busca dessa melhor versão, procuro me conhecer melhor, entender, avaliar comportamentos – especialmente como mãe – para que possa sempre fazer diferente e melhor. Sair do piloto-automático e viver as situações no momento presente. Estou apenas no começo dessa jornada, mas tenho certeza de que, apesar de um pouco dolorosa às vezes, ela vale muito a pena.

E por aí, você mãe tem cuidado do seu autoconhecimento?

Comunicação não-violenta para educar

A comunicação não-violenta é uma ferramenta que vem sendo muito explorada nos últimos anos por melhorar, significativamente, as relações.

E como uma das mais lindas e profundas conexões acontece no ambiente familiar, entre pais/cuidadores e filhos, como não utilizá-la para estreitar ainda mais os laços e facilitar o diálogo no dia a dia?

Ela se baseia em 4 princípios: observação, sentimento, necessidade e pedido.

Quando a criança chora ou faz birra, ela está expressando uma necessidade não atendida. Com a sequência que a CNV nos traz, é possível estarmos mais atentos a encontrar essa necessidade para atendê-la ou, caso não seja possível atender, propormos algo que possa amenizar/substituir aquela necessidade no momento.

Observe, sem julgar, o que está acontecendo, por exemplo: tirei algo que não podia mexer da mão da criança e ela chorou. Em seguida, identifique os sentimentos despertados nela e quais as necessidades que baseiam esses sentimentos (ela ficou nervosa, triste, irritada, chateada). Demonstre a ela que entendeu, acolhendo seus sentimentos e, depois disso, a depender da idade estimule na criança a fase do pedido, ensine-a a pedir e explicar aquela necessidade. Ainda no mesmo exemplo, ela pode estar com necessidade de atenção, de companhia, por isso está mexendo em coisas que, se não for a primeira vez que tomou bronca, já sabe que é proibido.

Elas são capazes de entender tudo o que lhes é ensinado, esse papo de que “a criança não entende” é balela. Ela pode não ter um conjunto de informações completo que lhe permite racionalizar todos os elementos de uma situação ou diálogo, mas já está fazendo registros cerebrais e sinápticos.

Fazer uso dessa técnica irá te ajudar a manter-se presente nas situações, prevenir problemas a longo prazo e intensificar as suas conexões. Mas, como qualquer outra, exige treino e constância. Mesmo que em algumas situações, você esqueça de aplicar, faça depois. Retome e analise a situação e como poderia ter agido se tivesse observado, identificado sentimentos e necessidades e estimulado o pedido.

Conte nos comentários se gostou da dica e se quer saber mais sobre Comunicação Não-Violenta aqui no blog.

Luz e Sucesso!!!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Não sofra, cocrie

Uma das práticas mais comuns entre os seres humanos é sofrer por antecedência, viver projetado no futuro, imaginando o pior resultado para os seus anseios.

Conhecido também como ansiedade, o hábito de imaginar negativamente e alimentar sentimentos como medo ou tristeza em relação àquilo que desejamos assola mais da metade da população.

A Neurociência traz inúmeros estudos sobre o assunto e o que eu gosto de destacar é o “goze” por antecipação. O nosso cérebro não distingue o real do imaginário e atua sempre em momento presente, ou seja, se você imaginar o que você deseja que aconteça em determinada situação agora, despertará sentimentos positivos imediatamente.

Além disso, as teorias da física quântica e lei da atração ensinam seus adeptos a cocriarem suas realidades desejadas através da sensação de gratidão por aquilo que ainda não aconteceu. Como assim? Nós utilizamos a vantagem de poder sentir no agora aquilo que imaginamos como se já estivesse acontecendo e enviamos a mensagem limpa ao Universo daquilo que desejamos conquistar.

O cérebro por sua vez, que além desses segredos que revelei acima, também atua de forma inconsciente para fazer valer aquilo que visualizamos, busca formas e caminhos para a realização.

Depois dessas informações eu duvido que você continue gastando energia imaginando o pior das hipóteses acontecendo e sofrendo por antecedência. Concentre-se em imaginar o melhor se concretizando, sinta as emoções positivas e de quebra ainda cocrie a realidade desejada!

É com você!

Luz e Sucesso,

Flávia Gimenes


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

 

As 5 linguagens de conexão

Um assunto que eu adoro falar, escrever e ouvir. Baseada no livro As 5 Linguagens do Amor, essa teoria nos ajuda entender mais e, de quebra, entender o outro.

Nada melhor para esse momento tão introspectivo e ao mesmo tempo de convívio integral com os nossos mais próximos.

Estudos demonstram que somos negligentes na ação de entender e nos esforçamos menos para nos conectar com aqueles que são mais próximos de nós, como família por exemplo. Por estar tão do lado, tratamos como se a conexão fosse óbvia e obrigatória e, nem sempre, ela é.

Existem 5 linguagens pelas quais comunicação carinho, amor e conexão. São elas:

PRESENTES

Algumas pessoas demonstram seus sentimentos e criam conexões através da entrega de mimos, lembranças e presentes. São aquelas pessoas que gostam de fazer surpresas.

TEMPO DE QUALIDADE

Pessoas que se conectam através dessa linguagem são aquelas que ficam horas no telefone, que sempre arranjam um tempo para visitar, que adoram passar tempo junto com quem ama, ainda que não seja fazendo nada de tão importante.

ATOS DE SERVIÇO

Pessoas que gostam de fazer favores, que estão sempre ligadas em algo que o outro está precisando para ele então suprir ou facilitar. Essas pessoas se conectam pela linguagem dos atos de serviço, elas demonstram seu carinho e atenção fazendo algo por ou para você.

PALAVRAS DE AFIRMAÇÃO

Os declamadores se comunicam por essa linguagem. Aqui estão aqueles que gostam de verbalizar o quanto gostam, entregam palavras de reconhecimento e elogios.

TOQUE FÍSICO

Os que se utilizam dessa linguagem às vezes são vistos como “grudentos”, mas não tem nada a ver, é a só a forma que eles têm de se conectar, receber e demonstrar carinho. São os que gostam de cafuné, abraço, beijo e tocam na pessoa quando falam.

E aí? Descobriu qual a sua linguagem?

É importante lembrar que, geralmente, esperamos receber o carinho e que as conexões aconteçam na nossa linguagem e nem sempre isso é possível. Então vale a pena explicar sobre a sua linguagem e também entender a linguagem das pessoas, recebendo o seu carinho e se conectando através da linguagem delas também.

Luz e Sucesso,

Flávia Gimenes


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Não leve nada para o lado pessoal

Recentemente, recebi uma indicação de livro do Universo. Por quatro vezes, em situações totalmente distintas, ele se apresentou e eu entendi que deveria me alimentar do seu conteúdo para já.

O Livro se chama Os quatro compromissos, de Don Miguel Ruiz. Ele o intitula como um guia prático para a liberdade pessoal, o que está super alinhado com as minhas crenças relacionadas ao poder da liderança pessoal.

E por falar em crenças, elas são a base dos ensinamentos que ele compartilha no livro e eu quero chamar a atenção para o segundo compromisso que ele apresenta que é o de não levar nada para o lado pessoal.

Ele ilumina a ideia de que qualquer opinião vem embasada no sistema de crenças de quem a emite, ou seja, no que o detentor acredita e viveu em experiências. E é preciso que nos lembremos disso não só quando recebemos uma crítica, mas também como um elogio.

Nada é realmente sobre você quando vem do outro, sempre virá com o olhar daquilo que ele acredita, por isso não devemos levar nada para o lado pessoal e sim, filtrar tudo com a nossa verdade e sistema de crenças.

Quando você compra a opinião do outro, faz dela a sua verdade, integra aquilo no seu sistema de crenças.

Busque conhecer-te mais a cada dia, assim terás bem claro quais tuas virtudes e quais seus pontos de melhoria e, NÃO LEVE NADA PARA O LADO PESSOAL.

Luz e Sucesso,

Flávia Gimenes.


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Como lidar com procrastinação

O ato de procrastinar faz parte da realidade de todo ser humano, sem exceção. A diferença das pessoas que produzem e conquistam resultados para aquelas que não o fazem, se chama procrastinação consciente.

Sim, elas também procrastinam e têm dias improdutivos na sua jornada, mas quando isso acontece elas seguem um passo a passo que ajuda muito e eu vou ensiná-lo para você.

O primeiro passo é a ACEITAÇÃO. É preciso acolher-se quando as coisas não saem como você gostaria ou quando não conseguiu cumprir com a agenda que você se programou. Caso contrário, vai entrar no círculo vicioso infernal (como diria Mark Manson), você se sentirá culpado por sentir culpa por algo que você mesmo determinou.

Confuso, eu sei. Mas é super verdade! Na Jornada do Autoconhecimento onde estamos observando nossos pensamentos e entendendo nossos sentimentos é comum isso acontecer, então vamos nos aceitar e acolher.

Segundo passo é a INVESTIGAÇÃO. Entenda os motivos pelos quais você tem procrastinado, o que você fez no lugar de fazer aquilo. Veja se estão bem claros os motivos pelos quais você colocou aquela tarefa na sua agenda.

Terceiro passo é a MUDANÇA. Depois de levantar todas as informações referentes ao ato de procrastinar determinada tarefa, proponha-se mudar a tática. Se você notou que está faltando motivação, faça uma lista dos benefícios que aquela atividade te trará.

Se percebeu que o problema está na complexidade, veja uma forma que possa fazer para que seja mais tranquila, talvez se fizer em mais dias ou fragmentar essa atividade. Um pouco por dia é sempre melhor que nada.

Quanto mais controle da situação, mais autoconfiança para realizar você terá.

Muitas vezes, ao fazer esse passo a passo, você perceberá que talvez aquela atividade nem era assim tão importante e necessária, ela pode servir para a vida de outro, mas não para a sua. Bem como poderá identificar algumas necessidades suas do momento que estavam escondidas atrás dessa procrastinação.

Tenha consciência da sua procrastinação e a torne sua aliada.

Luz e Sucesso,

Flávia Gimenes


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.