Viagem: Beto Carrero com criança

Com exceção do primeiro ano, na comemoração dos aniversários do Otto sempre optei por viajar. Não sei até quando será possível porque ele está crescendo e já começou a cobrar por festa (tema para outro post). Mas fato é que procuro lugares que ele tenha boas vivências e possa levar memórias para a vida.

Aniversário de 2 anos fomos para Disney, 3 anos fomos para o Grande Hotel São Pedro e esse ano escolhi o Beto Carrero. Há tempos estava com esse destino na cabeça e acho que foi uma feliz escolha. Vou contar tudo agora!

Localização e hospedagem

O parque Beto Carrero World fica na cidade de Penha, em Santa Catarina. Saindo de SP pegamos um voo rápido de aproximadamente 60 minutos e desembarcamos no Aeroporto de Navegantes. De lá, foram 20 minutos até o hotel que escolhi (cerca de 10 minutos de caminhada até o parque).

Algumas pessoas optam por se hospedar em Balneário Camboriú, que tem lindas praias, mas fica a quase uma hora do parque. Então é preciso alugar carro ou ficar na dependência de Uber. Como nosso foco era total o parque, escolhi um hotel bem próximo que dava para ir a pé. Para quem quer curtir Balneário, sugiro dividir o roteiro em duas partes: parque (com hospedagem ali na região) e praia (ficando num hotel em Balneário.

Pelo que eu pesquisei, as hospedagens na região de Penha são mais simples, porém oferecem conforto para o necessário: café da manhã e cama para descansar depois de um dia de parque.

Ingressos

Os ingressos podem ser comprados pelo site oficial do Beto Carrero ou pelos hotéis parceiros credenciados (geralmente um pouco mais caros). Comprando até um dia antes sai mais barato do que no dia da visita. E, se você for dois dias, sugiro comprar o passaporte que sai com desconto.

Nossa visita foi em fevereiro e março de 2022 e pagamos 109 por adulto/dia – crianças de até 4 anos e 11 meses não pagam.

Nossa programação contemplava dois dias de visita ao parque e um dia livre, mas no terceiro dia tínhamos achado tão legal, que em vez de ficar na piscina do hotel, optamos por ir ao parque novamente. Porém, quando falta planejamento, o bolso sente: no dia, comprando pelo hotel, cada ingresso saiu por 189 (comprando no parque seria ainda mais caro).

O parque

O complexo é bem grande, possui mais de cem atrações e é dividido por temas: Mundo Animal, Atrações Infantis, Hot Wheels Epic! entre outros. Diariamente, são exibidos sete shows. A dica é: logo que chegar, já se informar sobre os horários, quais quer assistir e garantir a pulseira vip (R$ 35) para não perder tempo na fila. Todos os shows são gratuitos (com exceção do Excalibur), mas as pessoas chegam em torno de uma hora antes para garantir um bom lugar. Pra gente era muito tempo perdido e com criança não rola. Com a pulseirinha, é só chegar no horário do show e tem uma área reservada garantida.

Atrações

O ponto alto lá, na minha opinião, são os shows. Assistimos quatro dos sete shows e gostamos muito.

Excalibur é uma apresentação medieval, onde cavaleiros duelam em uma arena. O público assiste durante o almoço (o ingresso inclui um lanche com batata frita + uma bebida) com duração de uma hora.

Hot Wheels é o único show dessa dimensão no mundo. A partir de uma história que começa no telão, os motoristas dos famosos “carrinhos” dão um show na pista com acrobacias, perseguições, cavalos de pau e até andando em duas rodas.

Madagascar é baseado no filme. Numa tenda enorme que lembra um circo, os simpáticos animais precisam escapar da polícia que tenta captura-los.

Acqua é bem bonito de se ver e mostra os personagens do fundo do mar se apresentando em danças e acrobacias no palco.

Alimentação

Contei no Instagram que nós aproveitamos para comer nas estações do Festival Master Chef que estava acontecendo. O único lugar que comemos além das estações, foi um restaurante alemão que fica na área da Oktoberfest e estava muito gostoso. Mas posso dizer que comida não falta, a praça de alimentação é grande e tem restaurantes espalhados por todo o parque. Meu marido brincou que tem mais restaurante do que atração.

Quando ir

Eu havia lido que em fevereiro chove muito. Mas, ao contrário, pegamos dias extremamente abafados e sem chuva. Inclusive, achamos quente demais. Se fosse para ir novamente, iríamos em maio ou junho que tem temperaturas amenas. Julho é o mês mais vazio, porém muito frio. O parque é totalmente aberto, com sol batendo o tempo todo – com exceção da área do Zoo, que tem mais árvores e sombras – o que dificulta passar tempo nas filas das atrações em dias muito quentes ou chuvosos.

Carrinho de bebê

Como fomos sem despachar bagagem, e Otto não tem mais direito a embarcar com carrinho sem custo extra, optamos por alugar o carrinho do parque (me arrependi um pouco porque durante o trânsito nos aeroportos ele estava sonolento só quis colo – haja braço! e no fim, saiu um pouquinho mais caro alugar do que pagar por bagagem extra na viagem). Lá tem a opção de carrinhos de bebê e aqueles carrinhos com cara de brinquedo (foi o que nós escolhemos); tem também cadeira de rodas elétrica para deficiente físico ou quem tem dificuldade de andar muito.

O valor do modelo que escolhemos é R$ 50 + R$ 20 de caução (quando você devolve no horário, o dinheiro retorna). Tem uma questão aqui que é, dependendo do horário que você chegar e o parque estiver muito lotado, não tem mais disponibilidade. No primeiro dia, pegamos dos últimos; para o segundo dia, deixamos reservado – existe essa opção.

Foi uma das viagens mais legais que fizemos, especialmente por ser aniversário do Otto. Os dias renderam, não teve perrengue e nos divertimos muito! Recomendo fortemente essa visita!

E então, curtiu? Deixe seu comentário que eu vou adorar saber sua opinião!

Publicado por

Fabiola Mininel

Jornalista, mãe e apaixonada por moda

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