Comparativo de bases

Não vivo sem uma boa base e adoro conhecer e testar novas marcas. Recentemente, comprei duas marcas das quais conhecia outros produtos, mas ainda não tinha usado a base e achei um bom custo-benefício, por isso vim falar sobre elas aqui pra vocês.

BeYoung

É uma base tratamento, ou seja, enquanto você está maquiada, o produto age na pele com vitaminas, ações antioxidante e anti-aging. Tem textura aveludada e deixa efeito matte na pele. Adorei a embalagem e o aplicador (uma espátula que aplica bem o produto sem fazer sujeira nem lambuzar a mão). Tem boa cobertura, mas se quiser um efeito mais “pesado”, o ideal é ir construindo camadas. Não tem cheiro (o que é uma grande qualidade pra mim, tenho sérios problemas com cheiros rs) e tem boa durabilidade na pele.

Preço: 129,90 (sempre tem promo por 99)

Onde comprar: https://beyoung.com.br

AnaHickmann Beauty

Tem uma super cobertura. Basta uma camada para um efeito tipo “reboco” rs. Ela é de efeito matte, deixa a pele sequinha, mas achei que dá um glow bonito. O ponto negativo dela pra mim é um cheiro estranho, meio forte. Mas achei que ela cumpre bem o que promete e tem um precinho mara!

Preço: 69,90

Onde comprar: https://www.anahickmannbeauty.com.br

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Como sobreviver às birras?

Sei que não existe fórmula mágica e também não se cria filhos com dicas. Mas as birras são parte do dia a dia com crianças e é um assunto que toca os pais. Então reuni aqui algumas informações que podem ajudar a lidar com a dita cuja quando acontecer. Porque vai acontecer. Cedo ou tarde, em casa ou na rua. Então vamos juntas passar por ela.

Acalme-se

Primeiro de tudo, lembre-se que as crianças aprendem observando. Dê o exemplo. Você agirá de maneira mais assertiva quando estiver calma. Para e respire profundamente para conseguir lidar melhor com a situação.

Dê segurança

Leve seu filho a um local seguro (onde ele não se machuque) ou mais reservado (se estiver em público). Afaste-o de objetos que podem ser atirados ou machucar a criança. Tente não gritar nem dar sermão (neste momento, só será mais fogo na fogueira).

Não ceda

Quando você dá à criança o objeto desejado – o motivo da birra – você ensina que esta é uma boa ferramenta para conseguir o que quer. Fique firme e seja gentil até que a explosão se acalme.

Não leve para o lado pessoal

Mesmo que a birra aparente ser. Seu filho só não tem habilidade de controlar as emoções nem de se expressar de maneira eficiente.

E então, o que achou do conteúdo? Como eu disse, não existe fórmula mágica, mas se pararmos, observarmos a situação sob outra perspectiva, conseguimos lidar melhor com ela. Esse texto é baseado nos conceitos da disciplina positiva, que ensina a agir com firmeza e gentileza, sempre. Acredito que quando vamos por esse caminho, dá certo e nossa relação com as crianças flui muito melhor.

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O real poder do autoconhecimento

O mundo já mudou e quem ainda não percebeu, na certa está em estado de sofrimento e com a sensação de estar perdido.

Não existe velho e nem novo normal, cada vez menos existirão padrões. Melhor ainda, o significado de padrão será o mais subjetivo de todos, o seu “normal” será aquele que faz sentido para você, te faz melhor e te permite viver com leveza.

O autoconhecimento entra como elemento essencial para uma Era em busca de propósito, afinal de contas como viver o seu melhor sem se conhecer, não é mesmo?

Hoje existe uma gama de ferramentas que se complementam e geram autoconhecimento, tem para quem é racional e tem dificuldade de se entregar, tem para quem é cético, tem para gosta de se conectar com energias multidimensionais. Tem para acessar traumas do passado, tem para alinhar as energias familiares, tem para planejamento estratégico eficiente, para descobrir de fato onde você está e como chegar aonde deseja.

A verdade é que você só precisa buscar e se conscientizar que, assim como um personal trainer faz toda a diferença no seu treino físico, um profissional capacitado pode te ajudar, e muito, a lidar emocionalmente com a vida. Que é uma das maiores dificuldades da sociedade, há anos.

Não existe outro caminho para o sucesso material, realização profissional e bons relacionamentos que não comece de dentro para fora. Enquanto você não cuidar de si mesma, descobrir quem você é, curar feridas e se amar de verdade, o externo não responderá às suas expectativas, em outras palavras, nunca estará bom o suficiente. Você viverá uma vida de altos e baixos, sem sentido.

Escrevi uma série de exercícios de domínio pessoal para as próximas semanas, que irá te ajudar nesse processo e despertar a sua liderança pessoal.

Fique ligada e, por enquanto, vá se preparando para o mundo das infinitas possibilidades que se abre quando você aceita ajuda.

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Dez formas de praticar a disciplina positiva

Já falei aqui que estou lendo o livro Disciplina Positiva para crianças de 0 a 3 anos e estou apaixonada. É um conceito muito respeitoso e amoroso para usar na criação dos filhos. Nos ensina muito sobre eles, mas, principalmente, sobre nós mesmos. Cada vez mais tenho certeza de que criar filhos e autoconhecimento andam de mãos dadas. No livro as autoras apresentam dez ideias para que possamos colocar a disciplina positiva em prática e vou falar sobre elas aqui.

1 – Antes de corrigir, se conecte com seu filho

Já falamos aqui no blog sobre conexão com filhos. Você pode ler sobre o tema aqui e aqui. Antes de chamar atenção do seu filho, você pode criar conexão dizendo: “Eu te amo e a resposta é não” ou através da validação dos sentimentos dele: “Eu sei que você não quer parar de brincar, mas agora é hora de ir dormir”. A autoconsciência é muito importante para que se possa perceber quando está em uma luta de poder com as crianças. Ao se dar conta disso, recue e mude de atitude, isso fará com que seu filho mude a dele também.

2 – Envolva as crianças nas atividades cotidianas

Em vez de apenas dizer (ou mandar) ao seu filho o que fazer, envolva-o nas decisões e atividades. Pergunte: “Onde colocamos sua fralda?” ou “Qual livro você quer ler?”. Quando a criança ainda não fala, diga a ela: “Agora nós vamos guardar os brinquedos”, mostrando a ela o que fazer.

3 – Tenha rotinas

Sempre acreditei na importância da rotina para os pequenos (e para os adultos também!) e desde que Otto nasceu, confirmei essa necessidade. Crianças pequenas aprendem com repetição e consistência. Se você tiver rotinas para atividades diárias como dormir, jantar, banho etc, vai ser muito mais tranquilo.

4 – Seja respeitoso para ensinar seu filho a respeitar

Crianças aprendem respeito ao ver como isso acontece na prática. Faça pedidos com respeito. “Precisamos ir embora do parquinho em cinco minutos. Quer ir ao balanço mais uma vez?”

5 – Tenha senso de humor

Uma criança que rejeita uma ordem pode responder com animação a um convite divertido para jogar. “Será que você pode escovar os dentes e colocar o pijama antes do papai?”

6 – Seja empático

Tenha empatia pelo seu filho quando ele chora (ou faz uma birra). Talvez ele esteja frustrado com a própria falta de habilidade em expressar o que ele deseja. Empatia envolve compreensão e conexão. Se quiser sair do parque e seu filho não, dê um abraço e valide seus sentimentos. “Você está chateado porque quer ficar no parque, mas agora é hora de ir embora.” Se você mimar seu filho deixando que fique no parque mais tempo, ele não terá oportunidade de aprender com a experiência de que pode sobreviver a essa frustração – e ele pode aprender que você pode ser manipulado.

7 – Acompanhe seu filho com ação gentil e firme

Às vezes, quanto menos se fala, melhor. Isso pode significar redirecionar o comportamento do seu filho ou mostrar o que ele pode fazer em vez de punir pelo que ele não pode fazer. Pode ser tirar a criança do escorregador, sem dizer nada, quando ela se recusa a sair, em vez de entrar em discussão ou batalha de vontades.

8 – Tenha paciência (mesmo)

Você pode precisar ensinar coisas ao seu filho muitas e muitas vezes até que ele entenda. Exemplo: você pode ensinar uma criança pequena a compartilhar, mas ela não entende o conceito para fazer isso sozinha. Compartilhar requer tempo, prática e controle de impulso mais desenvolvido. Não leve o comportamento do seu filho para o lado pessoal.

9 – Supervisione, distraia e redirecione

Fale menos e aja mais. Crianças pequenas precisam de supervisão. Se a criança se dirige a uma porta aberta, pegue-a silenciosamente pela mão e leve-a onde deve ir. Mostre a ela o que ela pode fazer em vez do que ela não pode. Quando você entender que as crianças realmente não entendem o NÃO da maneira que você acha que elas deveriam, faz mais sentido usar distração ou redirecionamento (tem post sobre isso no insta, clique aqui).

10 – Seu filho é único!

As crianças se desenvolvem de maneira diferente e têm diferentes pontos fortes. Quando você espera de uma criança algo que ela não pode dar só trará frustração. Portanto, ajuste sua expectativa. Seus sobrinhos podem se sentar silenciosamente em um restaurante por horas, já seus filhos ficam nervosos depois de 10 minutos, não importa o quanto você os prepare. Ajuste sua expectativa!

Observe seu filho e aprenda como ele é único. Apresente novas oportunidades e atividades; descubra seus interesses, o que ele pode fazer sozinho e o que precisa de ajuda.

E então, gostou das dicas? São preciosas e para usar na vida! Deixe seus comentários e compartilhe com quem puder se interessar.

Dica de série: Chesapeake Shores

chesapeake shores

Terminei essa série fofa que comecei sem nenhuma pretensão, achando mais ou menos no começo, mas que me pegou. Tipo romance leve, água com açúcar, delícia de ver antes de dormir.

Conta a história de uma família de cinco filhos com pais separados que carregam uma ferida profunda pela partida da mãe. Cada um deles mora em uma cidade diferente, até que todos voltam a morar em Chesapeake Shores, a cidade fictícia que dá nome à série.

A protagonista Abby é mãe-solo e profissional bem-sucedida do mercado financeiro que vive a vida agitada em Nova York, onde se divide entre o trabalho e o cuidado com as duas filhas, Carrie e Caitlyn. Após passar o verão na casa do pai, quando percebe que não dá mais para viver no ritmo alucinado em que estava, decide voltar e retomar uma vida mais tranquila em Chesapeake Shores e assim poder ver suas filhas crescerem.

Abby tem muito em comum  com tantas mães como nós, vida real: batalha duro para dar uma vida confortável para as filhas, ao mesmo tempo em que sente que está perdendo muito  da vida das meninas (a culpa materna), aqueles pequenos momentos que às vezes passam despercebidos quando somos atropeladas pela vida corrida. Ela é boa mãe, mas quer ser perfeita (quem nunca?) e a certa altura da história se desgasta entre trabalho, filhas e outras atividades que se propõe a organizar para proporcionar boas memórias para as filhas, como piqueniques e caça às narcejas no quintal de casa. Com o tempo, ela percebe que está desempenhando um bom papel como mãe e que ela não precisa ser perfeita para isso.

Megan é mãe de Abby e seus irmãos. Após anos de um casamento turbulento com Mick, cheio de brigas e desentendimentos, ela vai embora da cidade deixando o marido e os filhos adolescentes. Após 17 anos ela retorna para tentar retomar a relação e os laços de afeto com os filhos. Mas, apesar de explicar suas motivações para ter partido, não é tão fácil ganhar o coração de todos.

É uma série leve e bonita, que mostra as dificuldades de relacionamento de uma família, assim como de tantas outras. Diferenças de temperamento, buscas internas de cada um, conquistas, desentendimentos, casa cheia, piadas internas de irmãos… Muito gostosa de assistir. Foi minha companheira nas últimas semanas e já estou sentindo falta. São quatro temporadas na Netflix, vale a pena assistir!

Você se faz elogios?

É tão comum esperar valorização externa e viver sempre um pouco frustrada, porque ela nunca vem de acordo ou na proporção que esperamos ou achamos merecido.

O que precisamos saber é que a prática do autoelogio é tão importante e atrai esse reconhecimento externo, já que o caminho é sempre de dentro para fora e nós expelimos aquilo que sentimos sobre nós mesmos.

Em outras palavras é preciso que você encontre, diariamente, motivos pelos quais sente orgulho de si mesma e dizer para si. Crie o hábito de olhar no espelho e dizer (pode ser mentalmente), 3 elogios.

Elogie-se pela mulher que você é, pela mãe, pela esposa, filha, amiga. Elogie-se por algo que deu certo no trabalho, pelo almoço gostoso que preparou, pela limpeza ou organização que fez. Ou então, elogie-se pela sua inteligência, paciência, bom humor, por cuidar bem da sua saúde, por se vestir bem, pelo seu bom gosto, pela sua determinação.

No final do exercício, verás que existem muito mais de três motivos pelos quais você deve ser reconhecida, mas isso deve vir, primeiramente de você mesma.

Pratique o autoamor!!

Luz e sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @lidersesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

A máscara como item de moda

máscara de proteção

Após quatro meses de isolamento social devido à pandemia de Covid-19, a vida parece estar, aos poucos, se movimentando. Pessoas saindo mais às ruas, comércio reabrindo. Voltar ao normal é impossível dizer porque acredito que nada mais será o que já foi um dia – com perdão do trocadilho.

A máscara já deixou de ser novidade e virou normal mesmo. Nossa companheira diária e obrigatória nas saídas de casa. Mas é bacana ver como incluímos a dita cuja em nossa vida e adaptamos esse – novo – acessório ao nosso estilo de vida.

Vi matérias em que os chineses são adeptos da branquinha básica e discreta. Enquanto isso, aqui no Brasil, incrementamos à nossa maneira: tem lisa, estampada, diferentes tecidos e formatos, a tal da ninja, a bico de pato, enfim, para todos os gostos.

E agora mais um acessório para combinar com o look e mais um vício de consumo. Outro dia me peguei doida por novos modelos que recebi: uma cheia de brilhos e uma branquinha toda trabalhada.

Fato é que não só aceitamos e nos acostumamos a usar, mas estamos tornando a máscara um item de moda. Já recebi máscara de brinde em compra de roupas, já vi marcas que enviam a máscara com a mesma estampa da roupa para combinar.

Eu, que adoro me jogar numa modinha, já tenho cores diferentes, variados tecidos e até estampada (logo eu que prefiro tudo liso). Tudo pra não sair de casa descombinando.

Não sei por quanto tempo ainda vamos ter a companhia da máscara, mas sei que enquanto ela estiver por aqui e nossa criatividade funcionar, não vão faltar opções para coordenar com nossos looks.

E você, já se jogou nessa moda também ou segue adepta do modelo mais básico mesmo?

Energia emocional e comunicação não verbal na criação dos filhos

energia emocional

Bebês e crianças pequenas aprendem sobre o mundo dos relacionamentos através dos sinais não verbais, expressões faciais e energia emocional.

Ouço essa questão da energia desde sempre e acreditava, mas não tinha tanta certeza se era assim mesmo que funcionava, sabe como é? Até que Otto nasceu e pude comprovar na prática.

“Quando a mãe se senta para amamentar se sentindo aborrecida, cansada ou irritada, o bebê choraminga, fica inquieto e não se acalma para mamar. Um bebê de poucas semanas de vida pode sentir a tensão no corpo da mãe, a rigidez muscular nos braços dela e ouvir as batidas do coração enquanto ele está próximo ao peito da mãe.” (do livro Disciplina Positiva)

Não é de se estranhar, afinal, o bebê saiu do ventre da mãe, existe, claro, uma ligação muito forte. Na UTI fazia canguru com Otto e ficava muito tempo com ele deitado no meu peito. Era tão gostoso. Hoje, às vezes, para pegar no sono, ele deita a cabeça no meu peito. Gosto de pensar que ele quer ouvir meu coração, como quando era recém-nascido.

Sabendo que as crianças estão tão sintonizadas com a nossa energia, é bacana que tentemos (apesar de nem sempre ser possível) nos acalmar e relaxar o máximo possível, e encontrar maneiras de construir uma conexão amorosa e de confiança com nossos filhos.

Um ambiente calmo é mais prazeroso e muito mais saudável para todos que ali convivem. Quando você desacelera, foca no momento presente e em perceber a energia dos membros da família, é capaz de perceber melhor o humor e as necessidades do seu filho.

Às vezes, uma birra aparentemente descabida ou uma agitação intensa pode ser reflexo da energia dos pais. Respire fundo e olhe com atenção ao seu redor para conseguir se conectar consigo mesma e com sua família. Como está a energia e comunicação não verbal na sua casa?

Viagem com crianças no cenário atual

viagem crianças

Precisei sair de casa nos últimos dias e tenho notado a vida sendo retomada aos poucos. Pessoas nas ruas, comércios reabrindo, enfim.

Percebi também, através das redes sociais, que algumas famílias estão voltando a viajar. E não para a casa de praia ou de campo, mas sim para grandes hotéis no interior, próximos de São Paulo, com fácil acesso em poucas horas de carro.

Hotéis se prepararam, tomaram as devidas providências e adotando novos protocolos rigorosos de limpeza e segurança no que diz respeito ao cuidado com a Covid-19, estão reabrindo.

Utilização de máscaras, distanciamento social, adequação da forma de servir as refeições (os buffets devem ser fechados e um funcionário irá servir os hóspedes, deve haver um distanciamento mínimo de dois metros entre as mesas do restaurante), aumento na frequência da limpeza, álcool em gel disponível nos ambientes, entre outras medidas. Essa é nossa nova realidade – não apenas nos hotéis, mas em todos os outros lugares.

Pelo menos por enquanto, acredito que será um momento de readaptação, e de aprender a fazer o que já estávamos acostumados, mas de outra maneira.

Não acredito que se possa falar em pós-pandemia ainda. Mas sinto que devagar as coisas estão se encaminhando e, de um jeito ou de outro, a vida precisa continuar, a economia precisa girar, enfim. O turismo foi um setor fortemente atingido durante o período de quarentena.

O que você acha desse retorno? O lazer e o contato com a natureza são muito importantes para as crianças, especialmente depois de um longo período de isolamento em casa. Você está preparada para essa retomada? Levaria sua família para um hotel nesse momento ou acha que ainda é cedo? Me conta aqui nos comentários o que você acha!

Troque rotina por rituais

Alguns perfis comportamentais se dão super bem com rotinas, enquanto outros tem muita dificuldade em lidar com elas.

Sou da turma dos que não gostam de rotina e durante muito tempo tive problemas, já que ainda por cima tinha uma crença de que somente pessoas que tinham uma rotina, obtinham sucesso. Além disso, também relacionava rotina com organização.

Gosto de dizer isso, porque sei que tem muita gente que se identifica com essa minha antiga realidade. Hoje eu sei que mais importante do que ter a rotina, são os hábitos que a compõe, já que existem muitas rotinas de hábitos negativos ou incompatíveis com os planos finais. E essas com certeza não levam ao sucesso.

Em um dos treinamentos de desenvolvimento pessoal que fiz, ouvi sobre o assunto de maneira diferente e pude me libertar. Percebi que eu poderia ter rituais, ou seja, hábitos escolhidos e planejados de acordo com os meus planos que não me obrigassem a uma rotina. Então, eles entram no meu planejamento semanal sem horário fixo, mas com os benefícios identificados.

Outra coisa que considero muito eficiente é reavaliar seus hábitos, seus rituais e sua rotina, sempre que perceber que as coisas não tem acontecido como planejou. Pode ser sinal de que alguns deles já não fazem sentido ou que os benefícios não estejam tão claros. Por exemplo, se eu coloco no meu planejamento ler, por pelo menos 10 minutos, todos os dias e não tenho conseguido fazer. Avalio os meus dias e escrevo o porquê eu quero executar essa atividade, o que esse hábito me traz de benefício. Essa clareza vai me motivar a fazer ou então me fazer entender que naquele momento aquilo não é para mim.

É importante ouvir suas necessidades. Pode acontecer de você gostar de acordar um certo horário todos os dias, mas por um período o seu corpo pedir um pouco mais de descanso e tudo bem você modificar no planejamento diário. Isso te ajuda a viver com qualidade e te poupa de picos de irritabilidade e ansiedade.

E então? Você é da turma da rotina ou prefere os rituais e mais flexibilidade?

Lembre-se que a maneira correta de fazer alguma coisa, sempre será aquela que faz sentido para você.

Luz e sucesso!!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @lidersesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Banco de leite e sua importância para mães e bebês

banco de leite

Para encerrar a série sobre prematuridade, achei interessante falar sobre o banco de leite. Está aí um trabalho lindo e muito importante para a UTI Neonatal, mães e bebês recém-nascidos.

Como o leite materno é de extrema importância para os recém-nascidos, especialmente os prematuros, o banco de leite humano do Hospital São Luiz oferece às mães que estão com seus filhos na UTI apoio para tirar leite, consultoria com enfermeira especializada em amamentação, para as mães que têm dificuldade ou em casos de mastite (uma inflamação nas glândulas mamárias).

Após o nascimento do Otto, fui orientada a ir ao banco de leite no dia seguinte para começar a ordenha. No primeiro dia não saiu nada, no segundo começou a sair um pouquinho e foi aumentando progressivamente. São agendados horários com intervalos de três horas entre uma ordenha e outra. As bombas de tirar leite ajudam muito a mãe que está na rotina de hospital, quando tem que se revezar entre banco de leite e UTI.

Funcionava da seguinte forma: o leite que eu tirava no dia ia para as mamadas do Otto naquele dia até 12 horas depois, que é o prazo de validade do leite cru na geladeira. O restante era congelado e então pasteurizado, passando a ter uma validade de seis meses. Eu também tirava leite em casa e congelava, depois levava para o hospital para ser pasteurizado.

O processo de pasteurização consiste em ferver o leite a uma temperatura específica e depois colocá-lo em água gelada, causando um choque térmico. Esse processo elimina os micro-organismos patogênicos.

Como no comecinho ele mamava muito pouquinho, fui acumulando bastante leite. Quando ele teve alta, trouxe alguns vidros de leite pasteurizado e doei outros. O Hospital São Luiz possui uma parceria com hospitais públicos e todo leite que tem autorização das mães para doação vai para esses hospitais ajudar outras crianças.

Gostaram de saber um pouco mais sobre esse universo? Com esse post eu encerro a série sobre prematuridade. Esses posts vão estar aqui no blog e, sempre que quiser consultar, basta procurar por “prematuridade” na barra de pesquisa.

Deixe seu comentário e compartilhe esse conteúdo com alguém que possa se beneficiar. Vamos ajudar outras mães!

Principais problemas de saúde e desenvolvimento em bebês prematuros

problemas prematuros

No mundo inteiro, nascem, anualmente, 15 milhões de bebês prematuros, de acordo com Organização Mundial de Saúde. No Brasil, os prematuros extremos (com menos de 1.5kg e nascidos antes de 30 semanas de gestação), como foi o caso do Otto, representam 1,5% dos nascidos vivos.

Como já falamos em posts anteriores, por ter saído da barriga antes do previsto, os bebês prematuros podem desenvolver uma série de problemas causados pela imaturidade dos órgãos no momento do nascimento.

Quanto menor a idade gestacional, mais grave pode ser a situação do bebê. Quando estava internada, com Otto prestes a nascer, me lembro de uma médica que me atendeu durante exame de acompanhamento dizer que a partir de 28 semanas, apesar de ainda ser considerado prematuro extremo, as chances de sobrevivência e sem sequelas são maiores.

Eu cheguei ao hospital com 26 semanas. Conseguimos aguardar em repouso por mais duas semanas, até que ele completou 28 e, após alterações nos exames, minha médica explicou que era hora dele nascer (tem post contando tudo aqui). Tenho certeza que esse tempo de espera internada no hospital e a experiência da minha médica somada ao timing em que ela percebeu que era melhor que ele saísse da barriga e ficasse bem na UTI, do que esperar mais alguns dias e a situação dele piorar muito, foi fundamental para a excelente evolução do Otto na UTI Neo e pós-alta.

Não sou médica e sempre falo que tudo que escrevo aqui é baseado em pesquisas e na minha experiência com Otto. Mas reuni algumas das principais dificuldades que os bebês podem encontrar após nascimento prematuro.

Por conta da imaturidade do pulmão, é comum que eles tenham dificuldade para respirar. Para o tratamento, eles são intubados ou recebem ventilação mecânica. Otto foi intubado durante cinco dias, depois ficou com o cateter de ventilação no nariz por bastante tempo até que retirou tudo e conseguiu respirar sozinho.

Problemas cardíacos e neurológicos também acontecem com os bebês pré-termo (não aconteceu com Otto, mas vi casos de outros bebês na UTI). Além de problemas imunológicos e intestinais – estes mais comuns nos prematuros tardios, nascidos entre 34 e 36 semanas.

Anemia e icterícia também podem acontecer. Otto teve icterícia e ficou no banho de luz por um ou dois dias; também recebeu transfusão de sangue por duas vezes.

Hemorragia intracraniana é muito comum e esperada em bebês prematuros. Otto teve essa hemorragia no grau 1, mas evoluiu muito bem; o próprio organismo reabsorveu rapidamente esse sangramento.

Não chega a ser um problema, mas algo que Otto demorou um pouco mais para evoluir foi na sucção e deglutição. Por conta disso, demorou a pegar o peito (tem post aqui). Mamou primeiro na mamadeira e fazíamos o estímulo no seio pouco a pouco até que ele se acostumasse e aprendesse.

Reuni as principais complicações e as que são mais comuns entre os prematuros, sempre traçando um paralelo com minha experiência com o Otto. O importante é que os pais se informem e sempre tirem todas as dúvidas com o pediatra de sua confiança. No caso do Otto, a pediatra é neonatologista (especialista em prematuros) e confiamos muito no trabalho dela. A evolução do Otto é admirável.

Espero que você tenha gostado do post e que ele te ajude alguma forma. Essa série de posts sobre prematuridade é para clarear as ideias de mães que, assim como eu, podem se encontrar numa situação de nascimento prematuro e não saberem nada sobre esse universo. Esses posts são para informar e mostrar o que você pode encontrar nessa jornada. E mais, para que não se sinta sozinha.

Deixe suas dúvidas ou comentários. É muito importante para que eu continue produzindo conteúdo de valor para vocês!

UTI Neo e equipe multidisciplinar: como funciona

UTI Neo 1

Esse post é para esclarecer como é o funcionamento de uma UTI Neonatal. Escrevo baseada na minha vivência enquanto Otto esteve internado e também em pesquisas que fiz para complementar as informações.

A UTI é composta basicamente por médicos, enfermeiras, auxiliares de enfermagem, fisioterapeutas, além dos profissionais que realizam as coletas de exames (também médicos, enfermeiros e auxiliares).

Médicos

No hospital onde Otto nasceu a equipe de médicos pediatras ficava de plantão cuidando dos bebês e diariamente, às 11h, eles conversavam com os pais que estivessem na sala para atualizar sobre a evolução, ganho de peso, aumento do volume de mamadas, resultados de exames e próximos passos, entre outros assuntos.

Enfermeiras Neonatais

Elas coordenam todo o atendimento aos bebês, sua rotina na UTI junto às auxiliares, realizam aplicações de vacinas e medicamentos mais complexos, como inserção do pic (uma espécie de cateter para evitar de furar o bebê a todo momento). São o contato diário mais próximo dos pais quando o médico não está disponível.

Auxiliares de enfermagem

São elas que cuidam, de fato, dos bebês diariamente: trocam fralda, dão mamadeira quando a mãe não está presente, trocam curativos, enfim. São o colinho de aconchego quando a mãe não está. Seu papel é muito importante tanto para o bebê quanto para a mãe. Eram elas que me passavam as informações que eu queria saber sobre o Otto de quando eu não estava lá.

Fisioterapeutas

Os bebês prematuros em geral têm o pulmão um pouco mais frágil do que os bebês nascidos a termo, por isso, não são incomuns problemas respiratórios. O papel dos fisioterapeutas é prevenir ou tratar essas questões através de fisioterapia respiratória. São eles que controlam a ventilação mecânica, uso de Cpap, sonda de oxigênio etc.

banho UTI Neo
Rotina diária: trocas, mamadas e banho

Quando Otto nasceu, por conta da prematuridade extrema, ao chegar na UTI ele ficou em protocolo de manutenção mínima. Isso quer dizer que a equipe só podia fazer qualquer procedimento a cada seis horas. Passado esse período mais delicado, ele entrou na rotina de troca de fraldas e alimentação a cada três horas. No início ele recebia o leite via sonda, depois mamadeira e estímulo no peito (tem post detalhado aqui).

A higiene começou a ser feita apenas com algodão e água morna, devido ao tamanho e baixo peso. Quando ele atingiu 1.700Kg, começou a tomar banho na “saladeira”, uma bacia pequena que fica dentro da incubadora mesmo. Só com 2 kg ele pôde tomar banho na banheira convencional.

Essa foi a estrutura que observei enquanto Otto esteve na UTI Neo. Espero que ajude a tirar dúvidas das mães que estão passando por isso e não sabem muito bem o que esperar.

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Quanto tempo um bebê prematuro fica no hospital?

Quando Otto nasceu e foi para a UTI Neonatal, a primeira pergunta que fiz foi: quanto tempo ele vai ficar internado? E acredito que essa é a pergunta de todos os pais de bebês prematuros. A primeira resposta que tive de uma enfermeira foi a seguinte: é difícil prever, mas, geralmente, eles ficam, no mínimo, o tempo que deveriam estar ainda em formação na barriga. Faz sentido, não é mesmo?

Esse é o primeiro fator a ser considerado. Se ele ainda tinha um caminho a ser percorrido no ambiente intrauterino, natural que leve um tempo aqui fora – e talvez um pouco mais do que demoraria na barriga – para se desenvolver. Fora da barriga o processo acaba sendo um pouco mais lento e há outros fatores a serem considerados, além de que cada bebê é único.

Primeiro vamos lembrar que a gestação completa possui 40 semanas. Os bebês são considerados:

Prematuros extremos quando nascidos entre 24 e 30 semanas de gestação;

Prematuros moderados entre 31 e 36 semanas;

Prematuros limítrofes quando nascidos até 37 semanas.

Sabendo de quantas semanas o bebê nasceu, já dá para se ter uma ideia de quanto tempo ele pode ficar, considerando as semanas restantes até completar 40. Isso se não tiver nenhuma intercorrência no caminho. No caso do Otto, que nasceu de 28 semanas, e a previsão de nascimento era dia 18 de maio, ele ficou 55 dias na UTI Neo. Nasceu em 1 de março e teve alta em 24 de abril.

Um dia a mais na barriga são dois a menos de UTI, além de reduzir o risco de possíveis sequelas no bebê.

Falo pela experiência que tive com Otto e também o que pude ver enquanto estivemos no ambiente hospitalar. Felizmente, ele não teve nada além do que era esperado para um bebê com o grau de prematuridade dele. Tudo que ele teve era previsto: banho de luz por conta de icterícia; apresentou infecção e foi necessário tomar antibiótico; precisou de transfusão sanguínea duas vezes.

Ficou entubado por cinco dias, depois mais três dias no Cpap nasal (um aparelho que ajuda no desconforto respiratório do bebê sem precisar entubá-lo), então passou para o oxigênio pelo narizinho e por fim o catéter de baixo fluxo até que pudesse respirar sozinho. Mas nesse meio tempo, acontecem as temidas apneias, quando o bebê para de respirar. Otto teve alguns episódios e é um baita susto.

Durante a internação, ele tomou duas doses de palivizumabe (ou Synagis), medicamento de extrema importância para os prematuros. Tem post completo sobre ele aqui. Também fez o exame de fundo de olho duas vezes e não houve nenhum problema oftalmológico. Falo mais sobre esse exame aqui.

Outra coisa que é comum acontecer com os prematuros, mas que pode assustar um pouco os pais é a hemorragia cerebral. Ela pode acontecer em diferentes graus. Otto teve grau 1 (esperado no caso dele) que foi absorvido naturalmente pelo organismo. Vi alguns bebês sendo operados por hérnia, mas Otto não precisou.

Quando deveria completar 34 semanas de gestação, é dado início ao estímulo no peito. Até então ele recebia meu leite via sonda. Depois, ainda com a sonda, ele começa a aprender mamar na mamadeira, antes de ir para o peito. Não é logo de cara que eles reconhecem e passam a mamar no peito.

Quando o bebê está apto a ter alta?

Na maternidade onde Otto nasceu, o critério para a alta é o peso, quando o bebê completa 2 kg, – somado, claro, a fatores como a mamada e capacidade de respirar sozinho. Quando Otto teve alta, ele estava com 2.110 kg, mas ainda não pegava no peito tão bem, mamava na mamadeira. Foi mesmo em casa, num trabalho de formiguinha, que ele acabou pegando. Consegui amamentar até 9 meses. Aqui tem um post bacana sobre amamentação dos prematuros.

Durante a internação os pais vão percebendo a evolução do bebê. No hospital São Luiz, onde Otto nasceu, eles são separados por salas que diferenciam grau de prematuridade e complexidade dos casos. Conforme o bebê vai evoluindo, vai mudando de sala, até chegar na sala pré-alta.

O que eu quero trazer com esse post é uma luz para mães que, como eu, são pegas de surpresa pelo parto prematuro e não têm ideia do que é isso, as possíveis consequências, enfim. Não existe uma fórmula que diga quantos dias o bebê ficará internado, mas sabendo um pouco mais sobre o que pode acontecer, para estar preparada e saber o que esperar, já ajuda muito, tenho certeza!

Espero poder ajudar essas mães que estão passando por isso a enfrentar de uma maneira mais leve e com um pouco mais de conhecimento da situação. Compartilho aqui minha experiência que pode ser parecida com a de outras mães.

Se esse post te ajudou ou pode ajudar alguém, deixe aqui seu comentário e compartilhe com outras mães que podem se interessar e se beneficiar!

Quais são as causas para o parto prematuro?

grávida

O Brasil possui uma taxa de 11,5% de partos prematuros, de acordo com a Fiocruz e a OMS. Somos o décimo país no ranking da prematuridade, segundo o estudo Born To Soon, da ONG americana March of Dimes.

A verdade é que ainda são desconhecidas todas as causas do parto prematuro. Mas fato é que toda gestante está sujeita a ter um parto mais cedo do que o esperado. Alguns fatores são conhecidos e podem ser evitados e vou falar um pouco sobre eles neste post.

O meu parto foi prematuro devido ao quadro de pré-eclâmpsia (contei aqui), bem comum de acontecer. Como no meu caso, que já passei pelo parto prematuro, a chance de acontecer novamente é maior.

Também têm maior risco gestantes de gêmeos ou múltiplos, com problemas de colo do útero ou uterinos.

Importante falar sobre fatores pelos quais temos controle, como não deixar de fazer o pré-natal corretamente (para detectar qualquer alteração que possa acontecer), cigarro, álcool (mesmo em doses muito pequenas pode causar dificuldades de aprendizagem e problemas de desenvolvimento), drogas e estresse.

Os demais fatores conhecidos: infecções do trato urinário, sangramento vaginal, diabete, obesidade, distúrbios de coagulação, anomalias congênitas do bebê, gestações próximas (menos de seis a nove meses entre o nascimento de um bebê e uma nova gestação), idade abaixo de 17 anos e acima de 35, gravidez gerada por fertilização in vitro.

Também podem ser causa de parto prematuro: bolsa rota/ruptura prematura de membrana, síndrome de Hellp, descolamento prematuro da placenta, malformações uterinas, placenta prévia e malformações fetais.

Alguns sinais podem indicar que você está em trabalho de parto prematuro:

  • Contrações a cada 10 minutos ou mais
  • Mudanças na secreção vaginal
  • Pressão pélvica
  • Dor lombar
  • Cólicas menstruais
  • Cólica abdominal com ou sem diarreia

Nesses casos ou se houver dúvida, ligue imediatamente para o médico.

Já falei várias vezes aqui no blog que na maternidade aprendemos que não temos controle de tudo. No caso do parto não é diferente, mas existem algumas ações possíveis para tentar prevenir o parto prematuro:

Assim que engravidar, avise seu médico, comece o pré-natal o quanto antes e siga corretamente

Deixe seu médico a par de todo seu histórico de saúde e possíveis fatores de complicação

Mantenha dieta equilibrada e controle seu peso

Não beba e não fume

Não se automedique

Faça exercícios

Mantenha sua vacinação em dia

Converse com seu médico sobre o consumo de ácido fólico e vitamina B12 que evitam o desenvolvimento de malformações e danos no sistema nervoso

Esteja alerta para sangramentos

E, se posso deixar uma mensagem de alívio, como quem já passou por isso, eu digo: Mantenha-se tranquila! Eu sei que é difícil e é mais fácil falar do que na prática. Mas isso vai fazer toda diferença para você e para o bebê. Você vai passar calma para ele e ao mesmo tempo se manter em equilíbrio durante essa jornada. E tenha em mente o mantra: tudo vai dar certo!

O que achou do post? Espero que possa ajudar de alguma maneira! Deixe suas dúvidas e comentários!

Obs.: Não sou médica. Esse post foi escrito baseado na minha experiência e em pesquisas que fiz sobre o tema. Se tiver qualquer dúvida, converse com seu médico!

Conheça e pratique a escrita terapêutica

A escrita é uma das ferramentas mais fáceis e rápidas para quem se preocupa com a sua saúde mental e emocional.

Não tem segredo, você precisa de alguns minutos sem interrupções, papel, caneta e vontade de organizar todas as inúmeras ideias que sua mente carrega. Você não precisa ser escritor e nem ter talento especifico para a escrita, afinal de contas é para analise sua.

Separe 5 minutos dos seu dia e escreva tudo o que vier, sem julgamentos, não precisa fazer sentido. Vá tirando da sua mente todas as ideias que se misturam, como se estivesse esvaziando. Fazendo isso por 10 dias consecutivos, já será possível notar o quanto se sentirá mais calma, menos ansiosa e estressada.

Existem muitos benefícios nessa técnica, como por exemplo, o autoconhecimento. Já que é possível saber mais sobre você pelas coisas que você escreve, avaliando as ideias, sonhos, vontades, sentimentos. Se no momento da escrita você estiver triste e vier a escrever sobre isso, verá que muitas coisas novas poderão ser encontradas por trás da situação que lhe gerou a sensação de tristeza.

Também ajuda a encontrar soluções para problemas, a princípio irresolúveis, ao escrever sobre o problema você se coloca como expectador e então é capaz de enxergar pontos que talvez não tivesse visto, quando estava totalmente envolvida emocionalmente.

Ajuda ainda a organizar os pensamentos. Nas primeiras vezes que praticar poderá perceber que muda de assunto com rapidez, isso é porque existem ideias variadas sendo processadas ao mesmo tempo. Essa ferramenta te ajuda a colocar tudo no lugar e você sentirá tranquilidade tanto para decidir como para se comunicar em relação a elas.

Poderia falar mais sobre os benefícios, mas prefiro que você mesma me diga. Comece a praticar a escrita terapêutica e depois volte aqui para dividir os resultados que experimentou e inspirar mais mamães a fazer também.

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Looks com bota Ugg para aquecer os dias frios em casa

ugg boots 2

Essa semana foi mais geladinha, pelo menos aqui em São Paulo, e, com a chegada do inverno, os dias frios serão mais constantes. Com a quarentena estamos praticamente sem sair de casa, mas nem por isso vamos deixar de usar uns looks quentinhos.

A protagonista dos looks hoje é a bota Ugg, uma marca australiana especializada em produzir botas em couro forrada com pelinhos por dentro, super quentinha. Apesar de não ser unanimidade – há até um trocadilho com o nome “ugly boots” (botas feias) – ela faz muito sucesso por aí, especialmente entre as famosas.

Existem modelos de outras marcas, seguindo a mesma proposta, mas essa é a “original”, digamos assim. Quando se fala em Ugg boots, as fashionistas já sabem qual é.

Bom, eu, particularmente, adoro. A minha não é da marca, comprei no Aliexpress há uns bons anos e ela segue firme e forte comigo. Super quentinha, já levei para viajar para lugares mais frios e não me deixou passar aperto. Agora em casa não é diferente. Virou minha companheira nos dias frios da quarentena. Dá pra usar com legging, jeans, moletom. Trouxe alguns looks para nossa inspiração.

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ugg boots 3

ugg boots 1

E então, o que acharam? Curtem a moda da Ugg boot? Deixe um comentário!

Imagens: Pinterest e Instagram