Quem você quer ser quando envelhecer?

Levando em consideração todas as mudanças que estamos experienciando enquanto sociedade e inclusive a expectativa de vida que está bem maior, essa é uma pergunta que todos nós devemos responder.

E não existe certo ou errado e sim aquilo que faz sentido para cada um de nós.

Temos visto muitas pessoas da terceira idade compondo times no mercado de trabalho e até mesmo se reinventando depois de deixá-lo, por ainda estarem capacitados para produzir. E essa, com certeza, será a nossa realidade um dia.

Te convido a refletir sobre isso, visualizar quem você deseja ser quando envelhecer. O que você deseja estar fazendo, quais as conquistas que farão parte da sua lista, quais atividades estará realizando e como estará aproveitando a fase.

Claro que esse planejamento pode mudar com os anos, mas, que estrada pegar se não soubermos para onde estamos indo, não é mesmo?

Mais que estratégico, esse planejamento deve ser orgânico. Um planejamento orgânico é aquele que considera as consequências que nossas escolhas causam nas pessoas que amamos e que são importantes para nós.

Assim como desejar uma vaga de emprego em outro país sem considerar a falta que sentirão de você e o efeito que deixar a sua mãe triste te causa, planejar a sua velhice sem considerar os sentimentos das pessoas a seu redor também pode ser prejudicial.

Ao descobrir quem você quer ser quando envelhecer, alinhando com a consideração dos efeitos que essas escolhas causam ao externo, você estará apta a traçar um plano com grandes chances de realização.

Lembre-se de tirar um tempo específico para essa projeção e, depois de criar seu mapa do futuro, voltar para o momento presente para entrar em ação. A vida acontece no agora e se manter projetada, só acarreta ansiedade.

Ouse sonhar grande. Além de dar o mesmo trabalho que sonhar pequeno, desafios baixos nunca motivam o suficiente para nos tirar da zona de conforto.

Que você seja uma realizadora até o último dia da sua vida!

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Autoconhecimento salva

E não só aqueles que têm depressão, ansiedade, burnout ou qualquer outra doença emocional atestada.

O autoconhecimento salva:

Quem quer se relacionar melhor com as pessoas;

Quem quer ser autoconfiante;

Quem quer se descobrir profissionalmente;

Quem quer fazer escolhas mais assertivas;

Quem quer ganhar dinheiro;

Quem quer guardar dinheiro; 

Quem quer emagrecer; 

Quem quer gerir melhor o seu tempo;

Quem quer criar melhor os filhos;

Quem quer iniciar um projeto empacado;

Quem quer ser um melhor profissional;

Quem quer gerenciar melhor as emoções e os impulsos…

Essas e outras pessoas podem ser salvas pelo autoconhecimento, uma vez que não existe mudança sem ponto de partida e o ponto de partida da sua vida é você.

Você descobrir quem você é, como você está para então planejar o caminho que te leva aonde você quer chegar.

Se não estiver aberto para buscar ajuda profissional para desenvolver o autoconhecimento, a descoberta de si mesmo, leia livros de autoajuda e desenvolvimento pessoal, assista vídeos sobre o tema, mas faça.

Gosto de dizer que adquirir autoconhecimento é como comprar uma caixa de ferramentas da vida, quanto mais você aprende sobre a caixa, melhor usa as ferramentas.

A caixa você já tem, mas será que conhece bem e sabe usar todas as ferramentas que tem dentro dela?

Descubra-se (salve-se)!

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Meu bebê nasceu prematuro e vai receber alta. O que preciso saber?

O momento da alta de um bebê prematuro é acompanhado de sentimentos muito intensos e diversos por parte dos pais e familiares. Alegria, alívio, ansiedade, medo, cansaço são emoções frequentes para os pais dos bebês prematuros muito pequenos, que podem ter ficado internados por um tempo muito longo, 3 a 4 meses, ou até mais. É também um momento de muitas dúvidas.

A proximidade e o vínculo entre a família e a equipe cuidadora (neonatologistas, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, e outros profissionais), construídos no dia a dia, facilita a programação da alta, que começa a ser organizada com bastante antecedência.

São muitos os critérios para a alta de um prematuro, e uma família segura e preparada para levar seu bebê para casa é um deles, sendo tão importante quanto alcançar um peso mínimo seguro, por exemplo.

É muito interessante o que acontece com as famílias no decorrer da internação: elas vão, gradualmente, aprendendo a entender a complexidade dos cuidados de uma UTI Neonatal, recebem notícias boas, notícias ruins e continuam caminhando com a equipe. Dessa forma, seguem mais confiantes diante de tantos acontecimentos durante toda a internação. Até que chega o momento em que já participam dos cuidados de seus bebês, recebendo treinamentos diários pela equipe cuidadora, tudo já fazendo parte do preparo para a alta hospitalar.

Com a compreensão de que há critérios muito claros para a alta segura, os pais e toda família aprendem e entendem que todo o cuidado precisa continuar após a alta, e sua importância nesse processo, juntamente com a equipe de profissionais.

Estamos, então, no momento do Seguimento do Prematuro, que acontecerá nos consultórios ou ambulatórios de Pediatria, sob os cuidados do pediatra/neonatologista capacitado para este cuidado tão específico, que requer, obrigatoriamente, protocolos de acompanhamento, equipes multiprofissionais, exames laboratoriais e/ou de imagem.

Os bebês que nascem prematuros, especialmente os menores que 35 semanas e aqueles com peso inferior a 2500g, irão precisar de seguimento com atenção no seu crescimento e desenvolvimento; no calendário de vacinação. Já os menores que 1500g e/ ou <32 semanas precisarão ainda de avaliação especializada como:

– Oftalmologista infantil, para acompanhamento do desenvolvimento da visão, mesmo para os bebês que não tiveram a retinopatia da prematuridade como complicação;

– Fisioterapeuta e/ou terapeuta ocupacional, para ajudar nos marcos do desenvolvimento e atuar nos atrasos quando presentes;

– Fonoaudiólogo especialista em audição e linguagem para acompanhar o desenvolvimento da fala, intervindo se for o caso;

– Psicólogo, para o cuidado às famílias, bem como para realizar avaliações específicas do neurodesenvolvimento.

Outros especialistas poderão ser necessários dependendo das complicações que o bebê apresentou durante a internação.

Então, a nossa resposta para a pergunta que abre esse texto é:

“É fundamental que a família saiba que o acompanhamento do seu bebê pós alta é tão importante quanto foi a sua internação na UTI e que esse seguimento rigoroso, com pediatra capacitado e tantos outros profissionais, poderá fazer toda a diferença na qualidade de vida do seu bebê”.  

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Esse texto foi escrito pela Dra. Juliana Bottino Navarro, pediatra e membro do Departamento Científico da Sociedade de Pediatria de São Paulo

Quem você seria sem os seus problemas?

Verdade seja dita, somos bem criativos quando o assunto é problema. Tanto na hora de criá-los, como para resolvê-los.

Já dizia Murilo Gun, criatividade é a arte de resolver problemas e que problema é tudo aquilo que precisamos para criar algo.

Parece complexo, mas não é!

Tudo que exige uma resolução é um problema, até mesmo eleger o cardápio do almoço.

Pense na sua vida sem os seus problemas, normal que o primeiro pensamento seja algo relacionado a uma vida perfeita.

E se eu te dissesse que você seria incapaz de viver sem eles, que não deixaria de criá-los?

É isso mesmo!

Nós precisamos dos problemas que criamos todos os dias para crescer, para conviver, para tornar mais divertida essa nossa aventura que é viver.

Te convido, a partir desse texto, a começar a enxergar seus problemas com mais carinho e escolher de maneira consciente por quanto tempo os quer na sua vida, ou seja, quando você vai resolver ou deixar de enxergar como um problema, se for taxado como irremediável.

O clichê “o que não tem remédio, remediado está” cai como uma luva aqui.

Se tem algum problema na sua vida que você não vê jeito para resolver, porque ele ainda é um problema para você?

Não seja masoquista e se obrigue a sofrer por isso, aprenda a conviver com aquilo que não vai mudar e comece a enxergar com outros olhos.

Quando estiver pronta para aceitar que é você mesmo quem cria os seus problemas, irá desfrutar de uma vida mais leve.

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Beleza: resenha do secador Marula da Gama

Semana passada compartilhei no meu IG (@fabiolamininel) minha nova aquisição: um secador da Gama. Estava procurando um modelo bom, que fosse potente e me permitisse secar o cabelo mais rapidamente, já que o meu era antigo e estava me tomando muito tempo nessa tarefa tão simples.

Escolhi o modelo Marula, da Gama. O principal diferencial dele é que é auto bivolt, ou seja, ele se adapta automaticamente à tensão do local onde você está (ótimo para viagens, geralmente os hotéis oferecem, mas nem sempre são bons, e em muitas cidades e outros países a tensão é 220V). Depois, a potência. Dentre os modelos que eu vi, esse era o mais forte, com 2400W.

Sua descrição também diz que ele emite íons e óleo de marula, que é antioxidante e protege de danos os cabelos naturais e com química. Possui seis combinações de temperatura e duas velocidades, além de ar frio e cabo de seis metros.

O que eu achei

Estou usando na tomada 110V e o resultado já foi incrível. Sei que no 220V é ainda mais forte.

O jato de ar é bem forte e quente, mas não a ponto de queimar. Eu consigo secar meu cabelo todo em apenas 10 minutos. Eu demorava quase meia hora com meu secador antigo. Também não sei se é impressão, mas estava achando meu cabelo meio opaco, e agora parece que ele está com mais brilho e mais macio.

O meu objetivo principal era reduzir o tempo de secagem e ele foi atingido com sucesso, mesmo tendo muito cabelo (muito mesmo). O resultado macio e com brilho é bônus e eu já amei.

O preço dele é um pouco mais alto em comparação a modelos similares em potência, mas que não são bivolt. Paguei 399, mas achei que valeu super o investimento.

Teatro: Mãe fora da caixa

A atriz Miá Melo estrela esse monólogo baseado no livro homônimo da escritora Thaís Vilarinho (que também tem o insta @maeforadacaixa) e que trata desse assunto tão amplo e que traz emoções das mais variadas: a maternidade.

O enredo da peça gira em torno da mãe de uma menina de 7 anos que se vê frente a frente com um teste de gravidez, prestes a descobrir se terá outro filho. Nesse meio tempo, ela relembra toda jornada até ali: o bebê recém-nascido, as noites em claro, as primeiras palavrinhas e o desabrochar do amor incondicional.

É impossível não se identificar com, ao menos, uma das situações descritas. Posso falar por mim, que me enxerguei em quase todas. Algumas um pouco levadas ao extremo do extremo (na minha percepção), podendo assustar um pouco quem ainda não é mãe ou pai, mas não por isso menos engraçado ou totalmente fora da realidade.

Miá interage muitas vezes com o público ao longo da peça. Havia mães, pais e “não-mães e não-pais” e todos se envolveram e se emocionaram, riram e choraram. Em alguns momentos achei que a história dela se misturava à da personagem, tamanha troca dela com o público, dividindo também situações pessoais de seu maternar.

São abordados temas como puerpério, ainda pouco falado, mas tão importante da vida das recém-mães; o construção do amor incondicional (já falei sobre o tema aqui); os pitacos e palpites disfarçados de “dicas” que todo mundo adora dar para as mães; a culpa; os julgamentos; a loucura dos primeiros meses com um recém-nascido…

E para finalizar de maneira especial, essa foi a primeira sessão após a pausa do teatro por conta da pandemia de coronavírus. Miá ficou muito emocionada, contagiando o público que também estava ali se adaptando a essa nova forma de curtir o entretenimento. Mas de maneira segura e responsável.

Não vejo motivos para não assistir a essa peça que fica em cartaz até dia 22/11, no Teatro das Artes, dentro do Shopping Eldorado. Sessões às sextas, 21h, e sábados e domingos, às 17h30.

Livro: Síndrome da impostora

Esse livro escrito pela Rafa Brites, apresentadora, escritora e facilitadora de jornadas, fala sobre aquele sentimento que acredito ser comum em todas nós – ou pelo menos, a maioria: a sensação de vergonha, embaraço e paralisação que nos faz duvidar de nós mesmas o tempo todo.

A síndrome da impostora, acredite, acomete muito mais gente do que você imagina. Muitas delas, mulheres notáveis e com grandes feitos para a sociedade e para o mundo. Mas, por algum motivo, elas não se acham boas o suficientes e acreditam que, em algum momento, “suas máscaras vão cair”.

Dedicada a ajudar pessoas no que ela chama de revolução pessoal, Rafa compartilha nesse livro situações que nos trazem esses sentimentos e nos convida a fazer uma viagem interna para tirarmos a síndrome da impostora da nossa vida.

Digo para dentro porque, além de as respostas estarem todas dentro de nós, é importante também saber que enquanto estivermos procurando aprovação externa, nunca seremos boas o suficiente. Se nossa medição for sempre pela régua alheia, o resultado nunca vai ser bom, afinal, o outro é diferente da gente.

E aproveito para tocar num ponto que sempre venho falando aqui e no meu Instagram @fabiolamininel (se ainda não segue, é só clicar para seguir): a importância do autoconhecimento. Quanto mais nos conhecemos, entendemos nossos sentimentos e vulnerabilidades, melhor podemos lidar com situações como a síndrome da impostora.

“…antes mesmo de nos apresentar ao mundo, temos que saber quem somos. O caminho do autoconhecimento é o capítulo inicial de toda mudança.”

Esses e muitos outros insights preciosos são compartilhamos nesse livro com o qual eu não poderia me identificar mais. Acredito que todo mundo vai se reconhecer em pelo menos um dos exemplos citados. Leitura valiosa para quem sofre da síndrome da impostora, para quem busca o autoconhecimento e para todas as outras pessoas, especialmente as mulheres. Indico muito!

“A ideia é que, quanto mais nos amamos, mais aceitamos nossas vulnerabilidades.”

Quando a palavra te custa a felicidade

Já se viu apegada em alguma opinião que tem te custado a sua felicidade, pelo fato de achar que opiniões são intransponíveis?

É muito comum a crença de que mudar de opinião é sinônimo de fraqueza ou dualidade.

Já pude ouvir frases como: “quem muda de opinião, não tem opinião”.

Para quem está trilhando a Jornada do Autoconhecimento isso é reconhecido como crença limitante, já que dependendo do momento em que você está vivendo e fase de evolução que está experimentando, é super normal que perceba que algumas opiniões não fazem mais sentido e nem são coerentes com a sua realidade atual e com a pessoa que é ou está se tornando.

Outra coisa bem comum é descobrir que muitas opiniões que carregamos são baseadas em experiências de terceiros. Isso mesmo, acreditamos em muitas coisas porque alguém nos disse que é e nem sequer experimentamos ou questionamos.

O texto de hoje te entrega a liberdade de mudar de opinião, principalmente quando ela estiver te custando a felicidade.

Pare de se cobrar ou de fazer coisas, só porque um dia você disse que tinha que ser assim ou, porque acha que as pessoas esperam que você faça, quando quem você é hoje já não vê mais sentido em ser assim.

Faça diferente e pronto.

Manifeste diferente e pronto.

A primeira coerência que te leva a ser feliz é de fazer aquilo que te faz bem, que está alinhado com os seus valores, que te orgulha.

Não tenha medo de mudar, não se preocupe com a reação das outras pessoas. Quando a mudança é para o bem, não tem como dar errado.

Se as pessoas são capazes de se acostumar com o que é ruim, imagina com o que é bom?

Se livre do peso de ser quem um dia você disse que era, porque você vai mudar muito ainda e crescer. É para isso que estamos aqui, para evoluir.

Exercício de hoje: mude uma opinião que não está fazendo o menor sentido com quem você quer ser.

Boa liberdade!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Sobre se perder e se encontrar na maternidade

Senti que a maternidade nos rouba um pouco de nós mesmas. Com a chegada do filho, deixamos um pouco de lado quem costumávamos ser para abrir espaço a uma nova pessoa, uma mãe que nasceu.

Ainda que se tenha uma super rede de apoio, é atrás da mãe que a criança vai no banheiro, naqueles (supostos) únicos momentinhos de paz, é a mãe que leva a criança junto em todos os compromissos quando não tem com deixar e é a mãe que normalmente passa a maior parte do tempo cuidando, brincando e amparando.

No meio dessa rotina, em dias mais intensos em que passo o tempo todinho com meu filho, tem hora que pareço não escutar meus próprios pensamentos, tamanha energia e atenção demandadas.

Outro dia dei uma saidinha rápida enquanto ele estava na escola: fui até o laboratório tirar sangue (programão). Entrei no carro, liguei o som alto, sentindo o vento no rosto, fui pensando na vida, nos meus sentimentos… E me dei conta: essa sou eu novamente. Curtindo um momentinho que seja da individualidade que eu tanto prezo.

A maternidade tem dessas coisas. Mas à vezes é bom voltar a enxergar algo que tínhamos, era tão comum e que talvez não tenhamos dado a devida importância. Para, então, agora perceber o privilégio que é viver esse momento, ainda que só por alguns instantes e se sentir grata por isso…

Aprenda a honrar sua história

Recentemente ouvi sobre como precisamos criar histórias sobre nós mesmos. Refleti sobre essa fala e, de fato, percebi que isso é uma verdade para mim.

Na jornada do autoconhecimento somos lembrados, constantemente, de acessar e honrar nossas experiências passadas, nossos ancestrais, tudo aquilo que nos trouxe até aqui.

Honrar não se confunde com carregar e nem repetir padrões, mas sim de acolher e amar tudo o que já fomos um dia.

E qual a melhor maneira de fazer isso e alinhar todas essas nossas fases, se não contanto uma boa história sobre nós?

Penso que todos nós daríamos um ótimo livro, afinal de contas quem não teve um drama, uma história bem triste para contar? Ou então um dia bem engraçado, cheio de bons momentos para narrar? Um amor que se foi, um bom amigo que fez, uma arte que aprontou?

É preciso que aceitemos que todas as situações da nossa vida, boas e ruins, são responsáveis pelo que somos agora, unidas a fatores natos de personalidade, dons e, para quem acredita, signo, posição planetária no dia do nascimento e propósito de vida.

Quem já acompanha meus conteúdos, conhece a escrita terapêutica. É uma ferramenta leve e muito eficiente para o desenvolvimento pessoal e gerenciamento das emoções.

Vou deixar como exercício uma escrita terapêutica sobre a sua história. Separe um caderno ou algumas folhas para contar um pouco de você para a pessoa mais importante da sua vida, você mesma!

Não se cobre em lembrar desde os primeiros anos de vida, comece de onde sentir vontade. Se não quiser narrar por fases, narre por histórias específicas. O objetivo aqui é que você acesse suas memórias e honre cada uma delas, reconheça como elas te fizeram crescer e te marcaram, de forma positiva ou negativa, não importa.

Lembre-se que todos nós podemos escrever comédia e drama, baseados em nossa própria vida. A maneira como você escolhe enxergar e contar é que faz a diferença.

Faça quantas vezes quiser esse exercício, quanto mais em contato com a sua história, maior será a sua consciência em relação as suas fortalezas, pontos de melhoria, aprendizados e fatos que se repetem, por falta deles.

Saiba que eu honro e admiro a sua história.

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.