Quem você não é?

Don Miguel Ruiz afirma, em seu livro As três Perguntas, que a maneira mais fácil de descobrir quem você é, é descobrindo quem você não é.

E essa pesquisa deve ser mais sincera e detalhada possível.

“Quem somos nós?”

Essa é uma pergunta banalizada, levando em conta que todos temos uma gama de informações prontas para essa resposta. Informações que não passam da superfície, que tem mais cara de roteiro feito para agradar público de todos os gostos.

Isso tem a ver com o mecanicismo da padronização que o inconsciente coletivo traz e com a nossa necessidade de aceitação social e sensação de pertencimento, mas isso é papo para outro dia.

Vamos focar em quem nós não somos, nas qualidades que nós não temos, nos defeitos que nós não temos, nas habilidades que nós não temos, nas fraquezas que nós não temos e por aí vai.

Sem julgamento, trabalhe apenas com fatos.

Se você não puder ser totalmente sincera consigo mesma, não poderá ser com mais ninguém. Acredite nisso!

Se tem dificuldade em falar disso, em identificar seus pontos de melhoria, provavelmente tem dificuldade em aceitar feedbacks e até críticas construtivas.

Dê a devida atenção a isso, pois é daí que vem as pistas para a nossa evolução.

Escolha um dia e um horário em que você possa se concentrar nessa expedição rumo a você mesma, pegue seu caderno de jornada e responda com muita sinceridade e detalhe:

QUEM EU NÃO SOU?

Leia com muito amor e aceitação o que escreveu e aproveite os insights. Numa próxima oportunidade falamos de quem somos.

Boa semana, luz e sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Educação emocional – a nossa responsabilidade por um mundo melhor

A pandemia deixou claro que educação não é responsabilidade exclusiva do ambiente escolar.

Pudemos sentir na pele a dificuldade de ensinar, nos sensibilizar e valorizar ainda mais os profissionais que passam a maior parte do dia com filhos de lares e culturas diversas.

Eu, particularmente, achei essa parte uma ótima oportunidade de exercitar ou desenvolver a tão falada empatia.

Aplico treinamentos em ambientes escolares e sempre procuro despertar ou reascender nos professores a responsabilidade e privilégio de fazer parte diretamente da criação da nova sociedade.

Assim como eles, também somos responsáveis por esse novo mundo, afinal nossas crianças de hoje serão os adultos de amanhã.

A pergunta não deve ser mais aquela de que mundo você quer deixar para os seus filhos, mas sim: Que filhos você tem preparado para o mundo?

As duas últimas gerações não possuem preparo emocional suficiente para lidar com as necessidades desse novo momento. Claro, que passamos tempo desenvolvendo tantas outras competências consideradas mais importantes, mas inteligência emocional não foi uma delas.

Hoje, mais do que nunca é necessário o desenvolvimento da inteligência emocional. O despertar para a humanização, a nossa reintegração com a natureza e recursos ambientais e, a melhoria nas relações entre a sociedade nunca esteve tão em evidência.

Nós temos responsabilidade na geração dessa nova sociedade e o nosso papel quanto pais e cuidadores é ensinar, através do exemplo, nossos filhos a terem inteligência emocional e todas as habilidades que a compõe, não só para serem adultos bem-sucedidos em todas áreas, mas como adultos capazes de conduzir um novo modelo de sociedade.

Adultos melhores, criam crianças melhores.

Boa semana, responsabilidade, luz e sucesso.


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @lidersesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Beleza: o que achei dos produtos GE Beauty

Imagem Instagram Camila Coutinho

Olá! Hoje vim trazer minha opinião sobre uma marca novinha que acabou de chegar ao mercado de beleza: a GE Beauty, idealizada pela power Camila Coutinho, influencer de moda pioneira, comunicadora e empresária.

Cheia de visão, faz tudo muito bem feito, e dessa vez não foi diferente. No último dia 03 ela fez um evento on-line para apresentar a marca: uma live em parceria com a Americanas.com, onde o público podia os comprar os produtos na hora.

A linha é composta de shampoo, condicionador, leave-in e quatro boosters (antioxidante, definição, fortificante e hidratante). Eles são para todos os tipos de cabelos. Os boosters podem ser misturados com qualquer uma das etapas de lavagem para turbinar o efeito desejado.

Seguindo uma tendência de mercado e exigência cada vez maior das consumidoras, os ingredientes são veganos, cruelty free (ou seja, não testados em animais), sem silicone, parabenos, sulfatos, nem corantes.

Eu comprei shampoo, condicionador e o booster de definição. Usei primeiro só o shampoo e condicionador e já amei de cara. Meu cabelo ficou limpo, macio e com um brilho que há muito tempo não via. Usei o shampoo duas vezes, depois condicionador por três minutinhos para o efeito de máscara e voilà!

No outro dia, misturei o booster no condicionador. Como eu escolhi o de definição, aproveitei para fazer babyliss para sentir o efeito. Ele dá uma boa definida e já ajuda a segurar o cabelo mesmo antes de passar o spray fixador. No meu caso ajudou porque meu cabelo é super fino e o babyliss logo cai.

Sobre os preços, que eu sei que todo mundo fica curiosa: shampoo, 55,90; condicionador, 57,90 e os boosters 49,90. Os produtos podem ser comprados no site próprio da marca: gebeauty.com.br e são entregues no Brasil todo.

Positividade tóxica

Recentemente essa expressão tem aparecido nas redes sociais e em conversas com amigos. Positividade tóxica é o excesso de positividade e boas energias que as pessoas vêm espalhando pelo mundo – real e virtual – ultimamente.

Dizem que ela exige que sejamos felizes e perfeitos o tempo todo nos tornando reféns. Discordo. A positividade, pra mim, é a capacidade que temos de enxergar o lado bom de cada situação, por pior que seja. É a maneira que encontramos para lidar com as adversidades.

Óbvio que não estamos bem e super alegres todos os dias e isso faz parte dos altos e baixos da vida – ou então ela seria sem graça demais. Mas ficamos bem e aprendemos a lidar melhor com situações desagradáveis por causa de / apesar desses dias ruins.

Hoje mesmo li uma frase: “Sem chuva nada cresce. Aprenda a abraçar as tempestades em sua vida.” Positividade pra mim é isso. Entender que não há perfeição, que existem dias cinzas e muita imperfeição por trás do filtro e do feed bonito do Instagram. Mas há beleza mesmo assim ou até por causa disso.

Ser positivo não é eliminar todo o resto e fechar os olhos para os problemas. Mas sim focar mais no positivo. É cientificamente comprovado que buscar o positivo traz vantagens tangíveis e não deve ser visto como otimismo infundado.

É encontrar oportunidades nas adversidades, mesmo quando tudo parece mostrar o contrário. E tudo bem não estar todo dia super feliz. A vulnerabilidade é o que nos torna mais humanos. Mas num mundo em que as notícias diárias já não são as melhores, eu prefiro enxergar com minhas lentes da positividade e pensar que não está tão bom, mas vai ficar melhor. E não acredito que uma visão assim possa intoxicar. E você, com qual lente quer enxergar?

Loja da Carter’s chega ao Brasil

A marca americana Carter’s é queridinha entre as mães brasileiras. A maioria das grávidas que vão aos EUA fazer enxoval incluem itens da marca na bagagem.

Ela não é unanimidade, já vi mães que não gostam muito. Mas posso falar pela minha experiência. Comprei várias peças no enxoval do Otto que consegui usar por muito tempo. Muito mesmo.

Os bodies têm uma modelagem muito boa e os tecidos são de qualidade. Além dos desenhos e estampas que são discretos, já que não gosto de nada muito estampado, colorido, chamativo. Bodies brancos são itens tem que ter.

A loja recém-inaugurada no Shopping Ibirapuera, em São Paulo, tem bastante variedade de modelos, os clássicos conjuntos de bodies brancos e conjuntos de calça + body também estão presentes. Há toalhas, roupões, mochilas. Não deixa muito a desejar em variedade.

Sobre os preços. Os conjuntos com quatro bodies brancos custam R$ 149,90. Calça jeans e conjunto de calça e blusa de moletom R$ 149,90. Camiseta manga longa R$ 89,90. São só alguns exemplos para ter ideia.

No início do ano estive nos EUA e comprei algumas peças para o Otto. Uma delas inclusive está disponível na loja em SP então dá para ter efeito de comparação. Mesmo com o dólar batendo os R$ 5 na época, os preços ainda eram bem convidativos e não chegavam nem perto dos preços que vi na loja daqui.

Comprei uma camiseta manga longa por USD 7 (algo em torno de 35 reais incluindo as taxas); a mesma camiseta aqui custa R$ 89,90.

Entendo que a importação, impostos, manter a loja num grande shopping de São Paulo, tudo isso tem um custo. E achei incrível poder contar com uma loja da marca agora aqui pertinho.

Mães, vocês gostam da Carter’s ou não? Já conhecem a nova loja?

O melhor professor de criatividade que você pode ter é seu filho

É comprovado que uma das principais competências do futuro é a criatividade. Já existem profissionais aplicando cursos para que os adultos se redescubram criativos.

Muito maluco isso, já que precisamos da criatividade desde sempre e, principalmente quando adultos, para enfrentar as adversidades.

Meu mestre em criatividade, Murilo Gun, diz que a criatividade é a arte de resolver problemas. Concordo, já que a neurociência explica que somos nós quem os cria.

Peraí! Você está dizendo que eu inventei esse problema que estou enfrentando hoje?

Inventou não, mas classificou no seu sistema mental como um problema, ou seja, você enxergou ele como problema.

Normalmente chamamos de problema as situações em que não temos capacidade e conhecimento imediato para lidar.

Perceba como o conceito de problema é simples.

Daí surge a necessidade de sermos criativos e buscar dentro do nosso repertório de conhecimento, experiências e até meio social possibilidade de resolver.

Outra ferramenta muito eficiente para que a sua criatividade seja ativada é observar e aprender com os pequenos em casa. A criança é expert em criatividade, passe um tempo dedicada a observar uma criança brincando e perceba o poder de criação e visualização que ela tem.

Como ela faz de um tapete uma piscina, um armário uma cabana, como seus bonecos podem voar. E, perceba também, como eles buscam dentro do seu mini repertório formas de solucionar seus problemas.

Inspire-se nas crianças, aprenda com elas a arte de combinar informações e criar algo totalmente novo. Esse é o verdadeiro conceito de inovação.

Boa semana, luz e sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Moda: regata canelada + calça slouchy

Anote aí uma tendência que vamos ver muito nesse verão: regata canelada com slouchy pants ou calça slouchy.

O que é calça slouchy? Tem a cintura alta, pence logo abaixo do cós, é mais larga no quadril e coxas afunilando e ficando mais estreita no tornozelo.

A regata canelada vem em tecido modal ou malha canelada com a modelagem bem ajustada ao corpo, deixando o look básico e chique.

É aquele look sem erro, sabe? Para trabalhar, para resolver coisas do dia a dia e até para jantar fora, basta trocar calçado e acessórios.

Trouxe aqui algumas maneiras de usar:

Espero que gostem! Deixem seus comentários!

Dica de série: Trump, um sonho americano

Recentemente assisti a esse documentário sobre a vida de Donald Trump, presidente americano, após ouvir uma recomendação e ficar curiosa sobre a história. Não quero e nem tenho embasamento para falar sobre política, mas o que me chamou atenção aqui foi a história de vida dele.

O documentário disponível na Netflix é dividido em quatro capítulos de mais ou menos uma hora cada. Ele mostra como Trump, filho de um empreiteiro que fez a vida construindo prédios populares em Nova York trilhou seu caminho e chegou à presidência da economia mais importante do mundo.

Desde jovem ele se interessou pelos negócios do pai e seguiu o mesmo caminho, mas sempre buscando superar as conquistas do pai. Tudo dele é superlativo: o maior hotel, o maior edifício, o maior cassino, enfim.

Se mostrou obstinado desde cedo, sempre acreditando nas próprias ideias por mais malucas que elas parecessem. Teve alguns tropeços financeiros no meio do caminho. Flertou com a presidência outras três vezes antes de se candidatar de fato. E chegou a afirmar: “Só vou me candidatar quando eu tiver certeza que vou vencer”.

É polêmico na mesma proporção em que gosta de estar em evidência: se casou três vezes com festas cheias de ostentação, clichês e uma dose de cafonice. A primeira separação foi um escândalo de traição que repercutiu fortemente nos jornais de todo o país.

Gosto de assistir/ler biografias e saber um pouco mais da história de figuras assim. Não sabia quase nada da vida do Trump. E independentemente de ser favorável a ele ou não, é preciso reconhecer o autocontrole e a capacidade de projetar um sonho e conseguir alcançá-lo. Obstinação, fé (e não falo em religião, mas sim de acreditar que é possível, que se pode chegar lá, e de fato chegar) e um planejamento minucioso de cada passo.

E como ninguém é unanimidade, há depoimentos de antigos funcionários, amigos e pessoas próximas. E as opiniões são variadas: uns gostam, outros não. Como em tudo na vida.

O documentário vem à tona bem no momento em que ele deu início à corrida presidencial para tentar sua reeleição. Vamos ver o que esse capítulo da história mundial nos reserva.

Você escuta seu filho com atenção?

Puxando o gancho da coluna da @liderdesi.de dessa semana (se você ainda não, corre lá pra conferir; você pode ler aqui) e de algumas leituras que tenho feito, fiquei pensando nisso.

Quantas vezes estamos de corpo presente com nossos filhos, mas com a cabeça longe, olhando o celular, pensando no trabalho, nas tarefas de casa por fazer ou em qualquer outro assunto que não seja… os filhos.

Para manter a conexão com as crianças (já falei sobre isso aqui e aqui) e estar emocionalmente presente, é preciso estar ali de fato. Olhar nos olhos, prestar atenção, escutar atentamente. Esses pequenos momentos que podem parecer sem importância, fazem muita diferença na formação dos nossos filhos. E a lembrança de pais emocionalmente ausentes pode marcar de maneira irreparável a vida adulta.

As crianças, assim como os adultos, gostam de sentir ouvidas e amadas. Por isso, faço esse convite a você hoje: olhe nos olhos do seu filho e escute com atenção o que ele tem a dizer. Todos vão sair ganhando.

Vamos refletir juntos e trocar ideias. Deixe aqui seu comentário!

Seja inteira!

Você não precisa ser completa. Se livre de uma vez por todas desse compromisso.

Um dos maiores causadores de stress, principalmente nas mamães, é a ideia que existe no subconsciente coletivo que devemos dar conta de tudo sempre.

Já reparou como o ser humano tem a natureza do descontentamento?

Estamos vivendo e até usufruindo do que um dia já foi um desejo, mas sempre buscando mais e ser mais. Claro que esse descontentamento, quando moderado, é essencial para que continuemos evoluindo, mas ele mal dosado traz sensação de impotência e improdutividade.

Penso que só damos conta de tudo, quando esse tudo foi planejado dentro das nossas possibilidades reais. Se de fato fizemos uma autoavaliação correta de nossas habilidades, tempo e necessidades e essas se alinharam perfeitamente.

E o que eu vejo são pessoas querendo fazer mais do que é possível, ser completas e muito raramente sendo inteiras. Entregando tudo o que tem para aquele momento e descobrindo o que ainda não tem para então aprender.

Tudo bem não saber tudo, não ser boa em tudo, se eu for inteira no que estou fazendo e sendo.

Ser inteira também exige autoconhecimento.

É preciso clareza para enxergar até onde podemos ir e o que precisamos para ir além.

Quero te deixar uma reflexão: Você está buscando ser completa ou entregando o melhor que você é hoje em tudo que faz?

Livre-se desse compromisso de ser completa e seja inteira em cada um dos papéis que você assume (mãe, esposa, amiga, filha, profissional).

Eu garanto muito mais êxito e leveza!

Boa semana, luz e sucesso.


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Moda: muscle tee como usar

Mesmo que você não seja tão ligada em moda, certamente já deve ter visto esse modelo de t-shirt. Essa tendência veio com tudo em 2020 e promete ficar por um bom tempo ainda.

A muscle tee (camiseta que mostra os músculos) veio do universo fitness, daqueles modelos masculinos que os homens usam dobrando nos ombros para mostrar – os músculos!

Agora ela vem com ombros estruturados bem marcados (outra tendência forte), algumas com uma cava mais profunda, nos permitindo abusar dos truques de styling com um top de renda por baixo para arrematar o look.

As cores são variadas e tem também estampada e em animal print. Use com jeans, calça alfaiataria e saia. Sempre por dentro com peça de baixo mais sequinha, já que ela é um pouco solta e volumosa em cima por conta dos ombros. Vale também dar um nózinho!

Dá uma olhada nessas inspirações:

E então, o que achou? Eu adoro. Acho básica e com informação de moda ao mesmo tempo.

Deixe seu comentário me dizendo se gostou!

A relação entre autoconhecimento e criação de filhos

O autoconhecimento tem sido um tema frequente na vida já há algum tempo. E, dia desses, parei para pensar e pude notar que se intensificou ainda mais depois do nascimento do Otto.

Eu sou aquela pessoa das teorias e dos livros. Gosto de me pautar em quem entende mais do que eu para tomar minhas decisões e poder medir o que funciona pra mim e o que não.

Depois que Otto nasceu eu tinha a preocupação de cuidar dele da melhor maneira e entender como funciona o universo dos bebês. Mas além disso, passei a ter uma preocupação de como cuidar de mim para poder ser uma boa mãe e cuidar bem dele.

E é aí que entra o autoconhecimento. Sabe aquela frase “para ver a mudança no mundo, seja você a mudança primeiro”? Ela se aplica perfeitamente para os filhos também. A gente precisa estar bem e refletir isso para poder cuidar bem.

A mudança vem de dentro pra fora. Reflete nas nossas atitudes e, consequentemente, no comportamento e atitude dos nossos filhos. E é incrível ver essa magia acontecendo. Estou só no início dessa caminhada, tenho muito a aprender ainda, mas já colho frutos.

Não sou perfeita, cometo falhas. Me sinto mal quando isso acontece. Mas consigo enxergar a situação sob outro ângulo e saber onde errei para poder melhorar depois. Isso é autoconhecimento também.

Apesar de muitas pessoas torcerem o nariz para esse assunto, ele é fundamental para todas as áreas da vida: no trabalho, nas relações interpessoais, na construção da sua marca pessoal – todos nós temos uma- e, claro, na criação dos filhos. Quanto antes as pessoas se derem conta disso, melhor será para elas e para o mundo. Quem também está nessa jornada?

Dica de série: Sunset – Milha de Ouro

A dica de hoje não é uma série super profunda, com conceitos complexos e que façam a gente pensar. É justamente o oposto: uma série para não pensar em nada, só relaxar e entreter. A bola da vez é Sunset – Milha de Ouro, disponível na Netflix.

Já estava de olho nela, mas ainda não tinha tido oportunidade de começar a assistir. Esse fim de semana estava de bobeira e já devorei quase todos os episódios! Rs A série mostra a vida de mulheres que trabalham como corretoras de imóveis em uma imobiliária de altíssimo luxo em Los Angeles, nos EUA (os valores das casas são astronômicos, chegando a 50 milhões de dólares!).

Aqui dá pra sentir um pouco do clima da série

As protagonistas são lindas, vestidas de grifes caras da cabeça aos pés, andam em carrões – uma delas é casada com o astro da série This is Us e mostram parte de sua vida e do trabalho na correta. Com uma pegada à la Kardashians, elas vivem dramas pessoais e intrigas entre elas mesmas.

O que chama atenção, na minha opinião, é poder ver e me deliciar com casas lindas, bem decoradas que mais parecem cenários de filmes, mas que são moradia da nata de LA. Como fashionista assumida, é quase como assistir a um desfile de moda com tantas marcas incríveis como Balenciaga, Chanel, Valentinho e Louis Vuitton em looks que vão do “normalzinho” até o mais statement (chamativos e com muita informação de moda) com bolsas e sapatos incríveis. Além, é claro, das discussões entre elas (o que não falta em nenhum episódio) que dão aquela pitada de barraco que a gente adora! Rs

Mas não só de glamour e ostentação vive a série. Há também os dramas pessoais, como uma das protagonistas, Mary, que foi mãe solo aos 16 e deu duro para criar o filho sozinha; Amanza, que se separou com os filhos ainda pequenos e também batalha para conseguir cuidar e sustentar os dois; e ainda Maya, que é casada, mas seu marido vive em Miami, e, com um filho pequeno, se divide entre as duas cidades para dar conta da família e do trabalho.  

São três temporadas – a terceira recém-lançada em agosto – com episódios de mais ou menos 30 minutos que passam sem ver se você se entregar e se divertir com essas Barbies da vida real. Vale para relaxar a mente!

Você já assistiu? Me conta aqui nos comentários o que achou!