Em busca da minha melhor versão como mãe

 

“A qualidade no que você oferece é muitas vezes afetada por seu próprio humor e emoções humanas. O estresse, a exaustão ou a preocupação afetam a maneira como você interage com seu bebê ou sua criança – e, consequentemente, a maneira como ele percebe você e a si mesmo.”

(Trecho do livro Disciplina Positiva)

 

Sempre defendo a importância de mães e pais terem um tempo para si mesmos, tanto individualmente como enquanto casal. Relaxar e fazer coisas das quais gostamos, não nos torna menos mães ou menos pais. Pelo contrário, nos torna pessoas mais leves e preparadas para lidar com nossos filhos com mais tranquilidade.

Se conhecer e identificar as próprias emoções também é importante (inclusive nossa coluna escrita pela Flávia, da @liderdesi.de sobre autoconhecimento trata do tema semanalmente aqui no blog; basta clicar na tag “autoconhecimento” para ver todos os textos). Não podemos ensinar aos nossos filhos características que não temos em nós mesmos. É preciso resolver conflitos internos para que se possa mudar por completo a maneira de interação com seu filho.

Sempre ouvi que agitação, medo e nervosismo são passados para a criança. Uma mãe tranquila tem filhos mais tranquilos. E pude comprovar isso com Otto desde pequeno. Sempre fui muito calma na maneira de cuidar dele, inclusive ouvi isso de várias pessoas quando ele era bebê. Sempre andei com ele por todos os cantos sozinha com muita leveza e tranquilidade e ele sempre foi um bebê muito calmo.

Isso corrobora a teoria de que o que fazemos e a maneira como nos comportamos como pais ensinam muito mais do que as palavras. Os chamados “neurônios-espelho” fazem com que a criança “imite” ações e comportamentos que visualiza nos pais.

Isso é uma coisa que de certa forma me “preocupa” um pouco, já que penso que preciso ser minha melhor versão todos os dias para que meu filho cresça absorvendo um bom exemplo.

Também em busca dessa melhor versão, procuro me conhecer melhor, entender, avaliar comportamentos – especialmente como mãe – para que possa sempre fazer diferente e melhor. Sair do piloto-automático e viver as situações no momento presente. Estou apenas no começo dessa jornada, mas tenho certeza de que, apesar de um pouco dolorosa às vezes, ela vale muito a pena.

E por aí, você mãe tem cuidado do seu autoconhecimento?

Comunicação não-violenta para educar

A comunicação não-violenta é uma ferramenta que vem sendo muito explorada nos últimos anos por melhorar, significativamente, as relações.

E como uma das mais lindas e profundas conexões acontece no ambiente familiar, entre pais/cuidadores e filhos, como não utilizá-la para estreitar ainda mais os laços e facilitar o diálogo no dia a dia?

Ela se baseia em 4 princípios: observação, sentimento, necessidade e pedido.

Quando a criança chora ou faz birra, ela está expressando uma necessidade não atendida. Com a sequência que a CNV nos traz, é possível estarmos mais atentos a encontrar essa necessidade para atendê-la ou, caso não seja possível atender, propormos algo que possa amenizar/substituir aquela necessidade no momento.

Observe, sem julgar, o que está acontecendo, por exemplo: tirei algo que não podia mexer da mão da criança e ela chorou. Em seguida, identifique os sentimentos despertados nela e quais as necessidades que baseiam esses sentimentos (ela ficou nervosa, triste, irritada, chateada). Demonstre a ela que entendeu, acolhendo seus sentimentos e, depois disso, a depender da idade estimule na criança a fase do pedido, ensine-a a pedir e explicar aquela necessidade. Ainda no mesmo exemplo, ela pode estar com necessidade de atenção, de companhia, por isso está mexendo em coisas que, se não for a primeira vez que tomou bronca, já sabe que é proibido.

Elas são capazes de entender tudo o que lhes é ensinado, esse papo de que “a criança não entende” é balela. Ela pode não ter um conjunto de informações completo que lhe permite racionalizar todos os elementos de uma situação ou diálogo, mas já está fazendo registros cerebrais e sinápticos.

Fazer uso dessa técnica irá te ajudar a manter-se presente nas situações, prevenir problemas a longo prazo e intensificar as suas conexões. Mas, como qualquer outra, exige treino e constância. Mesmo que em algumas situações, você esqueça de aplicar, faça depois. Retome e analise a situação e como poderia ter agido se tivesse observado, identificado sentimentos e necessidades e estimulado o pedido.

Conte nos comentários se gostou da dica e se quer saber mais sobre Comunicação Não-Violenta aqui no blog.

Luz e Sucesso!!!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Dica de série: Little Fires Everywhere

little fires everywhere

ATENÇÃO! ESSE TEXTO CONTÉM SPOILER!

No último fim de semana terminei essa série que, ao que me parece, está se tornando a última sensação. Little Fires Everywhere, disponível na Prime Video, fala sobre racismo, maternidade, rivalidade, privilégios e me prendeu do começo ao fim.

Elena, a jornalista interpretada por Reese Whiterspoon, é casada com Bill, com quem tem quatro filhos, mora numa linda casa e vive uma vida que – parece – perfeita. Mia, vivida por Kerry Washington, é uma misteriosa artista, mãe-solo que vive com a filha adolescente mudando de cidade em cidade e parece ter um segredo escondido.

Suas vidas se cruzam quando Mia aluga a casa de Elena, e esta oferece um emprego para a artista no que diz ser uma tentativa de ajudá-la e melhorar sua vida. Enquanto isso, Pearl, filha de Mia, fica amiga dos filhos de Elena e se encanta com sua família perfeita.

Como já falei, essa série aborda alguns temas, mas quero me aprofundar em um deles: a maternidade. São retratadas duas formas diferentes de maternidade. Não significa que uma seja certa e outra errada, mas são diferentes. Elena cuida da casa e da família com muito amor e quer que todos sigam a fórmula do que é ser perfeito em sua concepção. Nesse interim acaba deixando escapar fases e acontecimentos importantes da vida de seus filhos. Enquanto isso, na visão de Pearl, sua mãe, Mia, não a prioriza da maneira que ela acha que deveria ser e, apesar de amar a filha e não deixar faltar o que ela precisa, a menina questiona a mãe quanto ao que, na visão dela, é ser uma boa mãe. O que ela não sabe é que a mãe abandonou a vida que vivia para protegê-la e não perdê-la.

Na ânsia de uma vida perfeita, Elena perde a conexão com seu marido e filhos. A filha mais nova, Izzy, está lidando com a homossexualidade, que Elena não aceita; Lexie está no ensino médio e se apropria da história de Pearl para conseguir ingressar na faculdade e para ocultar sua identidade ao fazer um aborto, que a mãe não percebe que está acontecendo e também não dá espaço para a filha contar; Moody se apaixona por Pearl, que por sua vez, se relaciona com o irmão dele, Trip. Tudo bem embaixo do nariz de Elena, que é incapaz de enxergar.

Em paralelo, acontece a história de Bebe, uma imigrante chinesa que deixa sua filha na porta dos Bombeiros após passar necessidades com a menina e na esperança de que ela tivesse uma vida digna. A família adotiva da filha de Bebe é da melhor amiga de Elena. A história vai parar no tribunal. E a questão que não quer calar é: Quem é mais mãe nesse caso?

Por fim, a relação conturbada de Elena com Izzy parece ter um por que. Quando tinha três filhos, a jovem jornalista retorna feliz ao trabalho após o fim da licença-maternidade. Completa com suas três crianças, ela declara não querer mais uma. Porém, ela logo descobre a quarta gravidez e carrega isso como um peso. No fim da história chega a declarar, numa cena triste e forte, que não gosta da menina e odeia ser mãe dela.

Não vou me alongar mais. É uma série intensa e intrigante. São apenas oito episódios que, em minha opinião, valem muito a pena. Já assistiu? Me conta aqui nos comentários!

Não sofra, cocrie

Uma das práticas mais comuns entre os seres humanos é sofrer por antecedência, viver projetado no futuro, imaginando o pior resultado para os seus anseios.

Conhecido também como ansiedade, o hábito de imaginar negativamente e alimentar sentimentos como medo ou tristeza em relação àquilo que desejamos assola mais da metade da população.

A Neurociência traz inúmeros estudos sobre o assunto e o que eu gosto de destacar é o “goze” por antecipação. O nosso cérebro não distingue o real do imaginário e atua sempre em momento presente, ou seja, se você imaginar o que você deseja que aconteça em determinada situação agora, despertará sentimentos positivos imediatamente.

Além disso, as teorias da física quântica e lei da atração ensinam seus adeptos a cocriarem suas realidades desejadas através da sensação de gratidão por aquilo que ainda não aconteceu. Como assim? Nós utilizamos a vantagem de poder sentir no agora aquilo que imaginamos como se já estivesse acontecendo e enviamos a mensagem limpa ao Universo daquilo que desejamos conquistar.

O cérebro por sua vez, que além desses segredos que revelei acima, também atua de forma inconsciente para fazer valer aquilo que visualizamos, busca formas e caminhos para a realização.

Depois dessas informações eu duvido que você continue gastando energia imaginando o pior das hipóteses acontecendo e sofrendo por antecedência. Concentre-se em imaginar o melhor se concretizando, sinta as emoções positivas e de quebra ainda cocrie a realidade desejada!

É com você!

Luz e Sucesso,

Flávia Gimenes


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

 

Conexão entre pais e filhos

conexão pais e filhos

“O que seu pequeno mais precisa aprender nos primeiros três anos de vida não se encontra em cartões de memorização ou telas eletrônicas. O desenvolvimento do cérebro consiste na conexão com outras pessoas, e o cérebro do seu filho foi feito para buscar conexão desde o momento do nascimento. A forma como você e os outros cuidadores do seu filho se relacionam com ele – como conversam, brincam e cuidam – é, de longe, o fator mais importante no desenvolvimento de um bebê ou criança pequena.”

(Trecho do livro Disciplina Positiva)

 

Essa frase do livro Disciplina Positiva explica claramente o que é importante para nossos filhos.

Esteja presente com seu filho: cante músicas, olhe nos olhos, brinque junto, leia um livrinho para ele, encoraje-o a ser criativo e explorar o mundo, atenda prontamente aos chamados dele, dê colo. Isso é gerar conexão entre vocês.

Crianças querem se sentir conectadas e protegidas. Assim, crescerão adultos fortes e capazes.

Como está a conexão por aí?

Looks de quarentena

Não é porque estamos em casa que vamos ficar desleixadas, né? Falei isso no começo da pandemia. Acho importante mantermos a autoestima elevada, especialmente neste período. Adoro me arrumar e sinto que levanta o meu astral!

Apesar de estar em casa, não fico de pijama o tempo todo porque, pra mim, pijama está associado a dormir e a fazer nada rs, então sempre coloco um lookinho rs. Tenho usado looks simples e confortáveis, mas não menos estilosos.

Amo calça estilo jogger e conjuntinhos de moletom macios, além das leggings velhas de guerra. São ótimos para passar o dia, cumprir as tarefas diárias, mas sem perder o conforto.

E quem diria que um dia falaríamos de moda para ficar em casa, hein? Muita coisa mudou nos últimos três meses e a maneira de pensar e consumir moda também.

Separei algumas opções para vocês darem uma olhada e se inspirarem.

 

Imagens: Instagram

O que acharam? Como tem sido seus looks para ficar em casa? Conta aqui nos comentários!

Sobre disciplina positiva e punição

Estou lendo o livro Disciplina positiva e ainda é cedo para falar sobre o geral do livro, mas peguei alguns pontos que quero comentar.

Disciplina positiva nada mais é do que ensinar de maneira gentil. Aprendemos com nossos pais e avós que disciplina é punição, fazer sofrer. Sem orientação, vamos repetindo esses padrões que são tomados como certos. Felizmente, hoje há estudos que mostram que no longo prazo isso cria revolta, resistência e crianças que não acreditam no seu próprio valor e capacidade. Punição gera ressentimento, rebeldia, retaliação e recuo (que se divide em dissimulação e redução da autoestima).

Disciplinar o filho está mais relacionado com o que você fizer do que com o que você espera que seu filho faça. Afinal, crianças pequenas aprendem observando e imitando os outros ao redor.

As autoras explicam que é mais fácil resolver problemas quando há orientação gentil e firme até que as crianças tenham idade suficiente para entender o processo de criar limites e focar em soluções. Até lá, é possível resolver tranquilamente desviando o foco. Por exemplo: às vezes, Otto cisma de mexer em algo que não pode ou fazer alguma coisa “proibida”. Se eu simplesmente falar não e pedir para que ele saia dali, ele vai falar que não, vai chorar, se jogar no chão, aquele cenário que nós pais bem conhecemos. Em vez disso, desvio a atenção dele para outra coisa. Falo: “filho, vamos andar de motoca?” Ou: “acho que o papai está chamando, vamos ver o que é?” Pronto. Nesse momento ele já esqueceu o que queria fazer e perdeu o foco sem que haja estresse entre nós.

Outro dia contei no Instagram @amaeprematura (se ainda não viu, segue lá!) sobre o dia em que ele estava andando de bicicleta e chamei para almoçar. Óbvio que ele de imediato respondeu que não. Eu parei perto dele, abaixei e falei: filho, agora é hora de almoçar, estaciona sua bicicleta e depois de comer você volta para brincar. E assim foi. Sem brigas e choros.

Elas ainda falam sobre a importância de usar palavras respeitosas ao fazer pedidos para as crianças, como citei acima nesse dia da bicicleta. Procuro fazer isso com Otto e acho que faz muita diferença, mesmo ele sendo ainda tão pequeno.

O importante (e também talvez mais desafiador) é manter o equilíbrio entre falar com firmeza e delicadeza ao mesmo tempo. Ser gentil, ter paciência, mostrar interesse e conexão com a criança, respeitá-la e mostrar empatia são características da disciplina positiva.

Pode parecer papo de Buda, mas faz diferença. Sempre que eu faço diferente, observo os resultados positivos. E não estou aqui para fazer a mãe perfeita que segue à risca ensinamentos de livros. Sou humana, perco a paciência, grito. Porque isso faz parte do meu piloto automático, repetição de padrões que falei no início do texto. Mas me observo de maneira atenta diariamente para tentar fazer melhor. Mudar é difícil e requer esforço, mas os resultados são valiosos. Vale a pena tentar.

Me conta aqui nos comentários se você conhece a disciplina positiva e o que acha da punição!

As 5 linguagens de conexão

Um assunto que eu adoro falar, escrever e ouvir. Baseada no livro As 5 Linguagens do Amor, essa teoria nos ajuda entender mais e, de quebra, entender o outro.

Nada melhor para esse momento tão introspectivo e ao mesmo tempo de convívio integral com os nossos mais próximos.

Estudos demonstram que somos negligentes na ação de entender e nos esforçamos menos para nos conectar com aqueles que são mais próximos de nós, como família por exemplo. Por estar tão do lado, tratamos como se a conexão fosse óbvia e obrigatória e, nem sempre, ela é.

Existem 5 linguagens pelas quais comunicação carinho, amor e conexão. São elas:

PRESENTES

Algumas pessoas demonstram seus sentimentos e criam conexões através da entrega de mimos, lembranças e presentes. São aquelas pessoas que gostam de fazer surpresas.

TEMPO DE QUALIDADE

Pessoas que se conectam através dessa linguagem são aquelas que ficam horas no telefone, que sempre arranjam um tempo para visitar, que adoram passar tempo junto com quem ama, ainda que não seja fazendo nada de tão importante.

ATOS DE SERVIÇO

Pessoas que gostam de fazer favores, que estão sempre ligadas em algo que o outro está precisando para ele então suprir ou facilitar. Essas pessoas se conectam pela linguagem dos atos de serviço, elas demonstram seu carinho e atenção fazendo algo por ou para você.

PALAVRAS DE AFIRMAÇÃO

Os declamadores se comunicam por essa linguagem. Aqui estão aqueles que gostam de verbalizar o quanto gostam, entregam palavras de reconhecimento e elogios.

TOQUE FÍSICO

Os que se utilizam dessa linguagem às vezes são vistos como “grudentos”, mas não tem nada a ver, é a só a forma que eles têm de se conectar, receber e demonstrar carinho. São os que gostam de cafuné, abraço, beijo e tocam na pessoa quando falam.

E aí? Descobriu qual a sua linguagem?

É importante lembrar que, geralmente, esperamos receber o carinho e que as conexões aconteçam na nossa linguagem e nem sempre isso é possível. Então vale a pena explicar sobre a sua linguagem e também entender a linguagem das pessoas, recebendo o seu carinho e se conectando através da linguagem delas também.

Luz e Sucesso,

Flávia Gimenes


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Comemorando aniversário na quarentena

Desde que começou a pandemia, muitas pessoas estão tendo que celebrar os aniversários em isolamento social.

Nova forma de comemorar: com simplicidade, sem muita gente em volta e abraços de parabéns, só os virtuais, por meio de mensagens ou chamadas e vídeo.

Eu faço parte desse grupo e apaguei velinhas essa semana para comemorar mais uma primavera. Quis dividir aqui com vocês a mesinha que fiz. Achei que ficou simples e bonita.

Encomendei uma massa para o almoço e depois emendamos com bolo e docinhos para o parabéns.

Bolo: @soscupackes

Docinhos: @santagulacafe

Balões: Mercado Livre

Look

Calça @leblogstore

Sandália @artempe

Gostaram? Quem também teve que comemorar durante a quarentena? Conta aqui nos comentários!

Vamos nos conhecer melhor?

Já somos uma pequena comunidade por aqui e no insta @amaeprematura, mas talvez muitas de vocês não me conheçam, então vou me apresentar.

.

Sou apaixonada pela escrita desde sempre. Na adolescência mantinha diários, escrevia poesias e textos reflexivos. Já na era da internet, criei meu primeiro blog em 2009, sobre cultura e entretenimento.

.

Sou formada em jornalismo, com especialização em comunicação digital. Também cursei pós em negócios e marketing de moda, mas não finalizei.

.

Trabalhei no jornalismo por mais de seis anos, depois enveredei por outros caminhos. Há cinco anos eu e meu marido somos sócios numa empresa de prestação de serviços e cuido da parte administrativa. Mas logo percebi que não estava realizada profissionalmente.

.

Quando engravidei do Otto e passamos pelo desafio do parto prematuro, depois de passado o susto, com ele já em casa, tive a ideia de registrar tudo no Instagram na tentativa de ajudar outras mães que passam por situações semelhantes. Depois de um tempo, quis ampliar e poder me aprofundar em matérias mais completas e informativas sobre os assuntos que envolvem maternidade e prematuridade, então criei o blog.

.

Aqui e lá compartilho nosso dia a dia, contei toda a trajetória do Otto como prematuro, nossas viagens, descobertas, além das minhas leituras e estudos a respeito da maternidade e outros assuntos relacionados ao autodesenvolvimento, que acredito estar totalmente ligado a uma criação mais consciente, positiva e com apego.

.

Gostaria que vocês contassem nos comentários o que mais gostam de ver aqui e também dúvidas ou assuntos que querem que eu aborde! Vou adorar saber! ✨❤️

Não leve nada para o lado pessoal

Recentemente, recebi uma indicação de livro do Universo. Por quatro vezes, em situações totalmente distintas, ele se apresentou e eu entendi que deveria me alimentar do seu conteúdo para já.

O Livro se chama Os quatro compromissos, de Don Miguel Ruiz. Ele o intitula como um guia prático para a liberdade pessoal, o que está super alinhado com as minhas crenças relacionadas ao poder da liderança pessoal.

E por falar em crenças, elas são a base dos ensinamentos que ele compartilha no livro e eu quero chamar a atenção para o segundo compromisso que ele apresenta que é o de não levar nada para o lado pessoal.

Ele ilumina a ideia de que qualquer opinião vem embasada no sistema de crenças de quem a emite, ou seja, no que o detentor acredita e viveu em experiências. E é preciso que nos lembremos disso não só quando recebemos uma crítica, mas também como um elogio.

Nada é realmente sobre você quando vem do outro, sempre virá com o olhar daquilo que ele acredita, por isso não devemos levar nada para o lado pessoal e sim, filtrar tudo com a nossa verdade e sistema de crenças.

Quando você compra a opinião do outro, faz dela a sua verdade, integra aquilo no seu sistema de crenças.

Busque conhecer-te mais a cada dia, assim terás bem claro quais tuas virtudes e quais seus pontos de melhoria e, NÃO LEVE NADA PARA O LADO PESSOAL.

Luz e Sucesso,

Flávia Gimenes.


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Como lidar com procrastinação

O ato de procrastinar faz parte da realidade de todo ser humano, sem exceção. A diferença das pessoas que produzem e conquistam resultados para aquelas que não o fazem, se chama procrastinação consciente.

Sim, elas também procrastinam e têm dias improdutivos na sua jornada, mas quando isso acontece elas seguem um passo a passo que ajuda muito e eu vou ensiná-lo para você.

O primeiro passo é a ACEITAÇÃO. É preciso acolher-se quando as coisas não saem como você gostaria ou quando não conseguiu cumprir com a agenda que você se programou. Caso contrário, vai entrar no círculo vicioso infernal (como diria Mark Manson), você se sentirá culpado por sentir culpa por algo que você mesmo determinou.

Confuso, eu sei. Mas é super verdade! Na Jornada do Autoconhecimento onde estamos observando nossos pensamentos e entendendo nossos sentimentos é comum isso acontecer, então vamos nos aceitar e acolher.

Segundo passo é a INVESTIGAÇÃO. Entenda os motivos pelos quais você tem procrastinado, o que você fez no lugar de fazer aquilo. Veja se estão bem claros os motivos pelos quais você colocou aquela tarefa na sua agenda.

Terceiro passo é a MUDANÇA. Depois de levantar todas as informações referentes ao ato de procrastinar determinada tarefa, proponha-se mudar a tática. Se você notou que está faltando motivação, faça uma lista dos benefícios que aquela atividade te trará.

Se percebeu que o problema está na complexidade, veja uma forma que possa fazer para que seja mais tranquila, talvez se fizer em mais dias ou fragmentar essa atividade. Um pouco por dia é sempre melhor que nada.

Quanto mais controle da situação, mais autoconfiança para realizar você terá.

Muitas vezes, ao fazer esse passo a passo, você perceberá que talvez aquela atividade nem era assim tão importante e necessária, ela pode servir para a vida de outro, mas não para a sua. Bem como poderá identificar algumas necessidades suas do momento que estavam escondidas atrás dessa procrastinação.

Tenha consciência da sua procrastinação e a torne sua aliada.

Luz e Sucesso,

Flávia Gimenes


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.