Feliz Dia das Mães

Na semana em que é comemorado o Dia das Mães, não tem como não lembrar da minha. Mas desde que eu me tornei uma, esse dia deixou de ser triste e nostálgico e passou a ter outro sentido pra mim.

Minha mãe partiu também em maio, logo depois do Dia das Mães.Mas esse não é um texto triste nem para lamentar a partida da minha mãe. Sim para relembrar e reconhecer a importância do papel dela na minha vida e, agora, por consequência, na vida do Otto.

Sim, porque muito do que sou como mãe devo a ela. Todo carinho, dedicação, doação e valores que ela me transmitiu foram importantes para me formar como pessoa e como mãe. E ela era tão boa que rolou até uma necessidade de trabalhar questões dentro mim para não me comparar e separar a mãe que ela foi da mãe que eu sou.

A comida fresquinha na mesa, as noites sem dormir me esperando chegar, o cuidado e preocupação incansáveis quando eu ficava doente, foram só algumas das formas dela de demonstrar amor. Com ela também aprendi a ser forte apesar de toda fragilidade e vulnerabilidade e a ter alegria e vontade de viver – e como ela teve e lutou pra isso.

Com todo conhecimento sobre a minha mãe e sobre a mãe que estou sendo hoje, espero oferecer ao Otto os valores que considero importantes e as condições para que ele cresça, crie asas e se torne um homem forte, amoroso e bem resolvido. Nesse Dia das Mães, vou celebrar com ele esse papel tão importante na minha vida – o maior deles. E vou relembrar com muito amor toda a jornada da minha mãe enquanto esteve aqui do meu lado. Saudade, dona Helena. E Feliz Dia das Mães.

Publicado por

Fabiola Mininel

Jornalista, mãe e apaixonada por moda

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